Jardim Vertical, uma ideia para o seu espaço.

Com o estresse do dia a dia e com as cidades cada vez mais urbanizadas, concretadas e cinzas, os jardins verticais surgem como uma solução para as pessoas que querem trazer um pedacinho da natureza para dentro da sua casa. Pensando nisso, trago para você neste post ideias de como fazer e de como manter o seu jardim vertical.

O jardim vertical nada mais é do que um jardim que é fixado no sentido vertical em muros ou suspenso por suportes instalados na vertical, podendo criar painéis verdes com plantas de diversas espécies, ou ainda plantas suspensas verticalmente em suportes espaçados, sem que haja a percepção de uma unidade entre as mesmas.

Atualmente, os jardins verticais estão sendo muito utilizados em grandes construções, fachadas de edifícios com propostas sustentáveis, pois o painel verde cria um isolamento acústico e térmico natural, além de servir também para o controle da iluminação natural que incide sobre as fachadas dos edifícios.

Muitos edifícios estão investindo no jardim vertical para economizar energia com sistemas de condicionamento de ar, reduzir a poluição do ar e, principalmente, a poluição sonora, e ainda criar ambientes mais amigáveis para quem trabalha ou mora estes edifícios.

Mas o jardim vertical não é uma exclusividade dos grandes edifícios. Qualquer um pode ter o seu próprio jardim vertical na escala que desejar, em pequenos painéis decorativos, calhas de PVC suspensas com plantação de ervas, muros ajardinados ou ainda painéis internos. São comuns em projetos paisagísticos residenciais com jardins pequenos e de inverno.

Como o jardim vertical pode ser instalado na parte interna ou externa, é preciso saber escolher bem as espécies de plantas. Os locais devem receber iluminação, mesmo que indireta, e as espécies têm que estar de acordo com o local de instalação do jardim, ou seja, jardins expostos ao sol devem ter espécies que são cultivadas a sol pleno, já na área interna as espécies escolhidas devem ser de sombra.

É possível cultivar praticamente qualquer espécie de planta ou árvore em jardins verticais, contanto que as raízes tenham espaço para se desenvolver no suporte utilizado e que o suporte aguente o peso total contando com a terra úmida.

Nas casas é comum se plantar espécies comestíveis como o manjericão, manjerona, orégano, alecrim, tomilho, sálvia, hortelã, coentro, salsinha, pimenta, etc. Principalmente próximo às cozinhas, facilitando o uso dessas ervas, também é muito comum o uso de espécies de suculentas, por serem plantas cactáceas, parentes dos cactos, que não precisam ser irrigadas com frequência e se adaptam bem a meia sombra.

É importante escolher espécies de plantas perenes para jardins verticais, plantas que não perdem suas folhas com as estações para que o jardim se mantenha sempre vistoso durante todo o ano. Algumas espécies de plantas ajudam a esconder as estruturas de apoio do jardim vertical, são plantas com folhagem pendente ou semi pendente. Outra opção são as forrações, é possível variar as espécies de forrações para criar painéis coloridos e com texturas diferentes.

Quer fazer seu próprio jardim vertical? Tem um punhado de tutoriais no Youtube ensinando como fazer um jardim vertical, mas os jardins verticais demandam alguns cuidados importantes para que as plantas se mantenham saudáveis, com cores vivas e não apodreçam ou sequem no suporte.

Jardim vertical mal feito ao invés de trazer benefícios pode causar mau odor devido ao apodrecimento das plantas.

Para jardins verticais extensos de fachadas e muros altos, onde as pessoas não têm acesso com facilidade é preciso contratar uma empresa especializada de paisagismo vertical para fazer o projeto, pois essas empresas utilizam materiais apropriados, inclusive substratos que são mais leves e não vão sobrecarregar a estrutura das fachadas, paredes e muros, além de prever sistemas de irrigação automáticos com adubagem líquida, sistemas de escoamento da água eficientes e ainda escolher espécies adequadas para o jardim vertical.

