Muros na divisa: Opiniões divididas.

muros-na-divisa-ar-titulo

Ao adquirirmos um imóvel, uma das principais preocupações é com a segurança. E então, entram em cena as grades, cercas, portões, sistemas de vigilância, muros, etc.

O muro serve para delimitar a área do que está dentro e o que está fora de seu terreno, além de proporcionar maior privacidade, segurança e também impedir a entrada de animais.

Mas como fazer na hora de construir um muro? Este muro deve ficar bem na divisa dos dois terrenos ou ser construído totalmente no seu lado do terreno?

Não são poucas as histórias de problemas entre vizinhos envolvendo esta questão, portanto vamos citar algumas situações e dicas de como administrá-las.

Quando o muro for construído margeando a divisa, porém totalmente dentro do terreno de seu vizinho, este muro pertence a ele e pode ser erguido com a extensão e altura que bem lhe convier.  Neste caso, para toda e qualquer obra, projeto ou intenção de construção de maneira que você utilize este muro como parede, apoio ou parte da obra, deve-se pedir autorização ao vizinho que o construiu, e ressarci-lo da metade do valor gasto por ele na construção daquela determinada parte do muro, adquirindo assim o direito de utilizá-lo.

Porém, tome muito cuidado! Observe sempre as características da construção do muro, como seu alicerce, pilares, cintas de amarração e altura, sabendo assim se ele vai comportar e resistir a obra pretendida. Portanto, cuide ao apoiar uma nova construção nos muros já existentes, pois provavelmente eles não foram calculados para resistir a cargas maiores e possivelmente entrarão em colapso.

Se há um acordo prévio entre os vizinhos, o muro pode ser erguido sobre a linha de divisa dos dois terrenos, ficando a metade para cada lado e pertencendo a ambos os vizinhos, devendo ambos arcarem com as despesas de construção igualmente. Dessa maneira ambos os vizinhos tem direito de uso do referido muro podendo usá-lo como parte de uma parede ou apoiar alguma estrutura nele.

Para esse tipo de construção, cada lado do muro pode ser personalizado como o proprietário quiser, podendo o mesmo aplicar revestimentos, texturas, pintura e motivos decorativos a seu gosto. Observar sempre para que ambos os lados sejam rebocados (ou pelo menos salpicados) evitando assim infiltrações.

Caso o vizinho tenha construído o muro no terreno dele e tenha deixado o seu lado sem reboco, e você tiver interesse em rebocar e pintar para melhorar a estética e visual no seu lado, você pode fazer este investimento, pois agregará valor e benefícios para o proprietário e, se por ventura ele não concordar, cabe uma ação judicial que lhe garanta esse direito.

Se o muro for seu, e o vizinho em obras, aterro ou terraplanagem cause dano, cabe a ele o devido reparo ou construção de novo muro com iguais características ao danificado ou destruído.

Em casos extremos, para evitar atritos e divergências com os vizinhos, há também a possibilidade de construção de um outro muro do seu lado do pátio, paralelo ao muro já existente e, caso esta seja sua escolha, tome cuidado para que não fiquem frestas que permitam a entrada de água da chuva entre os muros causando infiltrações.

Dentre todas as dicas, a principal ainda é uma boa conversa com seu vizinho para chegarem a um acordo sensato e coerente para ambas as partes, pois provavelmente irão conviver por muito tempo, e uma boa convivência torna tudo mais agradável.

Anúncios

Perspectivas do mercado imobiliário para 2017

business-modelcanvas1

Já conseguimos vislumbrar 2017 no horizonte. Falta pouco para a tradicional contagem regressiva, os brindes e a renovação de sonhos e planos que ficaram pelo caminho em 2016. Para muitos, é hora finalmente de planejar a aquisição do seu imóvel, seja ele comercial ou residencial.

Mas o que esperar desse novo ano? O que ele poderá trazer de oportunidades e ameaças? Sabemos que a confiança de todos melhora demais nessa época. Mas ela somente não é suficiente para concretizar a aquisição de um imóvel. É preciso ficar de olho em muitos outros fatores.

