Investir em terreno é um bom negócio, mas exige cuidados!

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Terrenos são grandes geradores de riqueza, pois investir no entorno de grandes capitais é valorização garantida no longo prazo. Isto ocorre porque as cidades brasileiras estão se expandindo horizontalmente em ritmo acelerado.

Também existem diversas formas de se investir e lucrar com terrenos no curto e médio prazo.

Muitos condomínios de luxo no Brasil são construídos em verdadeiros brejos, terrenos alagados em volta de lagoas que não teriam qualquer valor aos olhos de uma pessoa comum.

Confira 3 dicas para investir em terrenos:

  1. Verifique o histórico

O primeiro passo é verificar o histórico da empresa responsável pelo loteamento, pedir referências sobre os loteamentos lançados anteriormente e visitá-los.

  1. Visite o Local

Visitar o local onde se deseja adquirir um lote é fundamental para conhecer a infraestrutura das ruas, iluminação, segurança e verificar a demarcação.

  1. Documentação

É necessário olhar com atenção a documentação do lote. Caso o lote seja irregular, a documentação irá denunciar se ele está instalado próximo a áreas de mananciais ou de proteção ambiental.

Uma das principais prioridades é verificar a matrícula individual do lote, que garante ao proprietário que aquilo não é fruto de uma ocupação irregular. Essa conferência pode evitar 95% dos problemas que podem ser descobertos com a compra de terrenos.

Confira no Registro de Imóveis o registro do loteamento, as licenças e a aprovação do projeto.

É recomendável também verificar informações junto aos órgãos ambientais e prestadores de serviços públicos de água e luz.

Seja qual for o terreno, tenha um pensamento de longo prazo, para assim conquistar lucros muito maiores que no curto prazo.

Umidade no inverno: não precisa secar as paredes com toalhas ou papel, apenas areje o ambiente.

Paredes mofadas, bolhas na pintura e roupas com bolor são consequências da umidade, uma das características do inverno gaúcho que não poupa quase nenhuma residência. Certo que a influência das massas de ar polar, mais secas, ajudam a balancear mas não há fórmula mágica para deixar a casa seca durante o inverno.

Pensando na praticidade do dia a dia, este post vem com algumas dicas para auxiliar você a melhorar esta situação no seu imóvel.

Banheiro:

O banheiro é um dos principais afetados quando o assunto é a umidade. Geralmente, o teto fica escuro devido ao mofo. Outro problema são os rejuntes dos azulejos, que também podem acumular fungos. A principal forma de evitar o aparecimento desses inquilinos é ventilar o ambiente. Depois do banho, abra a janela do banheiro para sair o vapor, assim como a porta.

Quem não tem janela no banheiro deve contar com exaustores para tirar a umidade e, de preferência, manter a porta do banheiro aberta o maior tempo possível. Secar as paredes com toalhas ou papel não é necessário.

Caso o mofo apareça, deve-se imediatamente limpá-lo, ou ele pode se espalhar nos rejuntes e no teto. Utilize uma esponja macia com água e sabão neutro. Nos rejuntes dos azulejos, a mesma fórmula funciona. Alvejante e cloro podem ser usados, mas se corre o risco de deixar a superfície amarelada.

Quando o mofo impregnar no material, será necessário tomar medidas mais drásticas, como descascar, lixar e passar produtos impermeabilizantes. Usar tinta antimofo também é uma boa opção.

Cozinha:

Ao cozinhar, o vapor das panelas pode tomar conta do ambiente, principalmente os espaços próximos do fogão. O ideal é deixar as janelas da cozinha sempre abertas durante os processos de cozimento.

Quando o bolor aparecer nas paredes ou azulejos, siga os mesmos procedimentos usados no banheiro – de preferência, uma esponja com água e sabão neutro. Tinta antimofo pode ser usada na casa toda e é uma boa indicação.

Ventilação e iluminação:

Esse é o lema contra a umidade. Abra as janelas da casa e deixe o ar e o sol circular pelas peças pelo menos duas vezes por semana. Assim, há menos chances da umidade se acumular e de aparecerem bolhas, mofos e manchas em sua casa. Não deixe tudo fechado por estar frio.

