Animais de Estimação em Condomínios

Foto oficial

Se o cachorro é o melhor amigo do homem, é também uma das maiores dores de cabeça da vida em condomínio. Afinal, lidar com as particularidades de animais e donos não é tarefa das mais fáceis.

Cães circulando em áreas coletivas do condomínio e latindo durante a madrugada correspondem a aproximadamente 15% dos conflitos entre moradores. Além disso, a presença desses “mimos” em condomínios já é praticamente unânime.

Quanto ao Regramento:

O fundamental é que haja regras claras para todos seguirem. O condomínio deve exemplificar no regulamento interno ou convenção exatamente o que é permitido em suas áreas comuns.

Deve explicar no documento situações como: as áreas onde os animais podem circular, se só do elevador para a portaria ou não, se podem usar o elevador social, se devem usar guia e coleira ou não. O que acontece se o animal fizer necessidades nas áreas comuns, como deve ser tratado o assunto barulho, enfim, o mais abrangente possível.

 

Para que a vida em comum seja tranquila e harmoniosa, todos os moradores devem fazer sua parte, respeitando seu espaço e o do vizinho. Portanto, é muito importante que as dicas abaixo – além das já previstas na convenção e regimento interno – sobre a conduta de animais em condomínios sejam seguidas:

  • A entrada, saída e circulação com os animais deve ser feita somente pelos locais permitidos;
  • Lugar de passeio é na rua ou praças do bairro, não no jardim, ou na garagem;
  • É proibido que os animais façam suas necessidades na área comum do condomínio. Caso aconteça, por favor recolha os dejetos imediatamente;
  • Caso o animal de um morador faça muito barulho, antes de registrar queixa, verifique se outros condôminos também se sentem incomodados;
  •  Ao escolher o animal que vai morar em um apartamento, evite os que são muito grandes e/ou muito barulhentos;
  • O animal ou seu ambiente não deve exalar cheiro desagradável;
  • Se for viajar ou ficar muito tempo fora de casa não deixe o animal trancado na sua unidade;
  • É conveniente que o dono do animal mantenha à disposição do síndico a carteira de vacinação do bicho;
  • Caso o dono do animal não se disponha a colaborar com a vida em comum, como não pagando multas e se mostrando contrário ao convívio social pacífico, é possível identificá-lo como antissocial, com multas equivalentes a até dez vezes o valor da taxa condominial.

 

Fontes:

http://www.sindiconet.com

http://www.condac.com.br

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