A seguir, vamos listá-los e considerar quais irão influenciar de forma positiva o setor no próximo ano:

Inflação em desaceleração: A inflação brasileira saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016. Para 2017, a previsão do mercado financeiro para a inflação é de 5,07%, conforme divulgação do Banco Central no último Relatório Trimestral de Inflação, documento que possui as expectativas para a economia.

No entanto, o Banco Central comunicou que tentará conseguir atingir meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano.

Redução da taxa de juros: A taxa de juros, quando mantida alta, onera o crédito e colabora pra inibir o consumo das famílias e a injeção de capital das empresas, elementos mandatórios para a recuperação do crescimento da economia.

Porém, ainda de acordo com o mercado financeiro, para 2017, a estimativa da taxa de juros é de 11%, o que presume uma queda maior no próximo ano.

Produto Interno Bruto (PIB): Outro fator que contribui para a recuperação do mercado imobiliário é o crescimento do PIB, posto que desempenha o papel de medir o comportamento da economia brasileira, além de ser a junção de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro.

Nesse sentido, a perspectiva é favorável à indústria imobiliária, pois o Banco Central enxerga um cenário dessemelhante para 2017 e mais satisfatório do que o vivido pelos brasileiros em 2016. A instituição anunciou que o PIB deve crescer 1,3% em 2017.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) também vê crescimento do PIB em 2017. Segundo Alejandro Werner, diretor do hemisfério ocidental do órgão, é esperado que a economia brasileira atinja seu ponto mais baixo este ano para ter um crescimento positivo no próximo.

O FMI estimou um avanço de 0,5% no PIB, contra uma projeção de crescimento nula feita nos dois últimos levantamentos do órgão.

Outros indicadores: Ademais, de acordo com o BC, a projeção é de que outros indicadores voltem a crescer. Os investimentos devem chegar ao fim de 2017 com uma alta de 4% ante uma queda de 8,7% em 2016.

No consumo das famílias, espera-se que mais números positivos sejam apontados: a organização prevê uma alta de 0,8% no próximo ano.

Benefícios provenientes de uma economia fortalecida: Com o desemprego e a inflação em alta, o consumidor visa adiar o sonho da casa própria, já que ele enfrenta mais dificuldades para assumir dívidas e fechar novos negócios.

Ainda, perante um cenário de retração econômica, os bancos se tornam mais criteriosos para conceder empréstimos.

No entanto, para 2017, a previsão é de que haja redução de juros, o que faz com que a economia fique mais aquecida.

Com isso, as empresas podem colher alguns benefícios. São eles:

Melhora na confiança e renda do consumidor: Com a melhora das perspectivas sobre a inflação, a confiança e a renda dos brasileiros tende a aumentar.

Isso porque consumidores confiantes, com possibilidades positivas em relação ao emprego e, consequentemente, à condição financeira, compram mais, o que ajuda no aquecimento da atividade econômica.

Dessa forma, mesmo bens maiores, como automóveis e imóveis, que, no momento atual – de acordo com o INEC (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) – as pessoas estão mais cautelosas para adquirir, apresentarão excelente performance de vendas.

Baixa inadimplência: A melhora da dinâmica da economia também está ligada à queda da inadimplência.

Esse é um fator preocupante, visto que indica maior risco de que parte das vendas efetuadas e/ou serviços contratados não sejam recebidos, o que gera uma reação em cadeia.

Vamos supor que um consumidor tenha adquirido um imóvel e não tenha conseguido pagar. Dessa forma, ele tenta fazer um acordo para devolver o imóvel para a construtora. Essa, por sua vez, pode ter que cortar funcionários, o que tem reflexo direto no aumento do desemprego.

A melhora da inadimplência é um dos fatores determinantes para que o mercado imobiliário volte a crescer.

Aumento da empregabilidade: O aumento da empregabilidade também é um aspecto importante e influencia diversos setores da economia.

Em 2017, economistas preveem que o desemprego deve ceder, o que também influenciará positivamente o mercado imobiliário.

Crédito imobiliário mais barato: Com uma economia mais estável, o mercado imobiliário é influenciado positivamente, já que, assim, os consumidores voltam, também, a ter crédito disponível.