Para auxiliar no processo, a dica é usar um ventilador nas peças úmidas. Outra boa opção é ligar o ar-condicionado como desumidificador. Com relação as estufas, não é indicado utilizá-las no banheiro, pois a umidade pode levar a curtos-circuitos e gerar acidentes.

Roupas:

Os guarda-roupas fechados em ambientes úmidos podem ocasionar mofo nas peças. Pelo menos duas vezes por semana, é indicado abrir todas as portas do armário por algumas horas para ventilar. Mexa nas roupas e mude os cabides de lugar para ajudar a circulação de ar. Cuidado para o sol não bater diretamente, pois pode desbotar as peças. Dentro do guarda-roupa, deixe um recipiente desumidificador de ambientes (disponível em supermercados).

Se o mofo aparecer, use um pano com vinagre ou álcool para retirar a mancha. Depois, lave normalmente.

Em casacos de couro, a dica é passar uma camada fina de cremes hidratantes ou produtos que dão brilhos em móveis. Assim, há menos chance do mofo conseguir se acumular. Outro cuidado importante é com os perfumes. Não guarde roupas com a fragrância no armário, pois podem estar levemente úmidas e amarelar. Já para secar as roupas no inverno, não há mágica. Estenda no lugar da casa com mais luminosidade possível, geralmente próximo a janelas.

Paredes:

A umidade não ocorre somente nos locais tradicionalmente úmidos, como banheiro e cozinha. Muitas residências sofrem com bolhas e mofo nas paredes das salas e dos quartos. Isso pode ocorrer devido à má impermeabilização no momento da construção, à pouca iluminação ou à falta de ventilação. Se as primeiras bolhas aparecerem, é possível estourá-las e pintar novamente a parede para manter mais um tempo em boas condições – um modo paliativo. Da mesma maneira, o mofo pode ser limpo com esponja, água e sabão neutro em primeira instância – não utilize produtos químicos porque pode-se manchar ainda mais o espaço. Caso o bolor fique impregnado ou as bolhas se multipliquem, é necessária uma intervenção mais drástica.

Uma boa dica é usar texturas na parede, pois demoram mais a deixar a umidade tomar conta e, às vezes, duram por anos.

Tapetes e cortinas:

Se em sua casa bate pouco sol e não há muita ventilação, remova os tapetes. Esses acessórios podem ficar molhados e ajudar no acúmulo de fungos e bactérias. Para não sofrer com a umidade, fuja das cortinas de tecido e opte por persianas.

Fique atento:

O inverno é um período chuvoso e, em função disso, as casas ficam mais suscetíveis a vazamentos. Fique atento a telhas e calhas quebradas em casa e faça uma revisão mensalmente. Muitas vezes, o problema está relacionado com água acumulada em tetos e paredes, e não somente com a umidade do ambiente.

Dicas caseiras que podem funcionar:

– Um saquinho de cravos dentro do armário ajuda a evitar o mofo

– Giz de quadro-negro também pode ajudar a eliminar a umidade do guarda-roupa

– Suco de limão reduz o mofo no rejunte dos azulejos

– Vinagre ajuda a eliminar o bolor das roupas

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2015/06/saiba-como-amenizar-os-problemas-causados-pela-umidade-em-casa-4787528.html

Saiba como aumentar a durabilidade de uma Piscina de Fibra

Saiba como aumentar a durabilidade de uma Piscina de FibraO que é uma piscina de fibra?

Tradicionalmente, as piscinas em fibra de vidro são confeccionadas como uma única peça que é revestida, como o próprio nome indica, com fibra de vidro. A fibra de vidro é um polímero composto pela aglomeração de filamentos de vidro muito finos, aos quais é adicionada uma resina de poliéster.

O que você precisa saber é que a durabilidade de uma piscina de fibra depende de 3 fatores. Se todos fatores forem cumpridos, ela vai durar por muitas décadas.

