07 Dicas Para Conservar Pinturas de Paredes

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07 Dicas Para Conservar Pinturas de Paredes

1 – Tente sempre limpar a sujeira da pintura assim que percebê-la.

Quanto antes puder fazer a sua remoção, mais fácil será para eliminar as substâncias estranhas, que tendem a se fixar e dar muito mais trabalho para ser retiradas.

2 – Pinturas recentes à base de Látex PVA, repintar localmente.

Para as que precisam de 3 a 4 semanas para ter secagem total e fixação plena, é interessante, dependendo da extensão do dano. Para isso, utilize a sobra da tinta. Remova a sujeira, espere secar bem e reaplique a sobra de tinta apenas no local, tentando deixar o “remendo” o mais uniforme possível.

3 – Para pinturas já fixadas em Látex PVA, utilize um pano macio ou esponja umedecida em água.

Nos casos de poeira ou manchas de toque manual. Com suaves movimentos circulares, evite remover indevidamente a tinta aplicada. Se houver excesso de água, faça o acabamento com outro pano seco, deixando o local o mais uniforme possível.

4 – Para pinturas com manchas de gordura, utilize o mesmo método.

Adicionando um pouco de detergente neutro à esponja ou pano, em movimentos circulares também. Utilize outro pano limpo e seco para remoção dos resíduos já desprendidos da parede após a ação do detergente.

5 – Evite o uso de removedores.

Eles tendem a remover a sujeira e a tinta junto, o que deixará a superfície irregular.

6 – Para os casos de tintas acrílicas tudo fica um pouco mais fácil, devido à sua resistência.

Aplique o mesmo método, observando na secagem se toda a sujeira foi de fato removida.

7 – Nos casos de tintas esmalte as coisas ficam ainda mais fáceis.

Basta aplicar um pano úmido com água e sabão, em movimentos circulares. Em geral isso será suficiente para remover manchas de toque manual, gordura e resíduos particulados. Caso, no entanto, haja a presença de outras tintas, graxas ou materiais viscosos, um pouco de removedor doméstico de gordura tenderá a resolver o problema sem afetar a pintura.

          Fonte disponível em 17/08/2017: http://sossolteiros.bol.uol.com.br/dicas-para-aumentar-a-durabilidade-e-beleza-da-pintura-domiciliar/

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Dicas para você ter uma locação tranquila.

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Para não haver problemas na documentação e no que foi acordado em negociação antes de assinatura de contrato exija, cuide e leia atentamente tudo que for descrito em contrato e vistoria do imóvel. Aqui vai algumas dicas para você ter uma locação sem incômodo.

O inquilino deve verificar as condições do imóvel. Faça uma revisão em todo o imóvel antes de concretizar qualquer assinatura em vistoria. Evitando futuros problemas que poderão lhe causar desconfortos.

Tanto inquilino como o proprietário devem verificar que se faça constar no contrato: valor do aluguel, índice de reajuste e como será a maneira reajustado o aluguel, duração da locação, multas por atraso no pagamento e forma de pagamento do aluguel.

O proprietário pode e deve exigir que o candidato a inquilino apresente garantias sendo uma delas:

– Caução: Normalmente é feito em dinheiro, no valor de três aluguéis e deverá ser depositado em poupança. No final do contrato, não havendo dívidas, o inquilino deverá receber o total da conta da poupança.

– Fiança: O inquilino apresenta pessoa que se responsabiliza pelos encargos da locação (fiador).

– Seguro fiança: O inquilino faz um seguro junto a uma companhia seguradora que exerce o papel de fiador.

O candidato deverá se informar se a imobiliária de sua pretensão aceita os modos citados acima.

 Direitos e deveres na locação

Deveres do proprietário (locador):

– entregar o imóvel em condições de uso. Se o inquilino perceber qualquer problema após a locação, deverá comunicar o proprietário e solicitar o conserto.

– pagar os impostos (IPTU), taxas e prêmios de seguro complementar contra incêndio. Porém, se no contrato constar que essa obrigação é do inquilino, ele terá que cumprir o que foi estabelecido.

– no caso de apartamento, cabe ao proprietário pagar as despesas extraordinárias do condomínio: reformas no prédio, fundo de reserva, manutenções do prédio.

Deveres do inquilino (locatário):

– pagar pontualmente o aluguel no prazo

– utilizar o imóvel conforme determinado em contrato (se para fins residenciais, não poderá ser utilizado para comércio e vice versa)

-entregar o imóvel conforme vistoria, entregar da mesma maneira que o recebeu.

