Jardim Vertical, uma ideia para o seu espaço.

Com o estresse do dia a dia e com as cidades cada vez mais urbanizadas, concretadas e cinzas, os jardins verticais surgem como uma solução para as pessoas que querem trazer um pedacinho da natureza para dentro da sua casa. Pensando nisso, trago para você neste post ideias de como fazer e de como manter o seu jardim vertical.

O jardim vertical nada mais é do que um jardim que é fixado no sentido vertical em muros ou suspenso por suportes instalados na vertical, podendo criar painéis verdes com plantas de diversas espécies, ou ainda plantas suspensas verticalmente em suportes espaçados, sem que haja a percepção de uma unidade entre as mesmas.

Atualmente, os jardins verticais estão sendo muito utilizados em grandes construções, fachadas de edifícios com propostas sustentáveis, pois o painel verde cria um isolamento acústico e térmico natural, além de servir também para o controle da iluminação natural que incide sobre as fachadas dos edifícios.

Muitos edifícios estão investindo no jardim vertical para economizar energia com sistemas de condicionamento de ar, reduzir a poluição do ar e, principalmente, a poluição sonora, e ainda criar ambientes mais amigáveis para quem trabalha ou mora estes edifícios.

Mas o jardim vertical não é uma exclusividade dos grandes edifícios. Qualquer um pode ter o seu próprio jardim vertical na escala que desejar, em pequenos painéis decorativos, calhas de PVC suspensas com plantação de ervas, muros ajardinados ou ainda painéis internos. São comuns em projetos paisagísticos residenciais com jardins pequenos e de inverno.

Como o jardim vertical pode ser instalado na parte interna ou externa, é preciso saber escolher bem as espécies de plantas. Os locais devem receber iluminação, mesmo que indireta, e as espécies têm que estar de acordo com o local de instalação do jardim, ou seja, jardins expostos ao sol devem ter espécies que são cultivadas a sol pleno, já na área interna as espécies escolhidas devem ser de sombra.

É possível cultivar praticamente qualquer espécie de planta ou árvore em jardins verticais, contanto que as raízes tenham espaço para se desenvolver no suporte utilizado e que o suporte aguente o peso total contando com a terra úmida.

Nas casas é comum se plantar espécies comestíveis como o manjericão, manjerona, orégano, alecrim, tomilho, sálvia, hortelã, coentro, salsinha, pimenta, etc. Principalmente próximo às cozinhas, facilitando o uso dessas ervas, também é muito comum o uso de espécies de suculentas, por serem plantas cactáceas, parentes dos cactos, que não precisam ser irrigadas com frequência e se adaptam bem a meia sombra.

É importante escolher espécies de plantas perenes para jardins verticais, plantas que não perdem suas folhas com as estações para que o jardim se mantenha sempre vistoso durante todo o ano. Algumas espécies de plantas ajudam a esconder as estruturas de apoio do jardim vertical, são plantas com folhagem pendente ou semi pendente. Outra opção são as forrações, é possível variar as espécies de forrações para criar painéis coloridos e com texturas diferentes.

Quer fazer seu próprio jardim vertical? Tem um punhado de tutoriais no Youtube ensinando como fazer um jardim vertical, mas os jardins verticais demandam alguns cuidados importantes para que as plantas se mantenham saudáveis, com cores vivas e não apodreçam ou sequem no suporte.

Jardim vertical mal feito ao invés de trazer benefícios pode causar mau odor devido ao apodrecimento das plantas.

Para jardins verticais extensos de fachadas e muros altos, onde as pessoas não têm acesso com facilidade é preciso contratar uma empresa especializada de paisagismo vertical para fazer o projeto, pois essas empresas utilizam materiais apropriados, inclusive substratos que são mais leves e não vão sobrecarregar a estrutura das fachadas, paredes e muros, além de prever sistemas de irrigação automáticos com adubagem líquida, sistemas de escoamento da água eficientes e ainda escolher espécies adequadas para o jardim vertical.