Agora se o seu objetivo é apenas fazer um jardim vertical simples você pode optar por vasos dispostos verticalmente (vasos de barro absorvem melhor a água), ou ainda estruturas prontas para jardins verticais feitas de concreto, de plástico, estruturas cerâmicas, placas de fibra de coco e até vasos feitos com canos de PVC.

Para fixar vasos utilize painéis de madeira, treliças de bambo ou metálicas e cordas para os jardins suspensos, lembrando que a estrutura tem que ser firme e bem fixada, com furos para que a água escorra e com um sistema de dreno para essa água excedente caso o jardim seja interno.

Fica a dica para quem quer fazer algo diferenciado e personalizado, espero que tenha gostado de nossas dicas e informações.

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Djeisan Colombo – Consultora

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Investir em terreno é um bom negócio, mas exige cuidados!

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Terrenos são grandes geradores de riqueza, pois investir no entorno de grandes capitais é valorização garantida no longo prazo. Isto ocorre porque as cidades brasileiras estão se expandindo horizontalmente em ritmo acelerado.

Também existem diversas formas de se investir e lucrar com terrenos no curto e médio prazo.

Muitos condomínios de luxo no Brasil são construídos em verdadeiros brejos, terrenos alagados em volta de lagoas que não teriam qualquer valor aos olhos de uma pessoa comum.

Confira 3 dicas para investir em terrenos:

  1. Verifique o histórico

O primeiro passo é verificar o histórico da empresa responsável pelo loteamento, pedir referências sobre os loteamentos lançados anteriormente e visitá-los.

  1. Visite o Local

Visitar o local onde se deseja adquirir um lote é fundamental para conhecer a infraestrutura das ruas, iluminação, segurança e verificar a demarcação.

  1. Documentação

É necessário olhar com atenção a documentação do lote. Caso o lote seja irregular, a documentação irá denunciar se ele está instalado próximo a áreas de mananciais ou de proteção ambiental.

Uma das principais prioridades é verificar a matrícula individual do lote, que garante ao proprietário que aquilo não é fruto de uma ocupação irregular. Essa conferência pode evitar 95% dos problemas que podem ser descobertos com a compra de terrenos.

Confira no Registro de Imóveis o registro do loteamento, as licenças e a aprovação do projeto.

É recomendável também verificar informações junto aos órgãos ambientais e prestadores de serviços públicos de água e luz.

Seja qual for o terreno, tenha um pensamento de longo prazo, para assim conquistar lucros muito maiores que no curto prazo.

Umidade no inverno: não precisa secar as paredes com toalhas ou papel, apenas areje o ambiente.

Paredes mofadas, bolhas na pintura e roupas com bolor são consequências da umidade, uma das características do inverno gaúcho que não poupa quase nenhuma residência. Certo que a influência das massas de ar polar, mais secas, ajudam a balancear mas não há fórmula mágica para deixar a casa seca durante o inverno.

Pensando na praticidade do dia a dia, este post vem com algumas dicas para auxiliar você a melhorar esta situação no seu imóvel.

Banheiro:

O banheiro é um dos principais afetados quando o assunto é a umidade. Geralmente, o teto fica escuro devido ao mofo. Outro problema são os rejuntes dos azulejos, que também podem acumular fungos. A principal forma de evitar o aparecimento desses inquilinos é ventilar o ambiente. Depois do banho, abra a janela do banheiro para sair o vapor, assim como a porta.

Quem não tem janela no banheiro deve contar com exaustores para tirar a umidade e, de preferência, manter a porta do banheiro aberta o maior tempo possível. Secar as paredes com toalhas ou papel não é necessário.

Caso o mofo apareça, deve-se imediatamente limpá-lo, ou ele pode se espalhar nos rejuntes e no teto. Utilize uma esponja macia com água e sabão neutro. Nos rejuntes dos azulejos, a mesma fórmula funciona. Alvejante e cloro podem ser usados, mas se corre o risco de deixar a superfície amarelada.