– não alterar características do imóvel sem consentimento do proprietário, com documento assinado e nas formas legais.

– o inquilino deve pagar as despesas ordinárias do condomínio: luz, água, limpeza. E se caso constar em contrato que a obrigação é do inquilino ele deverá pagar os impostos (IPTU), taxas e prêmios de seguro contra incêndio.

Se você deseja uma locação tranquila, venha nos procurar que aqui sempre temos a melhor solução para nossos clientes. #VemPraJaeger.

 

5 dicas para morar sozinho pela 1ª vez com pouco dinheiro.

 

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Uma pesquisa do portal de classificados de imóveis Zap mostrou que, entre os millennials brasileiros, nascidos entre 1985 e 2000, 62% dos solteiros querem morar sozinhos ou, no máximo, com uma pessoa. Metade deles tem pressa para sair da casa dos pais: querem se mudar imediatamente ou em até três meses.

Morar sozinho pela primeira vez tem seus prazeres, mas também seus riscos. É mais fácil se descuidar das despesas e acabar se endividando, como mostrou outra pesquisa divulgada em maio de 2017 pelo SPC Brasil.

Se esse é o seu desejo, a seguir, três especialistas em planejamento financeiro sugerem algumas dicas para morar sozinho pela primeira vez sem perrengues, mesmo com pouco dinheiro:

1) Na primeira vez, alugue

Diferente do senso comum, quase metade dos millennials que procuram imóveis pretende comprar a casa própria em vez de alugar, e essa busca é 35% maior entre os casados.

“A turma mais jovem tem mais interesse em mobilidade do que em jogar a âncora em algum lugar só até casar e ter filho. Depois, tem um comportamento muito semelhante ao dos pais, com apreço pela casa própria”, explica o CEO do Zap, Eduardo Schaeffer.

Mas a casa própria nem sempre é sinônimo de sucesso financeiro, especialmente no início da carreira profissional.

“Os brasileiros são muito apegados a imóveis, mas a aquisição da primeira casa própria exige algumas respostas que dificilmente um jovem tem. Durante quanto tempo você pretende ficar nesse imóvel? Pretende se casar e continuar morando nele? Se tiver filhos, a casa vai atender às suas necessidades?”, questiona a educadora financeira Cássia D´Aquino.

Segundo a especialista, a ideia de que o imóvel é sempre um bom investimento precisa ser relativizada e, nessa fase da vida, é melhor alugar até ter mais claro seus objetivos futuros. O financiamento é um compromisso financeiro de prazo muito longo e vender o imóvel no futuro pode não ser tão fácil.

2) Aprenda afazeres domésticos para economizar

A ideia do “agora vou viver como eu quero” pode sair bem cara se você não se organizar para isso. “Morar sozinho não é fazer tudo o que se quer, é ser responsável por tudo o que se faz”, lembra Cássia.

Se você não sabe cozinhar nem lavar roupa, por exemplo, é melhor aprender antes que esses afazeres domésticos virem mais um custo fora de casa.

3)  Faça um levantamento de todos os custos

Planejamento é essencial pra você ter certeza que vai conseguir arcar com todos os custos da casa nova antes de decidir se mudar. Faça uma lista de todos os gastos essenciais que terá, como aluguel, luz e internet.

“Esse é o primeiro passo. Se esses custos couberem no orçamento, você vai para a segunda lista, dos custos para mobiliar a casa”, ensina a planejadora financeira Leticia Camargo, da Associação Brasileira de Planejadores Financeiros (Planejar).

É bem possível que, logo de cara, os custos se mostrem mais altos do que você imaginava. Se isso acontecer, veja onde você está disposto a mexer para reduzir os gastos. É nessa hora que você verá se está realmente disposto a abrir mão de alguns confortos para morar sozinho.

4) Se organize para manter uma reserva de emergência

Lembre-se de incluir na simulação dos custos não só os gastos fixos, mas também os gastos eventuais com imprevistos, se precisar fazer alguma manutenção na casa.

“É normal morar sozinho pela primeira vez com o orçamento apertado, mas não pode ser tão apertado a ponto de ficar no zero a zero e não ter nenhuma folga financeira para arcar com imprevistos”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

O ideal é manter guardado para emergências um valor entre três e seis salários. Se isso parecer muito para você, organize o orçamento para guardar algum dinheiro todo mês, não importa quanto seja.

