Quem paga o IPTU do Imóvel Locado?

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Na hora de alugar um imóvel, muita gente tem a mesma dúvida. Quem arcará com o pagamento do IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana).

O primeiro pronto a ser esclarecido é sobre o pagamento do IPTU. De acordo com o artigo 34 do Código Tributário Nacional, o contribuinte do imposto é o proprietário do imóvel, fica a ele a obrigação do pagamento do IPTU.

A Lei do inquilinato (Lei nº 8245/91) diz, no artigo 22, inciso VIII, que o locador (proprietário) é obrigado a pagar o imposto e as taxas que venham a incidir sobre o mesmo, salvo se de outra forma for estabelecida em contrato.

O IPTU PODE SER PAGO PELO INQUILINO?

Apesar da legislação, em alguns contratos de locação, pode ser estabelecido que as despesas com IPTU fiquem por conta do inquilino. Esse valor é combinado entre as partes e é pago, muitas vezes, juntamente com o aluguel ou com a taxa de condomínio.

A nova Lei do Inquilinato (Lei 12.112/2010) deixa isso bem claro: o pagamento do IPTU pode ser negociado entre o locador e o locatário do imóvel, até que um acordo seja feito entre as duas partes. Mas para que o IPTU se torne de fato uma obrigação do inquilino e não gere dor de cabeça para o proprietário, é importante formalizar esta obrigação claramente dentro do contrato de locação.

O que acontece se o inquilino não pagar o IPTU?

Se o inquilino que for obrigado em contrato a quitar o IPTU não efetuar o pagamento, a responsabilidade pelo pagamento em atraso cairá sobre o locador, ou seja, nada acontece juridicamente com o locatário que não pagou o imposto e sim com o dono do imóvel: será ele que terá que arcar com todas as multas, encargos e juros que serão cobrados pelo poder público. Se o débito continuar existindo por determinado período, o proprietário poderá sofrer até uma execução fiscal e ter seu nome inscrito na lista de dívida ativa do município. Nesse caso, a alegação de que o pagamento do IPTU era responsabilidade do locatário não terá valor nenhum. Mesmo que haja um contrato estipulando tal obrigação, isso não resolverá o problema com a prefeitura.

O que o proprietário deve fazer se o inquilino não pagar o IPTU?

Se existe um contrato de locação entre proprietário e inquilino, onde o locatário se responsabiliza pelo pagamento do IPTU do imóvel, este contrato é válido e pode ser usado judicialmente em caso de não cumprimento de suas cláusulas.

Fica definido que se o locatário deve pagar o IPTU e ele deixa de fazer isso, o locador pode acioná-lo na justiça exigindo o pagamento da dívida e pedindo por uma compensação de todos os danos que foram causados.

Isso é o que diz o artigo 22, VIII da Lei nº 8.245/1991: havendo contrato de aluguel que preveja obrigação do inquilino em pagar o IPTU do imóvel alugado e mediante o seu não pagamento, o locador deverá quitar a divida para não sofrer com as sanções fiscais e terá o direito de ingressar com ação judicial para receber de volta os valores gastos. Ou seja, o contrato pode não representar nada para a autoridade fiscal – que continuará cobrando o IPTU do proprietário do imóvel. Porém, o contrato tem total valor na esfera civil, pois é um acordo celebrado entre as duas partes, podendo assim ser usado judicialmente.

Assim sendo, toda a atenção é essencial no ato da confecção e assinatura do contrato de locação.

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Jardim Vertical, uma ideia para o seu espaço.

Com o estresse do dia a dia e com as cidades cada vez mais urbanizadas, concretadas e cinzas, os jardins verticais surgem como uma solução para as pessoas que querem trazer um pedacinho da natureza para dentro da sua casa. Pensando nisso, trago para você neste post ideias de como fazer e de como manter o seu jardim vertical.