Afinal, em um ciclo econômico crescente, há crédito imobiliário mais barato e uma demanda em alta.

Quem atua no setor sabe que a falta de crédito para financiamento de imóvel é uma condição necessária para o avanço do mercado imobiliário no Brasil.

Baixo crédito imobiliário em 2015 e 2016: Entre 2015 e 2016, o mercado imobiliário brasileiro viveu um momento com muitas especulações e dúvidas.

Em 2015, o resultado desfavorável do setor foi puxado pelo enfraquecimento na economia nacional e incertezas políticas. Em virtude disso, a taxa de juros era alta e o crédito mais escasso.

Por esse motivo, muitas incorporadoras não lançaram novos empreendimentos, concentrando-se somente na venda das unidades em estoque.

Retomada do crescimento do mercado imobiliário em 2017: Os sinais de uma melhora para o mercado imobiliário virão em 2017 com a desaceleração da inflação e a queda na taxa básica de juros no país, fatores que vão favorecer a oferta de crédito imobiliário para o consumidor.

O setor depende de como está o cenário no país, e já é possível prever uma melhora econômica e boas expectativas para o próximo ano.

Com a retomada do crescimento econômico e os ajustes que devem ser feitos no cenário político, a tendência é que o mercado imobiliário apresente boa melhora em 2017.

Quer conversar mais sobre algum desses assuntos? Venha até a Imobiliária Jaeger falar com um dos nossos consultores, sempre prontos a lhe auxiliar na sua tomada de decisão.

#VemPraJaeger

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/dino/mercado-imobiliario-perspectivas-para-2017-shtml/

 

6 coisas que você precisa saber sobre Herança

heranca_-um-assunto-dificil-mas-que-precisamos-abordar-1

Este é um assunto sobre o qual praticamente ninguém gosta de falar, mas sua importância é enorme, pois é justamente nos momentos de maior sensibilidade que uma família precisa resolver os documentos da herança. Existem várias questões a serem levadas em consideração sobre o tema: quem são os herdeiros? Como deixar um testamento? Sobre quais bens eu posso dispor livremente no testamento? Preparamos abaixo algumas questões que ocorrem com maior frequência. Mas lembre-se: essas questões devem ter sempre o acompanhamento profissional do seu advogado.

1)   Sucessão de bens

Primeiramente, vamos explicar sobre a sucessão de bens, que é a transmissão de bens móveis ou imóveis, após a constatação da morte ou ausência (desaparecimento) de uma pessoa. A partir desse momento, diversos efeitos jurídicos são gerados, pois a pessoa que morreu pode ter dívidas a pagar, créditos a receber, patrimônio a transmitir, entre outras questões. Normalmente, estas questões são resolvidas judicialmente, principalmente quando há menores de idade envolvidos. Se houver acordo entre herdeiros e nenhum interesse de menor de idade, é possível fazer esse mesmo procedimento de partilha nos cartórios.

2) Sem testamento

Não havendo testamento, a Lei determina quais serão os herdeiros naturais da pessoa que morreu. No Brasil, o cônjuge e os descendentes (filhos) são os herdeiros naturais. Se não houver filhos, mas netos, eles também herdam a parte que caberia a seus pais. Se não houver descendentes, herdam o cônjuge e os ascendentes (pais). No caso de não haver pais, mas avôs, esses herdam a parte que caberia aos pais. Na hipótese de indivíduos que morrem sem cônjuge, herdam descendentes e ascendentes, nessa ordem. Na falta dessas pessoas, herdam os irmãos e, na falta desses, parentes até o 4º grau.

3) Partilha da herança

A partilha é complexa porque depende do regime de bens, de haver casamento ou união estável, filhos em comum, bens só do falecido ou de ambos, etc.

Geralmente é feita por cabeça, de acordo com as pessoas aptas a herdar. Se só existirem filhos, cada um deles receberá a mesma parte do patrimônio. Se houver cônjuge, ele normalmente tem direito à metade do patrimônio do casal, a depender do regime patrimonial do casamento (comunhão total ou parcial de bens, separação total etc.).