Qualidade da fabricação

A realidade é que nem todas as piscinas de fibra são fabricadas igualmente. Algumas das diferenças são: a qualidade da matéria-prima utilizada, a laminação aplicada (ordem e espessura dos materiais), os processos utilizados para aplicar cada camada da lâmina, o nível de conhecimento dos trabalhadores e, finalmente, a condição do molde em que a piscina foi construída.

Como a piscina é instalada

Procure por profissionais terceirizados especialistas em piscinas de fibra, pois eles são treinados e capacitados para cumprir as exigências de qualidade dos fabricantes.

Como a piscina é preservada

Cuidados simples do dia a dia, que muitas vezes são deixados de lado, podem ajudar a conservar a piscina de fibra por mais tempo. Algumas dicas básicas são:

  • Aplicar mensalmente uma cera de polir carro nas bordas da piscina;
  • Deixar sempre a água com o pH correto;
  • Sempre usar produtos de qualidade;
  • Respeitar o tempo para a troca de filtro e outras manutenções.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a Imobiliária Jaeger.

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Como regularizar um imóvel sem matrícula?

Dicas para regularizar seu imóvel- (1) Continuar lendo Como regularizar um imóvel sem matrícula?

Dicas sobre a venda de imóveis e declaração de imposto de renda

O prazo máximo para o envio da declaração do imposto de renda à Receita Federal é até o dia 30 de abril de 2017. Neste post a Imobiliária Jaeger traz informações e dicas para lhe auxiliar na declaração referente aos seus imóveis.

É possível se livrar do Imposto de Renda (IR) sobre o ganho de capital com um imóvel? Em alguns casos, sim. Situações específicas permitem pagar menos ou até ficar 100% livre do tributo sobre o lucro obtido nessas transações.

É importante lembrar que o valor de compra de um imóvel – não importando há quanto tempo ele tenha sido adquirido – não deve ser atualizado pelo que vale atualmente, de acordo com as regras da Receita Federal.

Dessa forma, ao vender o bem, o contribuinte precisa declarar o valor obtido na venda, que descontará a diferença sobre o preço de compra do imóvel, a fim de calcular qual foi o ganho de capital. Sobre este valor, vai incidir a alíquota fixa de 15% para pessoas físicas.

Abaixo, alguns casos que permitem ficar livre ou reduzir o imposto sobre o ganho de capital de imóveis:

  1. Reforma da casa própria:qualquer melhoria na estrutura do imóvel, tratando-se de reforma e construção, permite aumentar o valor do imóvel na declaração. Isso favorece pagar menos imposto, já que o ganho de capital será considerado menor na venda do bem, que foi valorizado pela benfeitoria. Se a valorização for muito grande, pode haver isenção do imposto.
  2. Desapropriação de terra para reforma agrária: a indenização recebida para este fim sobre um imóvel rural (terra nua) é considerada receita de atividade rural, quando abatida como despesa pública, não pode ser tributada como ganho de capital na declaração à Receita.
  3. Imóvel comprado antes de 1969:o lucro obtido na venda de bens adquiridos antes desta data dispensa qualquer pagamento do Imposto de Renda por ganho de capital, cuja alíquota é de 15%.
  4. Imóvel adquirido entre 1969 e 1988: quem vender bens comprados nesta época pagará menos imposto sobre o ganho de capital, de forma progressiva. A redução é de 100% para o ano mais antigo, até chegar a 5% no imóvel de 1988. A cada ano, a partir de 1969, a redução do imposto é de 5%.
  5. Variação cambial:se ela for resultante da venda de imóveis adquiridos com rendimentos originariamente em moeda estrangeira. Somente é isenta a variação cambial, sendo tributável o ganho obtido em moeda estrangeira.
  6. Venda de único bem de até R$ 400 mil:fica isento o imóvel de qualquer tipo, de posse individual em condomínio ou em comunhão, localizado em zona urbana ou rural, desde que não tenha feito, nos últimos cinco anos, outra venda de imóvel, tributada ou não. O limite de R$ 400 mil não considera a parte de cada condômino ou coproprietário, nem a posse em comunhão com o cônjuge, a menos que esteja em contrato.
  7. Compra de outro imóvel em 180 dias: A partir de 16 de junho de 2005, o ganho na venda de imóveis residenciais fica isento se outro for comprado no prazo de seis meses a partir da celebração do contrato. A opção pela isenção deste item deve ser informada no Demonstrativo da Apuração dos Ganhos de Capital. O benefício vale a cada cinco anos.