Agora se o seu objetivo é apenas fazer um jardim vertical simples você pode optar por vasos dispostos verticalmente (vasos de barro absorvem melhor a água), ou ainda estruturas prontas para jardins verticais feitas de concreto, de plástico, estruturas cerâmicas, placas de fibra de coco e até vasos feitos com canos de PVC.

Para fixar vasos utilize painéis de madeira, treliças de bambo ou metálicas e cordas para os jardins suspensos, lembrando que a estrutura tem que ser firme e bem fixada, com furos para que a água escorra e com um sistema de dreno para essa água excedente caso o jardim seja interno.

Fica a dica para quem quer fazer algo diferenciado e personalizado, espero que tenha gostado de nossas dicas e informações.

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Djeisan Colombo – Consultora

VAI VIAJAR? CUIDADOS COM A CASA NO PERÍODO DAS FÉRIAS

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Com as férias chegando, muitas famílias fazem planos de viagem para aproveitar bem o momento de lazer e de descanso. É sempre bom pensar em todos os detalhes para viajar sem preocupações e um dos pontos mais importantes é o que diz respeito à segurança de sua casa no período de ausência.

Quais cuidados com a residência você costuma tomar quando sai para viajar? Separamos  dicas essenciais para ajudá-lo. Veja a seguir!

Não espalhe a notícia

Do mesmo jeito que você e a sua família planejam um roteiro para seus passeios de férias, deve-se ter uma lista de coisas a cumprir, a fim de deixar a casa em segurança. Só que a segurança do imóvel começa antes da partida: é importante que você não comente do seu plano de férias e ausência para muitos vizinhos ou estranhos.

Pode-se informar sobre o período de ausência futura para um vizinho próximo, somente, com a solicitação de que ele fique atento a alguma movimentação suspeita ao redor do imóvel. Ao retornar, e se estiver de carro, fique atento e olhe com atenção para a rua para ver se não tem alguma movimentação estranha.

Teste todas as trancas

Teste os fechos e os trincos da casa. Se possível, instale reforços, principalmente nos portões laterais e nas portas da cozinha. Evite colocar o cadeado do lado de fora do portão, porque isso pode denunciar a sua saída.

Proteja os objetos de valor

No que diz respeito a joias, obras de arte entre outros objetos de alto valor, o mais recomendado é evitar mantê-los em casa, mesmo em cofres. A não ser que essas peças estejam seguradas e o imóvel esteja bem protegido com seguro, câmeras e outros sistemas de proteção.

Tenha cuidado com as chaves

Não deixe a chave do imóvel com terceiros, exceto se forem pessoas de sua confiança. Além do mais, jamais deixe as chaves “escondidas” naqueles locais que você considera secretos, como embaixo do tapete da entrada ou dentro dos vasos do corredor.

Desligue os aparelhos eletrônicos

Para que não ocorra nenhum problema com os aparelhos, eles devem ser desligados. Vale dizer que tirar os aparelhos eletrônicos da tomada gera grande economia de energia elétrica.

É comum que eletrodomésticos como freezer, geladeira, rádio relógio e micro-ondas, por exemplo, consumam energia elétrica de forma desnecessária durante a ausência dos moradores. Não deixe os aparelhos em stand-by à toa e diminua a potência de máquinas que precisam permanecer ligadas, como o freezer e a geladeira — afinal, elas não serão abertas e fechadas tantas vezes nesse período.

Se você quiser deixar alguma lâmpada acessa durante a temporada em que estará fora, uma boa solução é instalar um temporizador — e programá-lo para apagar e acender a lâmpada em horas específicas. Isso também racionalizará o uso da energia elétrica.

Contrate um seguro residencial

Para ter mais segurança, há a opção de contratar um seguro residencial. Geralmente, o seguro garante proteção contra explosão, incêndio ou queda de raios.

Você também poderá contratar as coberturas adicionais, que protegem contra danos elétricos, vendaval, furtos, inundações e roubos.

Instale sistemas de segurança

A instalação de sistemas de segurança, como câmeras de monitoramento, cercas elétricas e alarmes, principalmente para quem mora em casa, também é uma boa opção.