O cônjuge que sobrevive tem direito a ficar com a casa em que morava com o falecido. Se o valor da casa exceder a parcela a que o cônjuge tem direito sobre a herança, será necessário pagar o excedente aos demais herdeiros.

4) Como funciona o testamento

Se houver herdeiros necessários, a pessoa só poderá dispor uma parcela de seu patrimônio em testamento. A outra parcela, chamada “legítima”, deverá ser repartida, necessariamente, entre os herdeiros naturais (descendentes, ascendentes e cônjuge). Só será possível afastar essas pessoas do recebimento da herança em casos bastante específicos, como na deserdação por indignidade.

Se houver apenas um cônjuge como herdeiro, a legítima recebe a metade da herança. Ou seja, se o patrimônio total do indivíduo for de R$ 500.000, apenas R$ 250.000 podem ser designados de acordo com a vontade da pessoa que morre. Os outros R$ 250.000 cabem, necessariamente, ao cônjuge. O mesmo ocorre quando não há cônjuge e o falecido deixa apenas um filho.

Se houver filhos e cônjuge, a legítima é de dois terços da herança. Ou seja, sobra um terço da herança para dispor livremente. O mesmo ocorre quando há somente filhos, caso em que a legítima será de dois terços e a quota disponível será de um terço.

5) Como fazer um testamento

Atualmente, as formas de testamento mais comuns são: o público (feito em cartório), o cerrado (literalmente, selado até o momento de sua abertura) e o particular (que pode ser escrito de próprio punho ou mesmo em computador, desde que com a assinatura de três testemunhas). Da mesma forma como foram feitos os testamentos, eles podem ser desfeitos (revogados). Desde que a pessoa esteja em pleno exercício de suas capacidades mentais, é possível mudar de ideia acerca da parcela disponível de seus bens, nomeando novos herdeiros e realocando a destinação de seus bens.

6) Dívidas e créditos do falecido

Dívidas e créditos devem ser contabilizados no momento de inventariar o patrimônio deixado pelo falecido. Somam-se todos os bens, o que inclui créditos e outras aplicações financeiras. Desse valor, subtraem-se todas as dívidas deixadas. Se essa quantia exceder o valor dos bens, não há como cobrar dos herdeiros o excesso. As pessoas somente herdam o valor que excede as dívidas do falecido, não seus débitos.

Por isso, um procedimento de inventário e partilha de bens deve levar em consideração todos os bens, créditos, débitos e finanças do falecido, para que só seja realizada uma partilha no final do procedimento. Durante esse processo, um dos herdeiros é chamado para administrar estes bens. Se não houver herdeiros, o juiz pode nomear um administrador para eles.

Se você ainda tem dúvidas, venha até a Imobiliária Jaeger. Nós podemos indicar advogados que são nossos parceiros profissionais, capacitados para lhe auxiliar.

#VemPraJaeger

Fonte: https://financaspessoais.organizze.com.br/tudo-o-que-voce-procurava-sobre-heranca/

 

PLANEJE AGORA A COMPRA DO SEU IMÓVEL

images

No processo de compra de um imóvel é indispensável o planejamento. Um bom planejamento evita dores de cabeças futuras e ajuda a tornar o sonho da nova casa em uma realidade mais próxima.

O Planejamento Financeiro

Avalie a sua situação financeira antes de sair à procura por um imóvel. Veja todas as economias que possui, e veja quanto desse valor poderá ser usado na compra.

Uma das fontes de economia mais usadas para compra de imóveis é o FGTS. Em muitos casos ele pode ser usado.

Sempre financie o menor valor possível e considere comprometer no máximo 25% da renda família com as parcelas.

Outra dica para seu planejamento financeiro é avaliar o momento: se precisa do imóvel no curto prazo ou se pode esperar. Se puder esperar e comprar um imóvel na planta, você conseguirá ter um fôlego maior para juntar suas economias e consequentemente terá um valor maior para dar de entrada.