O jardim vertical nada mais é do que um jardim que é fixado no sentido vertical em muros ou suspenso por suportes instalados na vertical, podendo criar painéis verdes com plantas de diversas espécies, ou ainda plantas suspensas verticalmente em suportes espaçados, sem que haja a percepção de uma unidade entre as mesmas.

Atualmente, os jardins verticais estão sendo muito utilizados em grandes construções, fachadas de edifícios com propostas sustentáveis, pois o painel verde cria um isolamento acústico e térmico natural, além de servir também para o controle da iluminação natural que incide sobre as fachadas dos edifícios.

Muitos edifícios estão investindo no jardim vertical para economizar energia com sistemas de condicionamento de ar, reduzir a poluição do ar e, principalmente, a poluição sonora, e ainda criar ambientes mais amigáveis para quem trabalha ou mora estes edifícios.

Mas o jardim vertical não é uma exclusividade dos grandes edifícios. Qualquer um pode ter o seu próprio jardim vertical na escala que desejar, em pequenos painéis decorativos, calhas de PVC suspensas com plantação de ervas, muros ajardinados ou ainda painéis internos. São comuns em projetos paisagísticos residenciais com jardins pequenos e de inverno.

Como o jardim vertical pode ser instalado na parte interna ou externa, é preciso saber escolher bem as espécies de plantas. Os locais devem receber iluminação, mesmo que indireta, e as espécies têm que estar de acordo com o local de instalação do jardim, ou seja, jardins expostos ao sol devem ter espécies que são cultivadas a sol pleno, já na área interna as espécies escolhidas devem ser de sombra.

É possível cultivar praticamente qualquer espécie de planta ou árvore em jardins verticais, contanto que as raízes tenham espaço para se desenvolver no suporte utilizado e que o suporte aguente o peso total contando com a terra úmida.

Nas casas é comum se plantar espécies comestíveis como o manjericão, manjerona, orégano, alecrim, tomilho, sálvia, hortelã, coentro, salsinha, pimenta, etc. Principalmente próximo às cozinhas, facilitando o uso dessas ervas, também é muito comum o uso de espécies de suculentas, por serem plantas cactáceas, parentes dos cactos, que não precisam ser irrigadas com frequência e se adaptam bem a meia sombra.

É importante escolher espécies de plantas perenes para jardins verticais, plantas que não perdem suas folhas com as estações para que o jardim se mantenha sempre vistoso durante todo o ano. Algumas espécies de plantas ajudam a esconder as estruturas de apoio do jardim vertical, são plantas com folhagem pendente ou semi pendente. Outra opção são as forrações, é possível variar as espécies de forrações para criar painéis coloridos e com texturas diferentes.

Quer fazer seu próprio jardim vertical? Tem um punhado de tutoriais no Youtube ensinando como fazer um jardim vertical, mas os jardins verticais demandam alguns cuidados importantes para que as plantas se mantenham saudáveis, com cores vivas e não apodreçam ou sequem no suporte.

Jardim vertical mal feito ao invés de trazer benefícios pode causar mau odor devido ao apodrecimento das plantas.

Para jardins verticais extensos de fachadas e muros altos, onde as pessoas não têm acesso com facilidade é preciso contratar uma empresa especializada de paisagismo vertical para fazer o projeto, pois essas empresas utilizam materiais apropriados, inclusive substratos que são mais leves e não vão sobrecarregar a estrutura das fachadas, paredes e muros, além de prever sistemas de irrigação automáticos com adubagem líquida, sistemas de escoamento da água eficientes e ainda escolher espécies adequadas para o jardim vertical.

Agora se o seu objetivo é apenas fazer um jardim vertical simples você pode optar por vasos dispostos verticalmente (vasos de barro absorvem melhor a água), ou ainda estruturas prontas para jardins verticais feitas de concreto, de plástico, estruturas cerâmicas, placas de fibra de coco e até vasos feitos com canos de PVC.

Para fixar vasos utilize painéis de madeira, treliças de bambo ou metálicas e cordas para os jardins suspensos, lembrando que a estrutura tem que ser firme e bem fixada, com furos para que a água escorra e com um sistema de dreno para essa água excedente caso o jardim seja interno.