Existem sistemas de segurança em que você pode acompanhar, via internet e aplicativos, como está o movimento da sua casa em sua ausência diretamente do seu celular ou computador. Além disso, você recebe avisos de intrusão e ainda pode ativar e desativar o alarme a qualquer hora.

Use lâmpadas de fotocélulas

A lâmpada de fotocélulas faz com não haja gasto de eletricidade o dia todo e também são importantes para dar a impressão que existe alguém circulando dentro da residência. Isso acontece porque essas lâmpadas ficam acessas quando se está escuro e apagam assim que detectam que o ambiente está claro. Também é uma boa forma de se economizar energia.

Suspenda as assinaturas de jornais e revistas

Revistas e jornais empilhados na porta da sua residência podem chamar a atenção de possíveis invasores. A fim de evitar que isso ocorra, você pode cancelar, suspender sua entrega ou pedir para alguma pessoa de confiança recolhê-los periodicamente.

Desligue a campainha

Para não chamar a atenção de estranhos, os donos da casa devem se lembrar de desligar a campainha ou redirecioná-la para a casa de um vizinho de confiança. O mesmo vale para o telefone residencial, visto que há a possibilidade de transferir a ligação para outro número, para que, assim, as chamadas futuras sejam atendidas, de forma prática e adequada.

Tenha auxílio de alguma pessoa de confiança

É sempre bom poder contar com a ajuda de alguém em quem confia. Caso você vá viajar por um longo período, pode escolher um amigo, parente ou vizinho para dar uma olhada na residência e ver se está tudo em ordem. Além do mais, essa pessoa de confiança poderá cuidar do jardim, regar suas plantas, abrir janelas e portas para melhor circulação do ar e receber correspondências.

Viajar é sempre bom para conhecer novos lugares, culturas e pessoas. Mas, para não ficar com a cabeça cheia de preocupações e poder desfrutar mais de suas férias, vale a pena seguir alguns procedimentos como precaução.

 

O que fazer quando a obra atrasa e os juros do financiamento continuam correndo?

 

juros obra.jpgQuando se financia imóvel na planta através de instituição bancária, ligada a programas habitacionais é comum a cobrança mensal dos chamados juros de obra.
Os respectivos juros de obra, nada mais são do que o pagamento de parte de juros do financiamento auferido pelo mutuário e que possivelmente tendem a diminuir com o passar dos anos. Até aí tudo bem!
O problema do mutuário começa a surgir quando ocorre atraso na entrega do empreendimento, uma vez que o mesmo sente-se lesado na medida em que mensalmente paga sua fatura de juros de obra e não vê o andamento da obra na mesma medida.
Quando isso acontece surgem os questionamentos: É certo pagar esses juros enquanto a obra está parada? Não seria melhor suspender a cobrança dos juros até o recomeço das obras?

Olha, lamentavelmente vemos muitas pessoas judicializando a questão, principalmente para não pagar ou até mesmo “suspender” a cobrança dos juros de obra.
No entanto, ao agir desta forma, cometem um grande equívoco.
É que ao paralisar/suspender o pagamento mensal dos juros de obra, seja administrativamente ou judicialmente, simplesmente se transfere essa conta para o futuro. Veja que tal ato não traz nenhuma vantagem para o mutuário, pelo contrário coloca o mesmo em prejuízo.
Por outro lado, o ato também não faz com que a construtora acelere o empreendimento.
Assim, ao agir dessa forma tenham certeza de prejuízos financeiros serão trazidos ao próprio mutuário, pois além de não se mostrar o mais correto e condizente com o contrato de financiamento e com as legislações a ele atinentes, adiam o pagamento dos respectivos valores, cujos aos mesmos serão inseridas as atualizações necessárias.
Portanto, muito cuidado com os que oferecem milagres ou tentam demostrar que a suspensão da respectiva cobrança dos juros de obra é o melhor para o consumidor, pois não é!
A saída é outra e no caso da existência de danos devem os adquirentes desses imóveis agirem da forma correta e não contrária aos princípios basilares do sistema financeiro da habitação.

Se você ainda tem dúvida sobre esse assunto, venha até a Imobiliária Jaeger que um dos nossos consultores irá lhe auxiliar.