5) Organize o pagamento das contas

Se possível, coloque todos os pagamentos no débito automático e tente agrupá-los para a mesma data, casada com o pagamento do salário. Outra dica é colocar lembretes no celular ou na geladeira de todos os pagamentos.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/endividamento-aumenta-entre-quem-mora-sozinho-mostra-pesquisa/

 

Quem paga o IPTU do Imóvel Locado?

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Na hora de alugar um imóvel, muita gente tem a mesma dúvida. Quem arcará com o pagamento do IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana).

O primeiro pronto a ser esclarecido é sobre o pagamento do IPTU. De acordo com o artigo 34 do Código Tributário Nacional, o contribuinte do imposto é o proprietário do imóvel, fica a ele a obrigação do pagamento do IPTU.

A Lei do inquilinato (Lei nº 8245/91) diz, no artigo 22, inciso VIII, que o locador (proprietário) é obrigado a pagar o imposto e as taxas que venham a incidir sobre o mesmo, salvo se de outra forma for estabelecida em contrato.

O IPTU PODE SER PAGO PELO INQUILINO?

Apesar da legislação, em alguns contratos de locação, pode ser estabelecido que as despesas com IPTU fiquem por conta do inquilino. Esse valor é combinado entre as partes e é pago, muitas vezes, juntamente com o aluguel ou com a taxa de condomínio.

A nova Lei do Inquilinato (Lei 12.112/2010) deixa isso bem claro: o pagamento do IPTU pode ser negociado entre o locador e o locatário do imóvel, até que um acordo seja feito entre as duas partes. Mas para que o IPTU se torne de fato uma obrigação do inquilino e não gere dor de cabeça para o proprietário, é importante formalizar esta obrigação claramente dentro do contrato de locação.

O que acontece se o inquilino não pagar o IPTU?

Se o inquilino que for obrigado em contrato a quitar o IPTU não efetuar o pagamento, a responsabilidade pelo pagamento em atraso cairá sobre o locador, ou seja, nada acontece juridicamente com o locatário que não pagou o imposto e sim com o dono do imóvel: será ele que terá que arcar com todas as multas, encargos e juros que serão cobrados pelo poder público. Se o débito continuar existindo por determinado período, o proprietário poderá sofrer até uma execução fiscal e ter seu nome inscrito na lista de dívida ativa do município. Nesse caso, a alegação de que o pagamento do IPTU era responsabilidade do locatário não terá valor nenhum. Mesmo que haja um contrato estipulando tal obrigação, isso não resolverá o problema com a prefeitura.

O que o proprietário deve fazer se o inquilino não pagar o IPTU?

Se existe um contrato de locação entre proprietário e inquilino, onde o locatário se responsabiliza pelo pagamento do IPTU do imóvel, este contrato é válido e pode ser usado judicialmente em caso de não cumprimento de suas cláusulas.

Fica definido que se o locatário deve pagar o IPTU e ele deixa de fazer isso, o locador pode acioná-lo na justiça exigindo o pagamento da dívida e pedindo por uma compensação de todos os danos que foram causados.

Isso é o que diz o artigo 22, VIII da Lei nº 8.245/1991: havendo contrato de aluguel que preveja obrigação do inquilino em pagar o IPTU do imóvel alugado e mediante o seu não pagamento, o locador deverá quitar a divida para não sofrer com as sanções fiscais e terá o direito de ingressar com ação judicial para receber de volta os valores gastos. Ou seja, o contrato pode não representar nada para a autoridade fiscal – que continuará cobrando o IPTU do proprietário do imóvel. Porém, o contrato tem total valor na esfera civil, pois é um acordo celebrado entre as duas partes, podendo assim ser usado judicialmente.

Assim sendo, toda a atenção é essencial no ato da confecção e assinatura do contrato de locação.

#VemPraJaeger

Inadimplência, o terror do locador!

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Inadimplência, o terror do locador!

          Se talvez exista algum medo no negócio jurídico da locação, este tem o nome de “inadimplência”. Apesar de termos resultados bastantes positivos nesta questão, ainda existem casos em que temos de recorrer à justiça para a regularização. E quando recorremos a justiça, os proprietários se mostram sem conhecimento legal do processo, portanto vamos desmistificar o assunto.