Atenção aos custos extras

Na hora de avaliar a compra de um imóvel, há outros custos que também devem ser adicionados à conta, e que muitas pessoas esquecem na hora de fazer os cálculos. Se você estiver procurando um apartamento, ou uma casa em um condomínio fechado, lembre-se de verificar o valor do condomínio para ver se ele cabe em seu orçamento mensal.

O ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) é usualmente pago pelo comprador e representa um custo adicional de 2% sobre o valor do imóvel.

Definindo as prioridades

Faça uma lista com as características que você está procurando em um imóvel e as ordene de acordo com a prioridade.

Na hora de listar as características prioritárias, não se prenda apenas aos pontos internos do imóvel, mas avalie também a sua necessidade em relação à região em que ele se encontra. Possui escola no bairro? Supermercado por perto? Quanto tempo do shopping? É uma região de fácil acesso utilizando transporte público? Muitas vezes as características da região são até mais importantes que as do próprio imóvel, portanto não as deixe de fora.

Pense no futuro

Pense além! É importante pensar em como você estará daqui a dez anos, considerando os planos que tem para a sua vida, e analisar se o imóvel que você está adquirindo tem capacidade para suportar as eventuais mudanças.

Analisando de forma geral, é importante começar seu planejamento financeiro o quanto antes, isso te permitirá ter um valor maior para utilizar como entrada e pagar menos juros no financiamento, assim você realiza o sonho da nova casa sem dificuldades financeiras.

Entre em contato com a Imobiliária Jaeger e converse com um de nossos consultores imobiliários que estão à disposição para auxiliá-lo.

Dicas e Truques para decoração de apartamentos pequenos

quartos-apto-pequeno-6

Apartamentos pequenos estão cada vez mais comuns, todos os meses construtores de edifícios lançam apartamentos entre 30 e 60 metros quadrados, são realmente espaços pequenos, mas devido à alta demanda no mercado por localizações em grandes cidades, e o sonho de muitos habitantes pelo primeiro imóvel, a venda de imóveis pequenos cresce a cada dia.

1 – USE ESPELHOS

Usar Espelhos é um grande truque dos arquitetos para dar mais leveza e suavidade em um ambiente pequeno, eles transmitem espaço, e dão uma sensação agradável aos moradores e convidados do apto. Pode ser usado desde um grande espelho (o opção mais comum), ou pequenos espelhos usados em conjunto. Limpeza é fundamental, deixe-os sempre limpos, pois será um ponto de referência atrativo da casa. Outra dica é usar espelhos nas laterais de corredores, para parecerem maiores.

2 – CORES CLARAS

Não precisa ficar apenas no branco convencional (sua casa não precisa ficar com cara de escritório!), mas use cores claras para dar uma melhor sensação de espaço nos ambientes pequenos.

3 – COMPARTIMENTOS SECRETOS

Você pode usar recipientes para organizar as coisas com mais praticidade, ao invés de deixar tudo jogado pela casa. Existem móveis, como poltronas, sofás e camas com compartimentos secredos para guardar os objetivos. Mas tome cuidado para não abusar e usar móveis grandes demais.

4 – SIMPLIFIQUE SUAS COISAS

Não guarde coisas que não usa, elas ocupam muito espaço em seu apartamento, e são inúteis! Uma dica é: se tem algo que você não usa nos últimos 3 anos, é inútil, faça uma doação ou coloque a venda na internet.

5 – JANELAS GRANDES E SEM BLOQUEIOS

Tenha uma janela grande para facilitar a circulação de ar, e não as cubra com janelas de metais, ou matérias semelhantes, que bloqueiem a entrada de luz e ar. Algumas janelas de madeira ou metal podem bloquear 50% da entrada de ar e luz, isso é um grande erro em apartamentos pequenos. Caso precise proteger as janelas das crianças e animais, use cercas de proteção que tem a função de bloquear acidentes, porém não impedem a entrada de luz e ar.

6 – SOLUÇÕES PARA COZINHAS PEQUENAS

Se você tem um apartamento pequeno, obviamente a cozinha é muito pequena também, mas não se desespere, temos alguns conceitos para te ajudar a criar um ambiente de cozinha bem bacana.