Fica a dica para quem quer fazer algo diferenciado e personalizado, espero que tenha gostado de nossas dicas e informações.

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Djeisan Colombo – Consultora

Inadimplência, o terror do locador!

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Inadimplência, o terror do locador!

          Se talvez exista algum medo no negócio jurídico da locação, este tem o nome de “inadimplência”. Apesar de termos resultados bastantes positivos nesta questão, ainda existem casos em que temos de recorrer à justiça para a regularização. E quando recorremos a justiça, os proprietários se mostram sem conhecimento legal do processo, portanto vamos desmistificar o assunto.

          Talvez a principal razão para uma ação de despejo, a falta de pagamento está prevista no Art. 62° da Lei do Inquilinato (Lei 8245/91). No artigo está previsto que: “I – o pedido de rescisão da locação poderá ser cumulado com o pedido de cobrança dos aluguéis e acessórios da locação; nesta hipótese, citar-se-á o locatário para responder ao pedido de rescisão e o locatário e os fiadores para responderem ao pedido de cobrança, devendo ser apresentado, com a inicial, cálculo discriminado do valor do débito.”

          Portanto, ao distribuir a ação, além do pedido de rescisão, devem ser anexados todos os cálculos discriminando valores atualizados. Desta forma, em uma única ação, será possível despejar e cobrar os valores devidos, inclusive os vencimentos no decorrer do processo. O fiador estará incluso no processo, caso seja esta a garantia locatícia.

          Vale lembrar também que, o locatário ainda sim pode evitar o despejo e a rescisão contratual. Basta efetuar o pagamento de TODOS os débitos pendentes em um período máximo de 15 dias a contar da citação. Tudo isso via depósito em juízo (Art. 62, inc. II Lei 8245/91).

            A partir deste conhecimento concluímos que é possível pedir a rescisão do contrato e ordem de despejo em caso de inadimplência, e que todo e qualquer débito pendente será cobrado em vias judiciais. No entanto é indispensável a consulta e o acompanhamento de um advogado especializado em direito imobiliário.

https://www.portorioimobiliaria.com/single-post/2017/05/13/Inadimpl%C3%AAncia-o-terror-do-locat%C3%A1rio

VAI VIAJAR? CUIDADOS COM A CASA NO PERÍODO DAS FÉRIAS

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Com as férias chegando, muitas famílias fazem planos de viagem para aproveitar bem o momento de lazer e de descanso. É sempre bom pensar em todos os detalhes para viajar sem preocupações e um dos pontos mais importantes é o que diz respeito à segurança de sua casa no período de ausência.

Quais cuidados com a residência você costuma tomar quando sai para viajar? Separamos  dicas essenciais para ajudá-lo. Veja a seguir!

Não espalhe a notícia

Do mesmo jeito que você e a sua família planejam um roteiro para seus passeios de férias, deve-se ter uma lista de coisas a cumprir, a fim de deixar a casa em segurança. Só que a segurança do imóvel começa antes da partida: é importante que você não comente do seu plano de férias e ausência para muitos vizinhos ou estranhos.

Pode-se informar sobre o período de ausência futura para um vizinho próximo, somente, com a solicitação de que ele fique atento a alguma movimentação suspeita ao redor do imóvel. Ao retornar, e se estiver de carro, fique atento e olhe com atenção para a rua para ver se não tem alguma movimentação estranha.

Teste todas as trancas

Teste os fechos e os trincos da casa. Se possível, instale reforços, principalmente nos portões laterais e nas portas da cozinha. Evite colocar o cadeado do lado de fora do portão, porque isso pode denunciar a sua saída.

Proteja os objetos de valor

No que diz respeito a joias, obras de arte entre outros objetos de alto valor, o mais recomendado é evitar mantê-los em casa, mesmo em cofres. A não ser que essas peças estejam seguradas e o imóvel esteja bem protegido com seguro, câmeras e outros sistemas de proteção.