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7 dicas de planejamento financeiro para comprar o imóvel dos sonhos

 

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A compra do apartamento ou da casa própria é um marco importante na vida de qualquer pessoa. No entanto, o caminho para realizar esse sonho não é nada simples: é preciso organização e planejamento financeiro antes de pensar em adquirir o imóvel que você tanto quer.

Uma compra feita da forma errada pode impactar negativamente a sua vida por um longo período, trazendo sérios prejuízos não só para você mas também a toda sua família. Por isso, separamos neste post 7 dicas de planejamento financeiro. Confira!

1. Organize suas finanças e estabeleça metas de poupança

A primeira coisa a fazer para atingir essa conquista é se organizar financeiramente. Tenha em mãos seu orçamento, lance seus ganhos e gastos em uma planilha e calcule quanto sobrará por mês para ser investido na compra do imóvel.

Com base nesse orçamento, se esforce para economizar. O interessante é trabalhar com uma meta de valor para ser poupada.

Se você perceber que não está sendo possível atingir a quantia desejada, analise o que pode ser cortado de outros gastos.

2. Faça um planejamento financeiro para investir tudo o que for poupado

Dinheiro parado é sinônimo de prejuízo. Por isso, enquanto você junta a quantia para comprar seu imóvel, esse dinheiro pode ser aplicado em algum investimento financeiro para render ao longo do tempo.

O ideal é investir em alguma aplicação segura de renda fixa, que lhe garanta ganhos estáveis e previsíveis.

3. Procure a melhor forma de pagamento

Existem três principais maneiras de comprar um imóvel: a aquisição à vista, o financiamento e o consórcio imobiliário.

Analise a sua situação financeira

Para evitar dívidas, é sempre preferível pagar qualquer coisa à vista. Porém, devido aos preços dos imóveis, nem sempre isso é possível. Por isso, é importante ter em mente quais são as outras formas de pagamento possíveis e adequá-las de acordo com sua capacidade financeira.

Seu FGTS pode ajudar

Não se esqueça também de que uma ajuda pode vir de seu FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), já que seu uso é permitido para a aquisição e financiamento de imóveis.

Consórcios oferecem custos mais baixos

A compra por meio de consórcios também vem se tornando uma alternativa muito popular entre os brasileiros. Ele é ideal para aqueles que não estão com pressa na aquisição, oferendo um custo mais baixo.

4. Considere as diferenças de preço entre imóveis novos e usados

Existem várias diferenças entre imóveis novos e usados.

Ao decidir por essa opção, é importante conferir se o imóvel é antigo e como estão as instalações hidráulicas, fiação elétrica, lajes, telhados, pisos, revestimentos e a estrutura. Muitas vezes uma reforma acaba sendo necessária, o que pode fazer com que a economia obtida na hora da compra deixe de existir.

Um imóvel na planta pode ser interessante por ser um novo projeto e apresentar menos riscos de problemas estruturais, se optar por essa alternativa, pesquise o histórico da empresa, verificando se ela tem boa reputação no mercado e nos órgãos de defesa do consumidor.

5. Tenha calma e não se apresse para escolher

Por mais que a vontade e a urgência em adquirir um imóvel sejam grandes, é preciso ter cautela. O recomendado é pesquisar e analisar todas as alternativas que aparecerem antes de decidir, até encontrar aquela que se encaixe em suas necessidades. O mercado imobiliário é dinâmico e várias boas oportunidades podem surgir com o tempo.

6. Preste atenção aos gastos e despesas extras

Os gastos com a aquisição de um imóvel não se limitam apenas ao valor das prestações e do financiamento. Existem, ainda, as taxas de transferência, documentação. Por isso, reserve também uma quantia para cobrir esses custos.

7. Recorra à ajuda de um profissional

Mesmo com tanto planejamento, ninguém está livre de imprevistos. Por isso, é sempre prudente contar com um apoio profissional. A ajuda de um consultor de imóveis é necessária caso ocorra uma situação não esperada ou até mesmo para solucionar questões relacionadas ao financiamento, por exemplo.