          Talvez a principal razão para uma ação de despejo, a falta de pagamento está prevista no Art. 62° da Lei do Inquilinato (Lei 8245/91). No artigo está previsto que: “I – o pedido de rescisão da locação poderá ser cumulado com o pedido de cobrança dos aluguéis e acessórios da locação; nesta hipótese, citar-se-á o locatário para responder ao pedido de rescisão e o locatário e os fiadores para responderem ao pedido de cobrança, devendo ser apresentado, com a inicial, cálculo discriminado do valor do débito.”

          Portanto, ao distribuir a ação, além do pedido de rescisão, devem ser anexados todos os cálculos discriminando valores atualizados. Desta forma, em uma única ação, será possível despejar e cobrar os valores devidos, inclusive os vencimentos no decorrer do processo. O fiador estará incluso no processo, caso seja esta a garantia locatícia.

          Vale lembrar também que, o locatário ainda sim pode evitar o despejo e a rescisão contratual. Basta efetuar o pagamento de TODOS os débitos pendentes em um período máximo de 15 dias a contar da citação. Tudo isso via depósito em juízo (Art. 62, inc. II Lei 8245/91).

            A partir deste conhecimento concluímos que é possível pedir a rescisão do contrato e ordem de despejo em caso de inadimplência, e que todo e qualquer débito pendente será cobrado em vias judiciais. No entanto é indispensável a consulta e o acompanhamento de um advogado especializado em direito imobiliário.

https://www.portorioimobiliaria.com/single-post/2017/05/13/Inadimpl%C3%AAncia-o-terror-do-locat%C3%A1rio

Seguro Fiança… Uma nova forma de alugar com segurança.

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O seguro fiança na locação é uma das opções que o inquilino tem de garantir ao proprietário o recebimento do aluguel. O uso do seguro traz agilidade na aprovação do interessado à locação, trazendo mais segurança para o locador.

É um serviço que pode ser contratado para aluguéis residenciais e comerciais. O fiador e o seguro fiança garantem o recebimento do aluguel; qualquer uma dessas opções traz segurança para os proprietários e para as imobiliárias que administram imóveis. Esse método também ajuda a cobrir no final da locação eventuais inadimplências do locatário ou danos ao imóvel.

A figura do fiador está cada vez mais escassa, enquanto ocorre o contrário com o seguro fiança. Clientes locatários estão preferindo este modo até para evitar o constrangimento de pedir a alguém para ser o fiador do seu aluguel, suas taxas de condomínio e impostos, caso ele não possa arcar.

E entre as exigências tomadas como precaução para aceitação de um fiador no contrato de locação é de que este possua mais de um imóvel escriturado ou quitado no seu nome, para que se possa penhorar esse imóvel em caso de inadimplência do inquilino. A explicação para tantas exigências é pelo fato dos custos operacionais e judiciais, caso preciso for mover uma ação de despejo por falta de pagamento. 

Com o seguro fiança a imobiliária conta com a seguradora para realizar o trabalho e a responsabilidade pela aprovação da ficha do futuro inquilino. O seguro fiança está cada vez mais se expandindo, pois além de segurança, traz inúmeras vantagens para ambas as partes, por exemplo: agilidade na aprovação da locação; evita constrangimentos gerados ao se procurar um fiador; possibilidade de pagamento do seguro parcelado ou à vista; segurança e agilidade no recebimento de valores para cobrir qualquer eventual dano e falta de pagamento.

Se você pensou em alugar com segurança venha para Imobiliária Jaeger, aqui nós trabalhamos com seguro fiança.