Ainda possui dúvidas? Venha até a Imobiliária Jaeger que um dos nossos consultores irá lhe auxiliar. Temos também profissionais que podemos indicar para realizar a sua declaração.

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Fonte: https://publicidadeimobiliaria.com/7-casos-que-dispensam-pagar-ir-pelo-lucro-com-venda-de-imoveis/

Quer vender seu imóvel? Então tenha em mãos a matrícula atualizada.

Diariamente atendemos clientes que chegam até a Imobiliária Jaeger ou nos contatam pelos canais digitais, com a intenção de venda de seu imóvel. O primeiro passo para o cadastramento deste imóvel é a compreensão do bem e visualização de documentação referente ao mesmo. Nossa solicitação é da apresentação da matrícula do imóvel para entender o que está registrado e confirmar a propriedade do imóvel.

Quando alguém diz que “não tem escritura”, tecnicamente quer dizer que não tem registro imobiliário, e isto significa que estamos diante de um vendedor que não é o proprietário. E é válido o dito popular segundo o qual “quem não registra não é dono”, porque propriedade se prova com o registro da matrícula do imóvel.

Quem é proprietário, usa, vende, aluga, reforma, dispõe do imóvel e pode até exigir a sua devolução de quem injustamente o ocupe, enfim, é dono do subsolo e do espaço aéreo e tem o que, na linguagem jurídica, se denomina “direito real”. Já o “promissário comprador”, no caso de um Contrato de Promessa de Compra e Venda, tem o chamado “direito pessoal”, algo que ele sempre poderá defender, é lógico, mas para tal, sempre enfrentará uma série de obstáculos jurídicos e, a cada discussão, precisará mostrar todos os seus documentos e provas, enquanto o proprietário basicamente exibe a certidão do registro imobiliário, isso é tudo. Em suma, o “promissário comprador” está quase lá, mas ainda não detém a propriedade.

E se o “promitente vendedor” sumir ou, por uma razão qualquer, não outorgar a escritura no futuro, vão restar para o adquirente os intrincados caminhos judiciais, demorados e caros.

Antes da compra de qualquer imóvel é necessário a solicitação de uma matrícula atualizada do imóvel para verificar a sua atual situação e se não existe gravame que impeça o registro. Podem ser pedidas também ao vendedor certidões diversas (de feitos ajuizados, cíveis, criminais etc.), que visam principalmente aferir se existe demanda judicial referente ao imóvel adquirido.

Nada impede a negociação “sem escritura”, mas jamais se terá a mesma segurança como quando efetivamente se compra o imóvel, com o registro da escritura no Cartório de Registro de Imóveis.

Nossa solicitação pela documentação do imóvel a ser vendido ou comprado é para que possamos dar totais garantias para ambas das partes envolvidas no processo. Nossos consultores imobiliários darão aos nossos clientes todas as orientações necessárias para que a aquisição seja algo garantido e sem situações de riscos posteriores. Entre em contato conosco, estamos aguardando para auxiliá-los.

#VemPraJaeger

Fontes:

https://www.zappro.com.br/saiba-importancia-da-escritura-e-registro-de-imoveis-e-oriente-seu-cliente/

http://casaeimoveis.uol.com.br/tire-suas-duvidas/leis-e-direitos/e-muito-arriscado-comprar-um-imovel-sem-escritura-quais-problemas-posso-enfrentar.jhtm

https://www.konkero.com.br/financiamento/casa-propria/confira-6-situacoes-que-deixam-o-seu-imovel-irregular-e-saiba-como-resolve-las