Tenha cuidado com as chaves

Não deixe a chave do imóvel com terceiros, exceto se forem pessoas de sua confiança. Além do mais, jamais deixe as chaves “escondidas” naqueles locais que você considera secretos, como embaixo do tapete da entrada ou dentro dos vasos do corredor.

Desligue os aparelhos eletrônicos

Para que não ocorra nenhum problema com os aparelhos, eles devem ser desligados. Vale dizer que tirar os aparelhos eletrônicos da tomada gera grande economia de energia elétrica.

É comum que eletrodomésticos como freezer, geladeira, rádio relógio e micro-ondas, por exemplo, consumam energia elétrica de forma desnecessária durante a ausência dos moradores. Não deixe os aparelhos em stand-by à toa e diminua a potência de máquinas que precisam permanecer ligadas, como o freezer e a geladeira — afinal, elas não serão abertas e fechadas tantas vezes nesse período.

Se você quiser deixar alguma lâmpada acessa durante a temporada em que estará fora, uma boa solução é instalar um temporizador — e programá-lo para apagar e acender a lâmpada em horas específicas. Isso também racionalizará o uso da energia elétrica.

Contrate um seguro residencial

Para ter mais segurança, há a opção de contratar um seguro residencial. Geralmente, o seguro garante proteção contra explosão, incêndio ou queda de raios.

Você também poderá contratar as coberturas adicionais, que protegem contra danos elétricos, vendaval, furtos, inundações e roubos.

Instale sistemas de segurança

A instalação de sistemas de segurança, como câmeras de monitoramento, cercas elétricas e alarmes, principalmente para quem mora em casa, também é uma boa opção.

Existem sistemas de segurança em que você pode acompanhar, via internet e aplicativos, como está o movimento da sua casa em sua ausência diretamente do seu celular ou computador. Além disso, você recebe avisos de intrusão e ainda pode ativar e desativar o alarme a qualquer hora.

Use lâmpadas de fotocélulas

A lâmpada de fotocélulas faz com não haja gasto de eletricidade o dia todo e também são importantes para dar a impressão que existe alguém circulando dentro da residência. Isso acontece porque essas lâmpadas ficam acessas quando se está escuro e apagam assim que detectam que o ambiente está claro. Também é uma boa forma de se economizar energia.

Suspenda as assinaturas de jornais e revistas

Revistas e jornais empilhados na porta da sua residência podem chamar a atenção de possíveis invasores. A fim de evitar que isso ocorra, você pode cancelar, suspender sua entrega ou pedir para alguma pessoa de confiança recolhê-los periodicamente.

Desligue a campainha

Para não chamar a atenção de estranhos, os donos da casa devem se lembrar de desligar a campainha ou redirecioná-la para a casa de um vizinho de confiança. O mesmo vale para o telefone residencial, visto que há a possibilidade de transferir a ligação para outro número, para que, assim, as chamadas futuras sejam atendidas, de forma prática e adequada.

Tenha auxílio de alguma pessoa de confiança

É sempre bom poder contar com a ajuda de alguém em quem confia. Caso você vá viajar por um longo período, pode escolher um amigo, parente ou vizinho para dar uma olhada na residência e ver se está tudo em ordem. Além do mais, essa pessoa de confiança poderá cuidar do jardim, regar suas plantas, abrir janelas e portas para melhor circulação do ar e receber correspondências.

Viajar é sempre bom para conhecer novos lugares, culturas e pessoas. Mas, para não ficar com a cabeça cheia de preocupações e poder desfrutar mais de suas férias, vale a pena seguir alguns procedimentos como precaução.

 

O que fazer quando a obra atrasa e os juros do financiamento continuam correndo?