Desenhe a sua cozinha de modo que os armários e eletrodomésticos fiquem alinhados de cada lado de um corredor.

Compre eletrodomésticos compactos, hoje os fabricantes têm muitas opções de aparelhos, você deve verificar as medidas nos sites dos fabricantes, ou verificar pessoalmente nas lojas físicas; não fique com vergonha de levar uma fita métrica, meça os equipamentos e os espaços no seu apartamento.

Fogão cooktop: É uma excelente opção para cozinhas pequenas, mas lembre-se que você perderá o forno; de qualquer maneira ganhará o espaço debaixo do fogão cooktop para armazenar utensílios e alimentos.

Mesa que abre fecha (levanta e recolhe): Essa é uma dica de ouro, essa mesa pode facilitar muito a sua vida, você só precisa abrir (levantar) quando for fazer uma refeição, no caso de kitnet, por exemplo, elas são essenciais! Imagine um casal morando em uma kitnet, quando um acordar para tomar o café da manhã antes de ir ao trabalho, irá fazer um grande barulho se usar a sala, usando uma mesa ‘levanta e recolhe’ na cozinha, mesmo que esta seja muito pequenina, o problema está resolvido.

Pendurar panelas e frigideiras: Pode ser um grande trabalho abrir e fechar compartimentos e armários em cozinhas pequenas, ainda mais panelas que ocupam muito espaço; em armários pequenos é difícil guardar tudo, você pode pendurar na parede as coisas que usa todo dia e em diferentes refeições, como por exemplo, frigideira, panelas pequenas, luvas, e pano de louça.

7 – ILUMINAÇÃO

A maioria dos apartamentos tem apenas uma luz fixa no teto, o que faz um apartamento pequeno parecer ainda menor, use um número maior de lâmpadas com visual moderno (não precisa ser com lustres!) para deixar o espaço melhor iluminado e com visual atraente; você não precisa necessariamente quebrar o teto para isso, pode fazer aplicações em gesso!

8-NÃO ABUSE DOS QUADROS

Não coloque muitos quadros na parede, vai fazer parecer que o espaço está todo ocupado, e que não é bom em ambientes pequenos.

9-UNIÃO ENTRE CÔMODOS COM VIDRO

Em muitos apartamentos pequenos a cozinha e a sala são unidas; nesse caso ao invés de subir uma parede inteira, opte por subir apenas metade da parede, como um tipo de cozinha americana, e feche o restante com vidro transparente, isso vai dar uma sensação de espaço maior tanto para cozinha quanto para a sala, e ainda assim manter a organização e a sensação de divisão.

10- PLANTAS

Trazem vida ao apartamento, em locais pequenos podem ser penduradas no teto ou na parede através de ganchos especiais, lembre-se que devem ser colocadas em um local onde chegue o sol, ou compre plantas que não precisem da luz solar para sobreviver.

Fonte: http://casabemfeita.com/decoracao-apartamentos-pequenos/

Deixe seu comentário aqui:

COMO AVALIAR O SEU IMÓVEL

avaliar imovelExistem algumas maneiras de avaliar o preço do seu imóvel. Umas são mais apuradas e indicadas para quem deseja estipular um valor mais preciso ao colocar o imóvel à venda. Outras, mais superficiais, podem ser indicadas para quem apenas quer ter uma noção sobre o valor do seu patrimônio. Confira a seguir o que fazer para precificar seu imóvel.

Consulte um corretor. Para quem precisa definir um valor para o imóvel porque tem o objetivo de vendê-lo, o melhor caminho é a consulta a um corretor de imóveis.

Quando o imóvel é colocado à venda em uma imobiliária o mais comum é que ela faça a avaliação sem cobrar nada por isso. Mas, caso o proprietário queira consultar um corretor apenas para isso, ele cobrará um valor à parte pelo serviço.

Os Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis divulgam em seus sites uma tabela com os honorários dos principais serviços executados por corretores, como os percentuais de comissões por venda, locações e avaliações do valor do imóvel. Em São Paulo, uma avaliação por escrito é fixada em 1% do valor do imóvel e um parecer verbal custa, no mínimo, uma anuidade do Creci, que em 2016 é de 545 reais.