Dicas para a escolher os revestimentos do seu imóvel

Quem monta ou acompanha a montagem ou reforma de uma casa ou apartamento, vivencia diariamente o desafio de escolher cada detalhe da casa: das cores das paredes, aos móveis e eletrodomésticos. O piso, por exemplo, é para muitos um ponto de interrogação. Como escolher o piso ideal para cada ambiente? O que levar em conta na hora de optar por um revestimento? Cada ambiente do imóvel combina com um determinado revestimento e é preciso considerar esta questão na hora de definir os pisos de cada área. São diversos tipos, cores e tamanhos existentes no mercado e, por isso, a escolha pode ser mais complicada do que parece. Algumas orientações básicas ajudam a esclarecer dúvidas e evitar escolhas inadequadas que possam gerar transtornos.

Entre os diversos tipos de piso estão o laminado, o vinílico, o porcelanato, granito e muitos outros, mas escolher entre eles pode não ser uma tarefa tão simples. Isso porque cada ambiente combina mais com um determinado tipo e, como esse é um investimento que deve durar por anos, fazer a escolha errada pode acarretar em muita dor de cabeça. “A escolha do piso vai variar muito do gosto de cada morador, mas é preciso estar atento a alguns detalhes para não se arrepender.

Não podemos definir um tipo apenas pela estética, também é preciso pensar na funcionalidade. Os pisos de madeira, por exemplo, não devem ser colocados em áreas molhadas, pois não absorvem a água por completo, o que pode causar estragos – a menos que passem por um tratamento adequado para que isso não aconteça. Antes de escolher o piso, portanto, é preciso avaliar o uso que se fará do ambiente. Para que não haja dúvida na escolha temos algumas dicas.

Ambientes quentes

Os quartos, salas e corredores são as áreas íntimas e sociais do imóvel em que, normalmente, as pessoas costumam usar pisos quentes, já que são mais aconchegantes e permitem maior conforto ao circular descalço. Porém, isso não significa que os pisos frios não podem ser utilizados, tudo vai depender da escolha do cliente. As cerâmicas são mais fáceis de limpar e, se o imóvel estiver localizado em uma região mais quente, elas ajudam a refrescar o local.

Existem diversas opções e modelos como os de madeiras, laminado, carpete e vinílico. O laminado, por exemplo, é uma ótima opção para quem quer economizar. Além de ser mais barato, é fácil de limpar e se a manutenção for feita corretamente, eles duram por muito tempo, além disso, alguns modelos possuem o sistema click de encaixe, que permitem uma instalação rápida e sem sujeira.

Já o carpete é uma opção antiderrapante, amortecendo possíveis quedas e não fazendo ruídos. Ele não permite que barulhos de sapatos, por exemplo, ecoem pela casa. Por outro lado, é preciso ficar atento, pois é um material que causa alergia. Cerifique-se sempre se o piso possui componentes antialérgicos antes de finalizar a compra. Ele também é mais difícil de limpar que os demais, e se for usado em um ambiente muito quente e úmido é fácil de juntar mofo e causar mau cheiro.

Outra opção para as áreas quentes da casa é o taco. O piso é versátil e duradouro, porém ele tem um custo elevado e um tempo de instalação mais demorado que os demais. Além disso, se ficar em contato frequente com o sol e água, pode se deteriorar.

Os pisos vinílicos, revestimento que tem um padrão semelhante à madeira ou outros tipos de materiais, vêm sendo muito usado em construções atuais; são práticos na instalação, pois necessitam apenas de cola especial, ou ainda, do sistema de click; e caso o morador queira mudá-lo de local, pode ser descolado facilmente. É um piso que tem alta resistência ao tráfego intenso de pessoas, é antialérgico, absorve ruídos e normalmente não mancha ou risca com facilidade. Além disso, o que utiliza o sistema de click pode ser lavado com água, já os outros modelos de pisos quentes não, pois não têm absorção completa – o que pode estragar o material facilmente.