É importante ter total confiança nesse profissional. Peça a ele que esclareça as dúvidas envolvidas na compra, identificando possíveis problemas com documentação, pagamento, escrituras, entre outros trâmites.

Por isso venha até a Imobiliária Jaeger que nossos corretores estarão lhe aguardando.

 

 

Investir em terreno é um bom negócio, mas exige cuidados!

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Terrenos são grandes geradores de riqueza, pois investir no entorno de grandes capitais é valorização garantida no longo prazo. Isto ocorre porque as cidades brasileiras estão se expandindo horizontalmente em ritmo acelerado.

Também existem diversas formas de se investir e lucrar com terrenos no curto e médio prazo.

Muitos condomínios de luxo no Brasil são construídos em verdadeiros brejos, terrenos alagados em volta de lagoas que não teriam qualquer valor aos olhos de uma pessoa comum.

Confira 3 dicas para investir em terrenos:

  1. Verifique o histórico

O primeiro passo é verificar o histórico da empresa responsável pelo loteamento, pedir referências sobre os loteamentos lançados anteriormente e visitá-los.

  1. Visite o Local

Visitar o local onde se deseja adquirir um lote é fundamental para conhecer a infraestrutura das ruas, iluminação, segurança e verificar a demarcação.

  1. Documentação

É necessário olhar com atenção a documentação do lote. Caso o lote seja irregular, a documentação irá denunciar se ele está instalado próximo a áreas de mananciais ou de proteção ambiental.

Uma das principais prioridades é verificar a matrícula individual do lote, que garante ao proprietário que aquilo não é fruto de uma ocupação irregular. Essa conferência pode evitar 95% dos problemas que podem ser descobertos com a compra de terrenos.

Confira no Registro de Imóveis o registro do loteamento, as licenças e a aprovação do projeto.

É recomendável também verificar informações junto aos órgãos ambientais e prestadores de serviços públicos de água e luz.

Seja qual for o terreno, tenha um pensamento de longo prazo, para assim conquistar lucros muito maiores que no curto prazo.

Umidade no inverno: não precisa secar as paredes com toalhas ou papel, apenas areje o ambiente.

Paredes mofadas, bolhas na pintura e roupas com bolor são consequências da umidade, uma das características do inverno gaúcho que não poupa quase nenhuma residência. Certo que a influência das massas de ar polar, mais secas, ajudam a balancear mas não há fórmula mágica para deixar a casa seca durante o inverno.

Pensando na praticidade do dia a dia, este post vem com algumas dicas para auxiliar você a melhorar esta situação no seu imóvel.

Banheiro:

O banheiro é um dos principais afetados quando o assunto é a umidade. Geralmente, o teto fica escuro devido ao mofo. Outro problema são os rejuntes dos azulejos, que também podem acumular fungos. A principal forma de evitar o aparecimento desses inquilinos é ventilar o ambiente. Depois do banho, abra a janela do banheiro para sair o vapor, assim como a porta.

Quem não tem janela no banheiro deve contar com exaustores para tirar a umidade e, de preferência, manter a porta do banheiro aberta o maior tempo possível. Secar as paredes com toalhas ou papel não é necessário.

Caso o mofo apareça, deve-se imediatamente limpá-lo, ou ele pode se espalhar nos rejuntes e no teto. Utilize uma esponja macia com água e sabão neutro. Nos rejuntes dos azulejos, a mesma fórmula funciona. Alvejante e cloro podem ser usados, mas se corre o risco de deixar a superfície amarelada.

Quando o mofo impregnar no material, será necessário tomar medidas mais drásticas, como descascar, lixar e passar produtos impermeabilizantes. Usar tinta antimofo também é uma boa opção.

Cozinha:

Ao cozinhar, o vapor das panelas pode tomar conta do ambiente, principalmente os espaços próximos do fogão. O ideal é deixar as janelas da cozinha sempre abertas durante os processos de cozimento.

Quando o bolor aparecer nas paredes ou azulejos, siga os mesmos procedimentos usados no banheiro – de preferência, uma esponja com água e sabão neutro. Tinta antimofo pode ser usada na casa toda e é uma boa indicação.