#VemPraJaeger

A importância da imagem pessoal

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Com esta breve definição podemos avançar na idéia de que no mundo moderno os profissionais bem sucedidos são aqueles que mantêm uma imagem pessoal positiva.
Para tanto usam seu poder pessoal para conquistar seus objetivos, superar os obstáculos, vencer as barreiras e dificuldades do dia-a-dia. Constroem uma base de valor pessoal sólida. Sabem “quanto vale o seu passe”.
Agir com elegância, discrição e, sobretudo, ética é um passo a mais para o sucesso.
Como fazer da imagem pessoal uma estratégia no mundo dos negócios?
A verdade é que hoje para ser eficiente, o marketing pessoal deve ser sutil e inteligente a começar pela aparência. Desfilar grifes, por exemplo, não faz de você um profissional respeitado. O resultado pode até ser o contrario e revelar que, na falta do que falar, você esbanja na aparência.
O que não se pode negar, no entanto, é que o primeiro julgamento é o visual, a partir do visual podemos perceber a que grupo uma pessoa pertence, se é cuidadosa ou não pelo seu penteado, se é calma ou agitada pelo modo de andar, sentar e falar, ou seja, fazemos logo um julgamento de alguém que nem conhecemos.
Se isto está certo ou errado, não sei. O que sei é que cada vez mais é importante cuidarmos da nossa imagem, porque querendo ou não seremos julgados pelo inconsciente da pessoa que nos vê.
No mercado de trabalho a imagem pessoal tem muito valor, não importa ser bonito ou feio, na verdade existe uma grande diferença entre ser bonito fisicamente e ter uma boa aparência. Uma pessoa pode possuir uma beleza física padrão e não ter uma boa imagem pessoal, o que quer dizer que ela pode usar roupas amassadas, cabelos desgrenhados, unhas mal feitas, etc. Já uma pessoa de boa aparência é aquela que pode não possuir uma beleza física padrão, mas tem um bom corte de cabelo, unhas em dia, barba bem feita e roupas em ordem.
“A sua imagem pessoal é o seu cartão de visita.”
A sua imagem pessoal, não é única, ela precisa se adequar a diferentes ocasiões como ao ambiente de trabalho ou lazer, mas sem esquecer-se de você, do seu estilo, do seu gosto, a sua imagem pessoal deve estar sempre adequada e bem cuidada, ela é a embalagem do seu produto.

Fazendo uma analogia entre um produto em um supermercado e nós profissionais, imagine quando vamos às compras e em uma prateleira encontramos um produto com a embalagem amassada, rasgada, mal cuidada, dificilmente a levamos para a casa, compramos a que está do lado, inteira e bem apresentável. Nós profissionais, somos um produto, e o nosso consumidor/cliente são as empresas, que contratam os nossos serviços, mas se a sua “embalagem”, ou seja, seu visual não estiver condizente com o profissional que você está tentando vender, dificilmente será contratado.

O seu produto é você, os seus conhecimentos, habilidades, técnicas e outras qualidades que você possui. A sua embalagem é a sua aparência, o seu visual, é a primeira informação que o seu cliente, contratante ou o interessado em comprar os seus serviços tem de você.

É verdade que a sua imagem pessoal não lhe garante um emprego, um contrato, uma entrevista de negócios, que uma embalagem sem conteúdo não tem muita força, mas sem ela dificilmente terá mais que um primeiro contato.

Como diz a célebre frase de Cícero, o grande orador romano, que dizia “não basta à mulher de César ser honesta, ela tem de parecer honesta”.

Não basta sermos ótimo profissionais, com currículo impecável e um acumulo de experiências invejáveis, precisamos também parecer ótimos profissionais.

 

Para que serve o fiador.

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O fiador faz parte do contrato de locação como garantia de pagamento ao locador, caso o inquilino (locatário) não cumpra suas responsabilidades. Para ser fiador, a pessoa deve ter imóvel quitado em seu nome, escriturado, possibilitando adição no contrato de locação. Na falta de pagamento do locatário, o fiador tem de honrar esse compromisso e quitar a dívida pendente. A forma mais usual é pagando em dinheiro eventuais débitos. Caso isso não seja possível, inicia-se um processo para penhorar o imóvel do fiador como forma de pagamento. Em alguns casos, se realizada a venda do objeto, é subtraído o valor que o locatário deve e o restante é devolvido ao fiador, dependendo do montante pendente. Por garantir o pagamento, imobiliárias e proprietários de imóveis põem como pré-requisito para o aluguel a existência de um fiador, que evitará que tanto a empresa como o dono do bem locado saia no prejuízo.
Para ser fiador, além de ter um imóvel em seu nome, é preciso que esse bem esteja quitado, e comprovar renda de duas ou três vezes o aluguel para poder arcar com tal despesa caso seja necessário.
O fiador possui direitos que são estabelecidos pela Lei do Inquilinato, garantindo-lhe proteção jurídica. Caso o locador pretenda modificar cláusulas contratuais do aluguel, por exemplo, o fiador tem o direito de abrir mão do compromisso, sem receber penalidade jurídica. Além disso, o fiador pode declarar falência ou total incapacidade de quitar eventuais débitos do locatário, o que lhe garantirá a posse de seu imóvel. Neste caso, o locador precisa substituir o atual fiador ou a forma de garantia oferecida. Algumas imobiliárias e proprietários de imóveis aceitam como garantia a relação do seguro fiança, que é realizado junto a corretoras de seguro.
Se você tem interesse em saber mais sobre fiadores e seguro fiança, venha até a Imobiliária Jaeger, que conta com uma equipe capacitada para lhe prestar assessoria.
#VemPraJaeger

 

ALERTA IMPORTANTE: FIQUE ATENTO AO MUDAR-SE PARA O IMÓVEL ALUGADO!!!