Áreas molhadas

Os ambientes “molhados”, como cozinha, banheiro e lavanderia são áreas ideais para os pisos frios como porcelanato, granito, cerâmicas e pastilhas. Com uma variedade muito grande de formatos, cores e preços, tipos de revestimentos podem receber grande quantidade de água sem serem danificados.
Um detalhe que deve ser levado em conta é a questão da temperatura. Quem mora em locais muito quentes, pode usar e abusar dos revestimentos frios em toda a casa, pois deixam o ambiente mais fresco. O porcelanato é um exemplo que fica bem em qualquer ambiente, além de ser altamente resistente e de fácil manutenção. Tem sido a opção mais vendida no mercado entre os tipos de pisos frios.

O granito e o mármore também são opções que atendem este fim, sendo muito usados em cozinhas e banheiros. Ambos podem ser encontrados em diversas cores, compondo diferentes projetos de decoração, porém são peças que tem um alto custo, especialmente o mármore. Apesar de também serem duradouros e fáceis de limpar, eles vêm perdendo espaço para os porcelanatos devido à estética. É preciso ficar atento no momento da compra de granitos, em relação a porosidade do material; há pedras que não conseguem absorver a água rapidamente e ficam constantemente com a aparência de manchadas.

As pastilhas, que podem ser constituídas de vidro ou cerâmica, são muito usadas em banheiros e áreas externas, como piscinas. A grande desvantagem é que precisam de muito rejunte, o que facilita o acúmulo de sujeira.

Como vimos são variados os modelos e opções em revestimentos e acabamento para o seu espaço e eles sempre vão variar de acordo com seu estilo e design de acabamento. Pense na sua praticidade e conforto na hora de definir suas escolhas e abaixo veja algumas dicas que podem lhe auxiliar na hora da compra:

  1. Cuidado na escolha dos modelos pelo catálogo ou pelo site. As cores e as texturas nem sempre aparecem iguais.
  2. Antes de definir no orçamento as peças escolhidas, verifique se a loja ou o fabricante tem a quantidade necessáriapara a metragem de sua obra.
  3. A quantidade de pisos e revestimentos deve ser calculada comreserva de 10% a 15% para o caso de perda por corte errado ou para futura manutenção.
  4. Encomende o material com antecedência e programe a entrega dos materiais de acordo com o cronograma da obra.
  5. Confira os produtos no ato da entrega para evitar peças defeituosas, quebradas ou de tom diferente.
  6. Para não ter surpresas desagradáveis, verifique se as caixas dos revestimentos têm número de lote igual.
  7. O consumidor tem até 90 dias para reclamar e pedir a troca de produtos danificados.
  8. Somente comece a obra quando o material básico estiver comprado, recebido e checado.
  9. A base na qual o revestimento será assentado deve obedecer aos padrões exigidos pelo fabricante das peças.
  10. Se sobrar material, há lojas que aceitam a devolução de caixas não abertas. O valor é revertido em crédito para a compra de outras mercadorias.

No momento que for fazer a definição e escolha das peças e materiais para o seu espaço, faça o exercício de estar no ambiente, procure imaginar-se no espaço com aquele determinado acabamento, sinta as texturas e emoções que lhe proporcionarão.

Esperamos ter contribuído com algumas dicas para lhe auxiliar na hora da escolha dos revestimentos do seu imóvel e tornar seu espaço mais aconchegante e mais particular aos seus gostos e toques pessoais. Se quiser mais informações, venha até a Imobiliária Jaeger e converse com um dos nossos consultores.

#vemprajaeger

Muros na divisa: Opiniões divididas.

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Ao adquirirmos um imóvel, uma das principais preocupações é com a segurança. E então, entram em cena as grades, cercas, portões, sistemas de vigilância, muros, etc.

O muro serve para delimitar a área do que está dentro e o que está fora de seu terreno, além de proporcionar maior privacidade, segurança e também impedir a entrada de animais.

Mas como fazer na hora de construir um muro? Este muro deve ficar bem na divisa dos dois terrenos ou ser construído totalmente no seu lado do terreno?

Não são poucas as histórias de problemas entre vizinhos envolvendo esta questão, portanto vamos citar algumas situações e dicas de como administrá-las.