Ventilação e iluminação:

Esse é o lema contra a umidade. Abra as janelas da casa e deixe o ar e o sol circular pelas peças pelo menos duas vezes por semana. Assim, há menos chances da umidade se acumular e de aparecerem bolhas, mofos e manchas em sua casa. Não deixe tudo fechado por estar frio.

Para auxiliar no processo, a dica é usar um ventilador nas peças úmidas. Outra boa opção é ligar o ar-condicionado como desumidificador. Com relação as estufas, não é indicado utilizá-las no banheiro, pois a umidade pode levar a curtos-circuitos e gerar acidentes.

Roupas:

Os guarda-roupas fechados em ambientes úmidos podem ocasionar mofo nas peças. Pelo menos duas vezes por semana, é indicado abrir todas as portas do armário por algumas horas para ventilar. Mexa nas roupas e mude os cabides de lugar para ajudar a circulação de ar. Cuidado para o sol não bater diretamente, pois pode desbotar as peças. Dentro do guarda-roupa, deixe um recipiente desumidificador de ambientes (disponível em supermercados).

Se o mofo aparecer, use um pano com vinagre ou álcool para retirar a mancha. Depois, lave normalmente.

Em casacos de couro, a dica é passar uma camada fina de cremes hidratantes ou produtos que dão brilhos em móveis. Assim, há menos chance do mofo conseguir se acumular. Outro cuidado importante é com os perfumes. Não guarde roupas com a fragrância no armário, pois podem estar levemente úmidas e amarelar. Já para secar as roupas no inverno, não há mágica. Estenda no lugar da casa com mais luminosidade possível, geralmente próximo a janelas.

Paredes:

A umidade não ocorre somente nos locais tradicionalmente úmidos, como banheiro e cozinha. Muitas residências sofrem com bolhas e mofo nas paredes das salas e dos quartos. Isso pode ocorrer devido à má impermeabilização no momento da construção, à pouca iluminação ou à falta de ventilação. Se as primeiras bolhas aparecerem, é possível estourá-las e pintar novamente a parede para manter mais um tempo em boas condições – um modo paliativo. Da mesma maneira, o mofo pode ser limpo com esponja, água e sabão neutro em primeira instância – não utilize produtos químicos porque pode-se manchar ainda mais o espaço. Caso o bolor fique impregnado ou as bolhas se multipliquem, é necessária uma intervenção mais drástica.

Uma boa dica é usar texturas na parede, pois demoram mais a deixar a umidade tomar conta e, às vezes, duram por anos.

Tapetes e cortinas:

Se em sua casa bate pouco sol e não há muita ventilação, remova os tapetes. Esses acessórios podem ficar molhados e ajudar no acúmulo de fungos e bactérias. Para não sofrer com a umidade, fuja das cortinas de tecido e opte por persianas.

Fique atento:

O inverno é um período chuvoso e, em função disso, as casas ficam mais suscetíveis a vazamentos. Fique atento a telhas e calhas quebradas em casa e faça uma revisão mensalmente. Muitas vezes, o problema está relacionado com água acumulada em tetos e paredes, e não somente com a umidade do ambiente.

Dicas caseiras que podem funcionar:

– Um saquinho de cravos dentro do armário ajuda a evitar o mofo

– Giz de quadro-negro também pode ajudar a eliminar a umidade do guarda-roupa

– Suco de limão reduz o mofo no rejunte dos azulejos

– Vinagre ajuda a eliminar o bolor das roupas

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2015/06/saiba-como-amenizar-os-problemas-causados-pela-umidade-em-casa-4787528.html

Saiba como aumentar a durabilidade de uma Piscina de Fibra

Saiba como aumentar a durabilidade de uma Piscina de FibraO que é uma piscina de fibra?

Tradicionalmente, as piscinas em fibra de vidro são confeccionadas como uma única peça que é revestida, como o próprio nome indica, com fibra de vidro. A fibra de vidro é um polímero composto pela aglomeração de filamentos de vidro muito finos, aos quais é adicionada uma resina de poliéster.