 

juros obra.jpgQuando se financia imóvel na planta através de instituição bancária, ligada a programas habitacionais é comum a cobrança mensal dos chamados juros de obra.
Os respectivos juros de obra, nada mais são do que o pagamento de parte de juros do financiamento auferido pelo mutuário e que possivelmente tendem a diminuir com o passar dos anos. Até aí tudo bem!
O problema do mutuário começa a surgir quando ocorre atraso na entrega do empreendimento, uma vez que o mesmo sente-se lesado na medida em que mensalmente paga sua fatura de juros de obra e não vê o andamento da obra na mesma medida.
Quando isso acontece surgem os questionamentos: É certo pagar esses juros enquanto a obra está parada? Não seria melhor suspender a cobrança dos juros até o recomeço das obras?

Olha, lamentavelmente vemos muitas pessoas judicializando a questão, principalmente para não pagar ou até mesmo “suspender” a cobrança dos juros de obra.
No entanto, ao agir desta forma, cometem um grande equívoco.
É que ao paralisar/suspender o pagamento mensal dos juros de obra, seja administrativamente ou judicialmente, simplesmente se transfere essa conta para o futuro. Veja que tal ato não traz nenhuma vantagem para o mutuário, pelo contrário coloca o mesmo em prejuízo.
Por outro lado, o ato também não faz com que a construtora acelere o empreendimento.
Assim, ao agir dessa forma tenham certeza de prejuízos financeiros serão trazidos ao próprio mutuário, pois além de não se mostrar o mais correto e condizente com o contrato de financiamento e com as legislações a ele atinentes, adiam o pagamento dos respectivos valores, cujos aos mesmos serão inseridas as atualizações necessárias.
Portanto, muito cuidado com os que oferecem milagres ou tentam demostrar que a suspensão da respectiva cobrança dos juros de obra é o melhor para o consumidor, pois não é!
A saída é outra e no caso da existência de danos devem os adquirentes desses imóveis agirem da forma correta e não contrária aos princípios basilares do sistema financeiro da habitação.

Se você ainda tem dúvida sobre esse assunto, venha até a Imobiliária Jaeger que um dos nossos consultores irá lhe auxiliar.

#VemPraJaeger

7 dicas de planejamento financeiro para comprar o imóvel dos sonhos

 

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A compra do apartamento ou da casa própria é um marco importante na vida de qualquer pessoa. No entanto, o caminho para realizar esse sonho não é nada simples: é preciso organização e planejamento financeiro antes de pensar em adquirir o imóvel que você tanto quer.

Uma compra feita da forma errada pode impactar negativamente a sua vida por um longo período, trazendo sérios prejuízos não só para você mas também a toda sua família. Por isso, separamos neste post 7 dicas de planejamento financeiro. Confira!

1. Organize suas finanças e estabeleça metas de poupança

A primeira coisa a fazer para atingir essa conquista é se organizar financeiramente. Tenha em mãos seu orçamento, lance seus ganhos e gastos em uma planilha e calcule quanto sobrará por mês para ser investido na compra do imóvel.

Com base nesse orçamento, se esforce para economizar. O interessante é trabalhar com uma meta de valor para ser poupada.

Se você perceber que não está sendo possível atingir a quantia desejada, analise o que pode ser cortado de outros gastos.

2. Faça um planejamento financeiro para investir tudo o que for poupado

Dinheiro parado é sinônimo de prejuízo. Por isso, enquanto você junta a quantia para comprar seu imóvel, esse dinheiro pode ser aplicado em algum investimento financeiro para render ao longo do tempo.

O ideal é investir em alguma aplicação segura de renda fixa, que lhe garanta ganhos estáveis e previsíveis.

3. Procure a melhor forma de pagamento

Existem três principais maneiras de comprar um imóvel: a aquisição à vista, o financiamento e o consórcio imobiliário.

Analise a sua situação financeira

Para evitar dívidas, é sempre preferível pagar qualquer coisa à vista. Porém, devido aos preços dos imóveis, nem sempre isso é possível. Por isso, é importante ter em mente quais são as outras formas de pagamento possíveis e adequá-las de acordo com sua capacidade financeira.

Seu FGTS pode ajudar

Não se esqueça também de que uma ajuda pode vir de seu FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), já que seu uso é permitido para a aquisição e financiamento de imóveis.