Na maioria dos casos os corretores visitam o imóvel e sugerem o valor ao proprietário verbalmente. Mas, também é possível solicitar uma avaliação documentada, o chamado “Parecer técnico de avaliação mercadológica”. “Esse documento fornece um valor para o imóvel e explica em detalhes porque foi determinado aquele preço. Ele inclui dados da estrutura do imóvel, comparativos de imóveis semelhantes vendidos na região e informações sobre zoneamento, infraestrutura e de mobilidade urbana”, diz.

Qualquer corretor pode opinar sobre o valor de uma propriedade, mas para elaborar o parecer técnico, o profissional precisa ter o título de avaliador imobiliário, que é garantido a corretores que têm diploma de curso superior em gestão imobiliária ou de especialista em avaliação imobiliária concedido por cursos do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci). É possível consultar a lista dos corretores com título de avaliador imobiliário no Cadastro Nacional de Avaliadores Imobiliários (CNAI), no site da Cofeci.

O documento é essencial em situações nas quais parentes ou cônjuges em processo de divórcio discordam sobre o valor de um imóvel herdado ou compartilhado prestes a ser vendido. Também é usado em permutas de imóveis ou em caso de inadimplência, quando o imóvel é tomado por um banco e o proprietário considera que a propriedade tem um valor maior do que aquele indicado pela instituição.

Para proprietários que não se encontram nessas situações, o parecer técnico pode ser apenas uma maneira de se resguardar nas negociações. O parecer técnico é muito bom para que a pessoa não tenha ansiedade ao fazer o negócio, porque o proprietário passa a conhecer o preço de mercado do seu imóvel e entende exatamente se está o vendendo por um preço acima ou abaixo do seu valor.

No caso da venda de imóveis usados, como a negociação é permeada por muitas contrapropostas, o parecer técnico é apresentado para dar base ao valor estipulado pelo vendedor.

Engenheiros e arquitetos também podem definir valores para imóveis, ou elaborar pareceres técnicos. Mas, segundo Viana Neto, a consulta a corretores é fundamental porque eles estão intimamente envolvidos com o mercado imobiliário da região. Em função disso, engenheiros e arquitetos que fornecerem pareceres devem consultar um corretor.

Segundo Nelson Parisi, presidente da Rede Secovi de Imóveis, comparar o valor de imóveis semelhantes pode, de fato, ajudar o proprietário a ter uma segunda opinião depois de feita uma avaliação do imóvel, mas para quem quer vender o imóvel, a consulta a corretores é imprescindível, já que se trata de um bem de alto valor. “Principalmente se for uma casa, não adianta fazer a comparação com outras casas na mesma rua, porque as casas são muito diferentes e os valores podem variar por questões muito específicas e o proprietário pode fazer uma estimativa errada”, afirma.

Entenda o que pode influenciar o valor

O valor de um imóvel é afetado por inúmeros fatores, tanto racionais, quanto emocionais. Mas alguns critérios se destacam para a formação do preço, como a localização, o tamanho, o estado de conservação, a área de lazer do condomínio e fatores mercadológicos que influenciam a oferta e a procura dos imóveis.

Muitas vezes, dois apartamentos podem ser aparentemente muito semelhantes, mas alguns detalhes podem tornar seus preços muito distintos. Andares mais altos costumam ser mais caros, assim como apartamentos voltados para a face norte em regiões frias, uma vez que eles são mais ensolarados. E em uma mesma região, um prédio mais novo, com uma fachada mais atraente também poderá ter um preço maior do que um imóvel em um prédio antigo, mesmo que sua área seja maior.

Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/como-descobrir-quanto-vale-o-seu-imovel

 

Solicite uma avaliação do seu imóvel na Imobiliária Jaeger.

Consideramos que avaliar o seu patrimônio é uma tarefa que requer seriedade e competência. Nessa atividade, o profissionalismo irrepreensível e a constante atualização técnica, adquirida ao longo dos anos, leva à precisão, fundamental para um bom negócio.

Entre em contato agora e marque a sua avaliação.