O que você precisa saber é que a durabilidade de uma piscina de fibra depende de 3 fatores. Se todos fatores forem cumpridos, ela vai durar por muitas décadas.

Qualidade da fabricação

A realidade é que nem todas as piscinas de fibra são fabricadas igualmente. Algumas das diferenças são: a qualidade da matéria-prima utilizada, a laminação aplicada (ordem e espessura dos materiais), os processos utilizados para aplicar cada camada da lâmina, o nível de conhecimento dos trabalhadores e, finalmente, a condição do molde em que a piscina foi construída.

Como a piscina é instalada

Procure por profissionais terceirizados especialistas em piscinas de fibra, pois eles são treinados e capacitados para cumprir as exigências de qualidade dos fabricantes.

Como a piscina é preservada

Cuidados simples do dia a dia, que muitas vezes são deixados de lado, podem ajudar a conservar a piscina de fibra por mais tempo. Algumas dicas básicas são:

  • Aplicar mensalmente uma cera de polir carro nas bordas da piscina;
  • Deixar sempre a água com o pH correto;
  • Sempre usar produtos de qualidade;
  • Respeitar o tempo para a troca de filtro e outras manutenções.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a Imobiliária Jaeger.

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Como regularizar um imóvel sem matrícula?

Dicas para regularizar seu imóvel- (1) Continuar lendo Como regularizar um imóvel sem matrícula?

Dicas sobre a venda de imóveis e declaração de imposto de renda

O prazo máximo para o envio da declaração do imposto de renda à Receita Federal é até o dia 30 de abril de 2017. Neste post a Imobiliária Jaeger traz informações e dicas para lhe auxiliar na declaração referente aos seus imóveis.

É possível se livrar do Imposto de Renda (IR) sobre o ganho de capital com um imóvel? Em alguns casos, sim. Situações específicas permitem pagar menos ou até ficar 100% livre do tributo sobre o lucro obtido nessas transações.

É importante lembrar que o valor de compra de um imóvel – não importando há quanto tempo ele tenha sido adquirido – não deve ser atualizado pelo que vale atualmente, de acordo com as regras da Receita Federal.

Dessa forma, ao vender o bem, o contribuinte precisa declarar o valor obtido na venda, que descontará a diferença sobre o preço de compra do imóvel, a fim de calcular qual foi o ganho de capital. Sobre este valor, vai incidir a alíquota fixa de 15% para pessoas físicas.

Abaixo, alguns casos que permitem ficar livre ou reduzir o imposto sobre o ganho de capital de imóveis:

  1. Reforma da casa própria:qualquer melhoria na estrutura do imóvel, tratando-se de reforma e construção, permite aumentar o valor do imóvel na declaração. Isso favorece pagar menos imposto, já que o ganho de capital será considerado menor na venda do bem, que foi valorizado pela benfeitoria. Se a valorização for muito grande, pode haver isenção do imposto.
  2. Desapropriação de terra para reforma agrária: a indenização recebida para este fim sobre um imóvel rural (terra nua) é considerada receita de atividade rural, quando abatida como despesa pública, não pode ser tributada como ganho de capital na declaração à Receita.
  3. Imóvel comprado antes de 1969:o lucro obtido na venda de bens adquiridos antes desta data dispensa qualquer pagamento do Imposto de Renda por ganho de capital, cuja alíquota é de 15%.
  4. Imóvel adquirido entre 1969 e 1988: quem vender bens comprados nesta época pagará menos imposto sobre o ganho de capital, de forma progressiva. A redução é de 100% para o ano mais antigo, até chegar a 5% no imóvel de 1988. A cada ano, a partir de 1969, a redução do imposto é de 5%.
  5. Variação cambial:se ela for resultante da venda de imóveis adquiridos com rendimentos originariamente em moeda estrangeira. Somente é isenta a variação cambial, sendo tributável o ganho obtido em moeda estrangeira.
  6. Venda de único bem de até R$ 400 mil:fica isento o imóvel de qualquer tipo, de posse individual em condomínio ou em comunhão, localizado em zona urbana ou rural, desde que não tenha feito, nos últimos cinco anos, outra venda de imóvel, tributada ou não. O limite de R$ 400 mil não considera a parte de cada condômino ou coproprietário, nem a posse em comunhão com o cônjuge, a menos que esteja em contrato.
  7. Compra de outro imóvel em 180 dias: A partir de 16 de junho de 2005, o ganho na venda de imóveis residenciais fica isento se outro for comprado no prazo de seis meses a partir da celebração do contrato. A opção pela isenção deste item deve ser informada no Demonstrativo da Apuração dos Ganhos de Capital. O benefício vale a cada cinco anos.