Consórcios oferecem custos mais baixos

A compra por meio de consórcios também vem se tornando uma alternativa muito popular entre os brasileiros. Ele é ideal para aqueles que não estão com pressa na aquisição, oferendo um custo mais baixo.

4. Considere as diferenças de preço entre imóveis novos e usados

Existem várias diferenças entre imóveis novos e usados.

Ao decidir por essa opção, é importante conferir se o imóvel é antigo e como estão as instalações hidráulicas, fiação elétrica, lajes, telhados, pisos, revestimentos e a estrutura. Muitas vezes uma reforma acaba sendo necessária, o que pode fazer com que a economia obtida na hora da compra deixe de existir.

Um imóvel na planta pode ser interessante por ser um novo projeto e apresentar menos riscos de problemas estruturais, se optar por essa alternativa, pesquise o histórico da empresa, verificando se ela tem boa reputação no mercado e nos órgãos de defesa do consumidor.

5. Tenha calma e não se apresse para escolher

Por mais que a vontade e a urgência em adquirir um imóvel sejam grandes, é preciso ter cautela. O recomendado é pesquisar e analisar todas as alternativas que aparecerem antes de decidir, até encontrar aquela que se encaixe em suas necessidades. O mercado imobiliário é dinâmico e várias boas oportunidades podem surgir com o tempo.

6. Preste atenção aos gastos e despesas extras

Os gastos com a aquisição de um imóvel não se limitam apenas ao valor das prestações e do financiamento. Existem, ainda, as taxas de transferência, documentação. Por isso, reserve também uma quantia para cobrir esses custos.

7. Recorra à ajuda de um profissional

Mesmo com tanto planejamento, ninguém está livre de imprevistos. Por isso, é sempre prudente contar com um apoio profissional. A ajuda de um consultor de imóveis é necessária caso ocorra uma situação não esperada ou até mesmo para solucionar questões relacionadas ao financiamento, por exemplo.

É importante ter total confiança nesse profissional. Peça a ele que esclareça as dúvidas envolvidas na compra, identificando possíveis problemas com documentação, pagamento, escrituras, entre outros trâmites.

Por isso venha até a Imobiliária Jaeger que nossos corretores estarão lhe aguardando.

 

 

Seguro Fiança… Uma nova forma de alugar com segurança.

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O seguro fiança na locação é uma das opções que o inquilino tem de garantir ao proprietário o recebimento do aluguel. O uso do seguro traz agilidade na aprovação do interessado à locação, trazendo mais segurança para o locador.

É um serviço que pode ser contratado para aluguéis residenciais e comerciais. O fiador e o seguro fiança garantem o recebimento do aluguel; qualquer uma dessas opções traz segurança para os proprietários e para as imobiliárias que administram imóveis. Esse método também ajuda a cobrir no final da locação eventuais inadimplências do locatário ou danos ao imóvel.

A figura do fiador está cada vez mais escassa, enquanto ocorre o contrário com o seguro fiança. Clientes locatários estão preferindo este modo até para evitar o constrangimento de pedir a alguém para ser o fiador do seu aluguel, suas taxas de condomínio e impostos, caso ele não possa arcar.

E entre as exigências tomadas como precaução para aceitação de um fiador no contrato de locação é de que este possua mais de um imóvel escriturado ou quitado no seu nome, para que se possa penhorar esse imóvel em caso de inadimplência do inquilino. A explicação para tantas exigências é pelo fato dos custos operacionais e judiciais, caso preciso for mover uma ação de despejo por falta de pagamento. 

Com o seguro fiança a imobiliária conta com a seguradora para realizar o trabalho e a responsabilidade pela aprovação da ficha do futuro inquilino. O seguro fiança está cada vez mais se expandindo, pois além de segurança, traz inúmeras vantagens para ambas as partes, por exemplo: agilidade na aprovação da locação; evita constrangimentos gerados ao se procurar um fiador; possibilidade de pagamento do seguro parcelado ou à vista; segurança e agilidade no recebimento de valores para cobrir qualquer eventual dano e falta de pagamento.