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Quando alugamos um imóvel, ficamos com a cabeça cheia de tarefas e acabamos esquecendo de alguns itens básicos para manter nossa segurança nessa transição. A primeira coisa a fazer após pegar as chaves do imóvel é trocar as fechaduras dos seus principais acessos, assim evitará alguns transtornos decorrentes da entrada de pessoas desconhecidas no seu lar.

Ocorre que os imóveis ficam disponíveis em várias imobiliárias da cidade e são muitos os candidatos que pegam as chaves para visitação. Esse processo cria oportunidades para indivíduos de má fé fazerem cópias, aguardando você mudar-se para invadir ilegalmente seu imóvel e furtar seus bens.

Outro motivo é que após ser feita a locação de fato, algumas imobiliárias não atualizam seu cadastro e esquecem de inativar o imóvel, ocasionando a visitação pós imóvel já alugado, podendo você sair para trabalhar e alguém entrar no seu imóvel ou ainda interferir na sua privacidade.

Por isso fica o alerta: “TROQUE AS FECHADURAS” no ato da posse do imóvel que você alugou.

            A Imobiliária Jaeger conta com profissionais para lhe auxiliar sempre que precisar. Sempre que tiver qualquer dúvida, visite-nos!

#VemPraJaeger

Dicas para economizar energia no verão.

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O ar condicionado é um dos aparelhos que mais consome energia elétrica e, durante o verão, é um dos principais responsáveis pelo aumento na conta de energia. Para compensar este gasto, é preciso adotar algumas medidas de economia. Confira:

 Ar condicionado

Enquanto o ar condicionado estiver em uso, mantenha janelas e portas fechadas para evitar sobrecarga do aparelho. Um truque para evitar uma noite inteira de ar-condicionado é deixá-lo ligado por cerca de meia-hora antes de ir dormir, de modo a resfriar o quarto. Na hora de se deitar, desligue-o e acione um ventilador. Lembre-se, ainda, de manter os filtros do aparelho sempre limpos. A sujeira impede a circulação do ar e aumenta o consumo de energia.

 Economizando no chuveiro

Às vezes o calor é tão intenso que é possível desligar o aquecimento do chuveiro elétrico e ainda assim tomar um banho morno durante o verão, especialmente no fim do dia, quando a água passou horas esquentando em canos e reservatórios. Se o aquecimento da água ainda for necessário, feche o chuveiro quando estiver se ensaboando e não ultrapasse seis minutos de banho. Use somente a resistência original de seu chuveiro elétrico – gambiarras podem danificar o aparelho, sem contar que exigem mais energia elétrica para fazê-lo funcionar.

 Selo Procel

Ao comprar um novo eletrodoméstico, verifique sempre a classificação do selo Procel e busque pelos aparelhos com tarja A.

 Geladeira e Freezer

Fique atento aos aparelhos de refrigeração, como geladeira e freezer. Evite abrir e fechar a porta da geladeira o tempo todo, mantenha o congelador limpo e livre de gelo na superfície, verifique a aderência das borrachas de vedação das portas e procure instalá-los em ambientes com boa circulação de ar.

 Cores Claras

Pintar as paredes com cores claras ajuda na climatização do ambiente, deixando-o mais fresco.

 LED

Opte por iluminação LED, além de serem mais eficientes que as lâmpadas incandescentes, elas não propagam calor.

 Stand by

Não deixe os equipamentos eletrônicos em stand by, tire-os da tomada após o uso.

 Energia Solar

Instalar um sistema fotovoltaico conectado à rede pode garantir 95% de desconto na conta de energia. Embora seja um investimento mais alto que as demais dicas, o retorno se dá em 5 anos e pode durar até 25 anos, que é, aproximadamente, o tempo de vida útil das placas solares.

Muitas pessoas já conhecem essas dicas, mas não acreditam que implementá-las trará algum retorno significativo. Tente você e veja os benefícios que uma boa gestão da sua energia pode trazer!

 #VemPraJaeger!