Quando o muro for construído margeando a divisa, porém totalmente dentro do terreno de seu vizinho, este muro pertence a ele e pode ser erguido com a extensão e altura que bem lhe convier.  Neste caso, para toda e qualquer obra, projeto ou intenção de construção de maneira que você utilize este muro como parede, apoio ou parte da obra, deve-se pedir autorização ao vizinho que o construiu, e ressarci-lo da metade do valor gasto por ele na construção daquela determinada parte do muro, adquirindo assim o direito de utilizá-lo.

Porém, tome muito cuidado! Observe sempre as características da construção do muro, como seu alicerce, pilares, cintas de amarração e altura, sabendo assim se ele vai comportar e resistir a obra pretendida. Portanto, cuide ao apoiar uma nova construção nos muros já existentes, pois provavelmente eles não foram calculados para resistir a cargas maiores e possivelmente entrarão em colapso.

Se há um acordo prévio entre os vizinhos, o muro pode ser erguido sobre a linha de divisa dos dois terrenos, ficando a metade para cada lado e pertencendo a ambos os vizinhos, devendo ambos arcarem com as despesas de construção igualmente. Dessa maneira ambos os vizinhos tem direito de uso do referido muro podendo usá-lo como parte de uma parede ou apoiar alguma estrutura nele.

Para esse tipo de construção, cada lado do muro pode ser personalizado como o proprietário quiser, podendo o mesmo aplicar revestimentos, texturas, pintura e motivos decorativos a seu gosto. Observar sempre para que ambos os lados sejam rebocados (ou pelo menos salpicados) evitando assim infiltrações.

Caso o vizinho tenha construído o muro no terreno dele e tenha deixado o seu lado sem reboco, e você tiver interesse em rebocar e pintar para melhorar a estética e visual no seu lado, você pode fazer este investimento, pois agregará valor e benefícios para o proprietário e, se por ventura ele não concordar, cabe uma ação judicial que lhe garanta esse direito.

Se o muro for seu, e o vizinho em obras, aterro ou terraplanagem cause dano, cabe a ele o devido reparo ou construção de novo muro com iguais características ao danificado ou destruído.

Em casos extremos, para evitar atritos e divergências com os vizinhos, há também a possibilidade de construção de um outro muro do seu lado do pátio, paralelo ao muro já existente e, caso esta seja sua escolha, tome cuidado para que não fiquem frestas que permitam a entrada de água da chuva entre os muros causando infiltrações.

Dentre todas as dicas, a principal ainda é uma boa conversa com seu vizinho para chegarem a um acordo sensato e coerente para ambas as partes, pois provavelmente irão conviver por muito tempo, e uma boa convivência torna tudo mais agradável.

COMPRAR IMÓVEL NA PLANTA É UM BOM NEGÓCIO, MAS EXIGE CUIDADOS.

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As ofertas de imóveis na planta quase sempre começam com lançamentos cheios de atrativos, incluem vantagens reais para quem não tem pressa em receber o imóvel e procura por condições de pagamento facilitadas. Contudo, comprar um imóvel na planta exige um pouco mais de atenção para alguns riscos existentes.

Confira algumas dicas para você fazer a compra com mais tranquilidade e evitar as surpresas desagradáveis:

1 – Saiba a sua real condição de compra

Se a sua ideia é comprar financiado, faça uma análise do valor das prestações no seu orçamento. Uma dica legal é você comprometer no máximo 30% da sua renda nas parcelas, é desta maneira que os agentes financeiros calculam seu crédito, mas você deve levar em conta se existe financiamento do sinal ou até mesmo outro comprometimento particular da sua renda nesse percentual. Um outro ponto importante para os financiamentos diretos ou bancários a serem quitados após a entrega das chaves é pensar no saldo devedor futuro, que terá correção, habitualmente pelo INCC (Índice Nacional do Custo da Construção), ou seja, seu poder de pagamento não deve ser calculado sobre o valor no dia da compra, e sim na data em que será realizado no futuro.