Se você pensou em alugar com segurança venha para Imobiliária Jaeger, aqui nós trabalhamos com seguro fiança.

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Dicas para melhorar a apresentação e venda do seu imóvel

15 chic ideas for Alesbian wedding.jpgMuitos imóveis não são comprados por causa de desorganização, bagunça, sujeira ou odores desagradáveis, detalhes que, entre outros, podem ser fatores determinantes para a desistência de compra. Pequenos detalhes podem dar ao seu lar uma bonita apresentação e auxiliar o corretor na hora da venda.

Veja o que fazer em seu imóvel para causar boa impressão na hora da visita:

Cômodos organizados

Além de bem apresentável, um imóvel organizado é mais explicativo e o cliente percebe melhor seus espaços.

Manter as camas arrumadas é uma dica para os dormitórios, o ideal é que a cama esteja convidativa e passe a percepção de conforto.

Aroma de café

Sempre que possível, deixe no ambiente o aroma de café. Isso proporciona ao comprador uma sensação de estar em casa, aconchego e conforto, além de eliminar possíveis odores do imóvel.

Banheiros limpos

Mantenha os banheiros limpos e cheirosos e o assento sanitário abaixado. Deixe apenas a toalha de rosto estendida; toalhas de banho ocupam muito espaço e dão impressão de desleixo, em hipótese alguma esqueça roupas intimas penduradas.

Água e luz

Quando o imóvel estiver desocupado mantenha a água e a luz ligadas, apesar de parecer oneroso e desnecessário é estritamente importante para que o corretor consiga demonstrar que tudo está funcionando, além de ajudar quando for mostrar à noite.

Pets

Sabemos que seus pets fazem parte da sua família, contudo quando for apresentar seu lar certifique-se de que seu pet não vai atrapalhar com barulhos, mordidas ou pulos, se isso for inevitável peça para alguém levá-lo para um passeio durante esse período. Além disso, preocupe-se em deixar o imóvel livre de dejetos para que não ocorra nenhum acidente e evitar odores desagradáveis.

Pia limpa

É importante que a cozinha esteja apresentável, para isso mantenha sempre a pia limpa com louças e comidas guardadas além da lixeira vazia.

Sala convidativa

Deixe sua sala organizada, sofá arrumado, sem bolsas ou roupas em cima, que seja convidativo para que o cliente tenha vontade de ficar ali.

Ficou com alguma dúvida? Procure a Imobiliária Jaeger.

Rafaela Pedó

A importância da imagem pessoal

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Com esta breve definição podemos avançar na idéia de que no mundo moderno os profissionais bem sucedidos são aqueles que mantêm uma imagem pessoal positiva.
Para tanto usam seu poder pessoal para conquistar seus objetivos, superar os obstáculos, vencer as barreiras e dificuldades do dia-a-dia. Constroem uma base de valor pessoal sólida. Sabem “quanto vale o seu passe”.
Agir com elegância, discrição e, sobretudo, ética é um passo a mais para o sucesso.
Como fazer da imagem pessoal uma estratégia no mundo dos negócios?
A verdade é que hoje para ser eficiente, o marketing pessoal deve ser sutil e inteligente a começar pela aparência. Desfilar grifes, por exemplo, não faz de você um profissional respeitado. O resultado pode até ser o contrario e revelar que, na falta do que falar, você esbanja na aparência.
O que não se pode negar, no entanto, é que o primeiro julgamento é o visual, a partir do visual podemos perceber a que grupo uma pessoa pertence, se é cuidadosa ou não pelo seu penteado, se é calma ou agitada pelo modo de andar, sentar e falar, ou seja, fazemos logo um julgamento de alguém que nem conhecemos.
Se isto está certo ou errado, não sei. O que sei é que cada vez mais é importante cuidarmos da nossa imagem, porque querendo ou não seremos julgados pelo inconsciente da pessoa que nos vê.
No mercado de trabalho a imagem pessoal tem muito valor, não importa ser bonito ou feio, na verdade existe uma grande diferença entre ser bonito fisicamente e ter uma boa aparência. Uma pessoa pode possuir uma beleza física padrão e não ter uma boa imagem pessoal, o que quer dizer que ela pode usar roupas amassadas, cabelos desgrenhados, unhas mal feitas, etc. Já uma pessoa de boa aparência é aquela que pode não possuir uma beleza física padrão, mas tem um bom corte de cabelo, unhas em dia, barba bem feita e roupas em ordem.
“A sua imagem pessoal é o seu cartão de visita.”
A sua imagem pessoal, não é única, ela precisa se adequar a diferentes ocasiões como ao ambiente de trabalho ou lazer, mas sem esquecer-se de você, do seu estilo, do seu gosto, a sua imagem pessoal deve estar sempre adequada e bem cuidada, ela é a embalagem do seu produto.