Quando o mofo impregnar no material, será necessário tomar medidas mais drásticas, como descascar, lixar e passar produtos impermeabilizantes. Usar tinta antimofo também é uma boa opção.

Cozinha:

Ao cozinhar, o vapor das panelas pode tomar conta do ambiente, principalmente os espaços próximos do fogão. O ideal é deixar as janelas da cozinha sempre abertas durante os processos de cozimento.

Quando o bolor aparecer nas paredes ou azulejos, siga os mesmos procedimentos usados no banheiro – de preferência, uma esponja com água e sabão neutro. Tinta antimofo pode ser usada na casa toda e é uma boa indicação.

Ventilação e iluminação:

Esse é o lema contra a umidade. Abra as janelas da casa e deixe o ar e o sol circular pelas peças pelo menos duas vezes por semana. Assim, há menos chances da umidade se acumular e de aparecerem bolhas, mofos e manchas em sua casa. Não deixe tudo fechado por estar frio.

Para auxiliar no processo, a dica é usar um ventilador nas peças úmidas. Outra boa opção é ligar o ar-condicionado como desumidificador. Com relação as estufas, não é indicado utilizá-las no banheiro, pois a umidade pode levar a curtos-circuitos e gerar acidentes.

Roupas:

Os guarda-roupas fechados em ambientes úmidos podem ocasionar mofo nas peças. Pelo menos duas vezes por semana, é indicado abrir todas as portas do armário por algumas horas para ventilar. Mexa nas roupas e mude os cabides de lugar para ajudar a circulação de ar. Cuidado para o sol não bater diretamente, pois pode desbotar as peças. Dentro do guarda-roupa, deixe um recipiente desumidificador de ambientes (disponível em supermercados).

Se o mofo aparecer, use um pano com vinagre ou álcool para retirar a mancha. Depois, lave normalmente.

Em casacos de couro, a dica é passar uma camada fina de cremes hidratantes ou produtos que dão brilhos em móveis. Assim, há menos chance do mofo conseguir se acumular. Outro cuidado importante é com os perfumes. Não guarde roupas com a fragrância no armário, pois podem estar levemente úmidas e amarelar. Já para secar as roupas no inverno, não há mágica. Estenda no lugar da casa com mais luminosidade possível, geralmente próximo a janelas.

Paredes:

A umidade não ocorre somente nos locais tradicionalmente úmidos, como banheiro e cozinha. Muitas residências sofrem com bolhas e mofo nas paredes das salas e dos quartos. Isso pode ocorrer devido à má impermeabilização no momento da construção, à pouca iluminação ou à falta de ventilação. Se as primeiras bolhas aparecerem, é possível estourá-las e pintar novamente a parede para manter mais um tempo em boas condições – um modo paliativo. Da mesma maneira, o mofo pode ser limpo com esponja, água e sabão neutro em primeira instância – não utilize produtos químicos porque pode-se manchar ainda mais o espaço. Caso o bolor fique impregnado ou as bolhas se multipliquem, é necessária uma intervenção mais drástica.

Uma boa dica é usar texturas na parede, pois demoram mais a deixar a umidade tomar conta e, às vezes, duram por anos.

Tapetes e cortinas:

Se em sua casa bate pouco sol e não há muita ventilação, remova os tapetes. Esses acessórios podem ficar molhados e ajudar no acúmulo de fungos e bactérias. Para não sofrer com a umidade, fuja das cortinas de tecido e opte por persianas.

Fique atento:

O inverno é um período chuvoso e, em função disso, as casas ficam mais suscetíveis a vazamentos. Fique atento a telhas e calhas quebradas em casa e faça uma revisão mensalmente. Muitas vezes, o problema está relacionado com água acumulada em tetos e paredes, e não somente com a umidade do ambiente.

Dicas caseiras que podem funcionar:

– Um saquinho de cravos dentro do armário ajuda a evitar o mofo

– Giz de quadro-negro também pode ajudar a eliminar a umidade do guarda-roupa

– Suco de limão reduz o mofo no rejunte dos azulejos

– Vinagre ajuda a eliminar o bolor das roupas

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2015/06/saiba-como-amenizar-os-problemas-causados-pela-umidade-em-casa-4787528.html

Saiba como aumentar a durabilidade de uma Piscina de Fibra

Saiba como aumentar a durabilidade de uma Piscina de FibraO que é uma piscina de fibra?