2 – Pesquise a construtora

Faça uma análise do histórico da empresa, informações em sites de reclamações, Procon e no Tribunal de Justiça para saber se a empresa tem pendências. Procure saber de outros empreendimentos que a construtora entregou e, se possível, converse com outros compradores para saber se os prazos, condições e qualidade prometidos foram cumpridos. Uma dica é optar por construtoras locais, que tem tradição e referência no mercado. Ter acesso fácil à construtora e conhecer os responsáveis pode ser muito mais prático diante de possíveis imprevistos.

3 – Documentação

É importantíssimo verificar se a incorporação foi feita, ou seja, se o empreendimento foi registrado no Cartório competente. Comercializar imóveis na planta sem o devido registro é crime. Por isso a importância de sua compra ter o acompanhamento de um corretor de imóveis, ele é responsável por lhe auxiliar e filtrar para negociações transparentes, honestas e sadias. A incorporação é acompanhada de um documento muito importante, o Memorial Descritivo, onde constam dados fundamentais, como especificações de materiais usados na obra, informações técnicas, metragem das unidades e prazo de entrega.

4 – Entrega

Esse é o maior medo dos clientes quando falamos em empreendimentos na planta.

Infelizmente temos um histórico de empresas que não cumpriram seus prazos e atrasaram a entrega das unidades, causando embaraços, stress e situações desagradáveis com os donos dos imóveis. Quando uma empresa determina um prazo no contrato, ela tem, habitualmente, um prazo de até 180 dias de carência que a permite estender o prazo final da entrega. Esse prazo vem sendo cada vez mais confirmado, aceito e pacificado na justiça.

Para comprar um imóvel na planta, quando bem assessorado, pode ser uma ótima oportunidade de negócio. Normalmente essa modalidade oferece vantagens como valores mais baixos, flexíveis condições de pagamentos, possibilidades de personalização de plantas e acabamentos, além de uma maior valorização futura.

Você ainda ficou com dúvidas sobre a compra de um imóvel na planta? Deixe aqui seu comentário e teremos prazer em ajudar!

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Cláusula resolutiva: entenda o que é e quais as suas vantagens

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Nos contratos de compra e venda de bens imóveis, é muito comum que o pagamento se dê em prestações. Em regra, enquanto não realizado o pagamento de todas as parcelas, não ocorre a transmissão da propriedade. Na maioria das vezes, as partes optam pela celebração de um instrumento de compromisso de compra e venda, deixando a lavratura da escritura pública para momento posterior, quando, então, haverá o registro da transmissão da propriedade junto ao Cartório de Registro de Imóveis. Somente nesse momento o comprador poderá dispor livremente do bem, sem qualquer gravame.

Além do compromisso de compra e venda, diversas são as garantias existentes para o caso de parcelamento, como a constituição de hipoteca e alienação fiduciária, que são comumente usadas por instituições financeiras.

É nesse cenário que surge alternativa mais simples e menos onerosa, de igual confiabilidade e segurança às partes contratantes: a compra e venda com cláusula resolutiva.

Tal cláusula contém previsão no Código Civil brasileiro, no artigo 474, que dispõe, de forma concisa, que a cláusula resolutiva expressa opera efeitos de pleno direito, ou seja, os efeitos extintivos independem de pronunciamento judicial.

A escritura pública de compra e venda de imóvel sob condição resolutiva pode ser desde logo registrada no cartório de Registro de Imóveis competente, tendo o registro força constitutiva da propriedade. Não sendo efetuado o pagamento conforme pactuado entre as partes, não há necessidade de um novo registro, bastando um ato de averbação, que cancelará todos os registros anteriores, restaurando a situação primitiva, dada a força retroativa da condição.

Assim, havendo a transmissão da propriedade desde logo, o imóvel, mesmo enquanto pendente o pagamento ajustado, poderá ser vendido para terceiros, sem necessidade de consentimento do anterior proprietário. Porém, caso ocorra o inadimplemento, o terceiro adquirente perderá a propriedade a ele transmitida, retornando todos ao estado anterior.

Portanto, basta única escritura e registro para a realização do negócio quando a parte compradora não tiver em mãos a integralidade do valor a ser pago pelo imóvel.

Se você ainda tem dúvidas, venha até a Imobiliária Jaeger e fale com um dos nossos consultores.

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