Fazendo uma analogia entre um produto em um supermercado e nós profissionais, imagine quando vamos às compras e em uma prateleira encontramos um produto com a embalagem amassada, rasgada, mal cuidada, dificilmente a levamos para a casa, compramos a que está do lado, inteira e bem apresentável. Nós profissionais, somos um produto, e o nosso consumidor/cliente são as empresas, que contratam os nossos serviços, mas se a sua “embalagem”, ou seja, seu visual não estiver condizente com o profissional que você está tentando vender, dificilmente será contratado.

O seu produto é você, os seus conhecimentos, habilidades, técnicas e outras qualidades que você possui. A sua embalagem é a sua aparência, o seu visual, é a primeira informação que o seu cliente, contratante ou o interessado em comprar os seus serviços tem de você.

É verdade que a sua imagem pessoal não lhe garante um emprego, um contrato, uma entrevista de negócios, que uma embalagem sem conteúdo não tem muita força, mas sem ela dificilmente terá mais que um primeiro contato.

Como diz a célebre frase de Cícero, o grande orador romano, que dizia “não basta à mulher de César ser honesta, ela tem de parecer honesta”.

Não basta sermos ótimo profissionais, com currículo impecável e um acumulo de experiências invejáveis, precisamos também parecer ótimos profissionais.

 

Investir em terreno é um bom negócio, mas exige cuidados!

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Terrenos são grandes geradores de riqueza, pois investir no entorno de grandes capitais é valorização garantida no longo prazo. Isto ocorre porque as cidades brasileiras estão se expandindo horizontalmente em ritmo acelerado.

Também existem diversas formas de se investir e lucrar com terrenos no curto e médio prazo.

Muitos condomínios de luxo no Brasil são construídos em verdadeiros brejos, terrenos alagados em volta de lagoas que não teriam qualquer valor aos olhos de uma pessoa comum.

Confira 3 dicas para investir em terrenos:

  1. Verifique o histórico

O primeiro passo é verificar o histórico da empresa responsável pelo loteamento, pedir referências sobre os loteamentos lançados anteriormente e visitá-los.

  1. Visite o Local

Visitar o local onde se deseja adquirir um lote é fundamental para conhecer a infraestrutura das ruas, iluminação, segurança e verificar a demarcação.

  1. Documentação

É necessário olhar com atenção a documentação do lote. Caso o lote seja irregular, a documentação irá denunciar se ele está instalado próximo a áreas de mananciais ou de proteção ambiental.

Uma das principais prioridades é verificar a matrícula individual do lote, que garante ao proprietário que aquilo não é fruto de uma ocupação irregular. Essa conferência pode evitar 95% dos problemas que podem ser descobertos com a compra de terrenos.

Confira no Registro de Imóveis o registro do loteamento, as licenças e a aprovação do projeto.

É recomendável também verificar informações junto aos órgãos ambientais e prestadores de serviços públicos de água e luz.

Seja qual for o terreno, tenha um pensamento de longo prazo, para assim conquistar lucros muito maiores que no curto prazo.