Ainda possui dúvidas? Venha até a Imobiliária Jaeger que um dos nossos consultores irá lhe auxiliar. Temos também profissionais que podemos indicar para realizar a sua declaração.

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Fonte: https://publicidadeimobiliaria.com/7-casos-que-dispensam-pagar-ir-pelo-lucro-com-venda-de-imoveis/

Quer vender seu imóvel? Então tenha em mãos a matrícula atualizada.

Diariamente atendemos clientes que chegam até a Imobiliária Jaeger ou nos contatam pelos canais digitais, com a intenção de venda de seu imóvel. O primeiro passo para o cadastramento deste imóvel é a compreensão do bem e visualização de documentação referente ao mesmo. Nossa solicitação é da apresentação da matrícula do imóvel para entender o que está registrado e confirmar a propriedade do imóvel.

Quando alguém diz que “não tem escritura”, tecnicamente quer dizer que não tem registro imobiliário, e isto significa que estamos diante de um vendedor que não é o proprietário. E é válido o dito popular segundo o qual “quem não registra não é dono”, porque propriedade se prova com o registro da matrícula do imóvel.

Quem é proprietário, usa, vende, aluga, reforma, dispõe do imóvel e pode até exigir a sua devolução de quem injustamente o ocupe, enfim, é dono do subsolo e do espaço aéreo e tem o que, na linguagem jurídica, se denomina “direito real”. Já o “promissário comprador”, no caso de um Contrato de Promessa de Compra e Venda, tem o chamado “direito pessoal”, algo que ele sempre poderá defender, é lógico, mas para tal, sempre enfrentará uma série de obstáculos jurídicos e, a cada discussão, precisará mostrar todos os seus documentos e provas, enquanto o proprietário basicamente exibe a certidão do registro imobiliário, isso é tudo. Em suma, o “promissário comprador” está quase lá, mas ainda não detém a propriedade.

E se o “promitente vendedor” sumir ou, por uma razão qualquer, não outorgar a escritura no futuro, vão restar para o adquirente os intrincados caminhos judiciais, demorados e caros.

Antes da compra de qualquer imóvel é necessário a solicitação de uma matrícula atualizada do imóvel para verificar a sua atual situação e se não existe gravame que impeça o registro. Podem ser pedidas também ao vendedor certidões diversas (de feitos ajuizados, cíveis, criminais etc.), que visam principalmente aferir se existe demanda judicial referente ao imóvel adquirido.

Nada impede a negociação “sem escritura”, mas jamais se terá a mesma segurança como quando efetivamente se compra o imóvel, com o registro da escritura no Cartório de Registro de Imóveis.

Nossa solicitação pela documentação do imóvel a ser vendido ou comprado é para que possamos dar totais garantias para ambas das partes envolvidas no processo. Nossos consultores imobiliários darão aos nossos clientes todas as orientações necessárias para que a aquisição seja algo garantido e sem situações de riscos posteriores. Entre em contato conosco, estamos aguardando para auxiliá-los.

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Fontes:

https://www.zappro.com.br/saiba-importancia-da-escritura-e-registro-de-imoveis-e-oriente-seu-cliente/

http://casaeimoveis.uol.com.br/tire-suas-duvidas/leis-e-direitos/e-muito-arriscado-comprar-um-imovel-sem-escritura-quais-problemas-posso-enfrentar.jhtm

https://www.konkero.com.br/financiamento/casa-propria/confira-6-situacoes-que-deixam-o-seu-imovel-irregular-e-saiba-como-resolve-las