Tradicionalmente, as piscinas em fibra de vidro são confeccionadas como uma única peça que é revestida, como o próprio nome indica, com fibra de vidro. A fibra de vidro é um polímero composto pela aglomeração de filamentos de vidro muito finos, aos quais é adicionada uma resina de poliéster.

O que você precisa saber é que a durabilidade de uma piscina de fibra depende de 3 fatores. Se todos fatores forem cumpridos, ela vai durar por muitas décadas.

Qualidade da fabricação

A realidade é que nem todas as piscinas de fibra são fabricadas igualmente. Algumas das diferenças são: a qualidade da matéria-prima utilizada, a laminação aplicada (ordem e espessura dos materiais), os processos utilizados para aplicar cada camada da lâmina, o nível de conhecimento dos trabalhadores e, finalmente, a condição do molde em que a piscina foi construída.

Como a piscina é instalada

Procure por profissionais terceirizados especialistas em piscinas de fibra, pois eles são treinados e capacitados para cumprir as exigências de qualidade dos fabricantes.

Como a piscina é preservada

Cuidados simples do dia a dia, que muitas vezes são deixados de lado, podem ajudar a conservar a piscina de fibra por mais tempo. Algumas dicas básicas são:

  • Aplicar mensalmente uma cera de polir carro nas bordas da piscina;
  • Deixar sempre a água com o pH correto;
  • Sempre usar produtos de qualidade;
  • Respeitar o tempo para a troca de filtro e outras manutenções.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a Imobiliária Jaeger.

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Dicas sobre a venda de imóveis e declaração de imposto de renda

O prazo máximo para o envio da declaração do imposto de renda à Receita Federal é até o dia 30 de abril de 2017. Neste post a Imobiliária Jaeger traz informações e dicas para lhe auxiliar na declaração referente aos seus imóveis.

É possível se livrar do Imposto de Renda (IR) sobre o ganho de capital com um imóvel? Em alguns casos, sim. Situações específicas permitem pagar menos ou até ficar 100% livre do tributo sobre o lucro obtido nessas transações.

É importante lembrar que o valor de compra de um imóvel – não importando há quanto tempo ele tenha sido adquirido – não deve ser atualizado pelo que vale atualmente, de acordo com as regras da Receita Federal.

Dessa forma, ao vender o bem, o contribuinte precisa declarar o valor obtido na venda, que descontará a diferença sobre o preço de compra do imóvel, a fim de calcular qual foi o ganho de capital. Sobre este valor, vai incidir a alíquota fixa de 15% para pessoas físicas.

Abaixo, alguns casos que permitem ficar livre ou reduzir o imposto sobre o ganho de capital de imóveis:

  1. Reforma da casa própria:qualquer melhoria na estrutura do imóvel, tratando-se de reforma e construção, permite aumentar o valor do imóvel na declaração. Isso favorece pagar menos imposto, já que o ganho de capital será considerado menor na venda do bem, que foi valorizado pela benfeitoria. Se a valorização for muito grande, pode haver isenção do imposto.
  2. Desapropriação de terra para reforma agrária: a indenização recebida para este fim sobre um imóvel rural (terra nua) é considerada receita de atividade rural, quando abatida como despesa pública, não pode ser tributada como ganho de capital na declaração à Receita.
  3. Imóvel comprado antes de 1969:o lucro obtido na venda de bens adquiridos antes desta data dispensa qualquer pagamento do Imposto de Renda por ganho de capital, cuja alíquota é de 15%.
  4. Imóvel adquirido entre 1969 e 1988: quem vender bens comprados nesta época pagará menos imposto sobre o ganho de capital, de forma progressiva. A redução é de 100% para o ano mais antigo, até chegar a 5% no imóvel de 1988. A cada ano, a partir de 1969, a redução do imposto é de 5%.
  5. Variação cambial:se ela for resultante da venda de imóveis adquiridos com rendimentos originariamente em moeda estrangeira. Somente é isenta a variação cambial, sendo tributável o ganho obtido em moeda estrangeira.
  6. Venda de único bem de até R$ 400 mil:fica isento o imóvel de qualquer tipo, de posse individual em condomínio ou em comunhão, localizado em zona urbana ou rural, desde que não tenha feito, nos últimos cinco anos, outra venda de imóvel, tributada ou não. O limite de R$ 400 mil não considera a parte de cada condômino ou coproprietário, nem a posse em comunhão com o cônjuge, a menos que esteja em contrato.
  7. Compra de outro imóvel em 180 dias: A partir de 16 de junho de 2005, o ganho na venda de imóveis residenciais fica isento se outro for comprado no prazo de seis meses a partir da celebração do contrato. A opção pela isenção deste item deve ser informada no Demonstrativo da Apuração dos Ganhos de Capital. O benefício vale a cada cinco anos.

Ainda possui dúvidas? Venha até a Imobiliária Jaeger que um dos nossos consultores irá lhe auxiliar. Temos também profissionais que podemos indicar para realizar a sua declaração.

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Fonte: https://publicidadeimobiliaria.com/7-casos-que-dispensam-pagar-ir-pelo-lucro-com-venda-de-imoveis/

Quer vender seu imóvel? Então tenha em mãos a matrícula atualizada.

Diariamente atendemos clientes que chegam até a Imobiliária Jaeger ou nos contatam pelos canais digitais, com a intenção de venda de seu imóvel. O primeiro passo para o cadastramento deste imóvel é a compreensão do bem e visualização de documentação referente ao mesmo. Nossa solicitação é da apresentação da matrícula do imóvel para entender o que está registrado e confirmar a propriedade do imóvel.

Quando alguém diz que “não tem escritura”, tecnicamente quer dizer que não tem registro imobiliário, e isto significa que estamos diante de um vendedor que não é o proprietário. E é válido o dito popular segundo o qual “quem não registra não é dono”, porque propriedade se prova com o registro da matrícula do imóvel.

Quem é proprietário, usa, vende, aluga, reforma, dispõe do imóvel e pode até exigir a sua devolução de quem injustamente o ocupe, enfim, é dono do subsolo e do espaço aéreo e tem o que, na linguagem jurídica, se denomina “direito real”. Já o “promissário comprador”, no caso de um Contrato de Promessa de Compra e Venda, tem o chamado “direito pessoal”, algo que ele sempre poderá defender, é lógico, mas para tal, sempre enfrentará uma série de obstáculos jurídicos e, a cada discussão, precisará mostrar todos os seus documentos e provas, enquanto o proprietário basicamente exibe a certidão do registro imobiliário, isso é tudo. Em suma, o “promissário comprador” está quase lá, mas ainda não detém a propriedade.

E se o “promitente vendedor” sumir ou, por uma razão qualquer, não outorgar a escritura no futuro, vão restar para o adquirente os intrincados caminhos judiciais, demorados e caros.

Antes da compra de qualquer imóvel é necessário a solicitação de uma matrícula atualizada do imóvel para verificar a sua atual situação e se não existe gravame que impeça o registro. Podem ser pedidas também ao vendedor certidões diversas (de feitos ajuizados, cíveis, criminais etc.), que visam principalmente aferir se existe demanda judicial referente ao imóvel adquirido.

Nada impede a negociação “sem escritura”, mas jamais se terá a mesma segurança como quando efetivamente se compra o imóvel, com o registro da escritura no Cartório de Registro de Imóveis.

Nossa solicitação pela documentação do imóvel a ser vendido ou comprado é para que possamos dar totais garantias para ambas das partes envolvidas no processo. Nossos consultores imobiliários darão aos nossos clientes todas as orientações necessárias para que a aquisição seja algo garantido e sem situações de riscos posteriores. Entre em contato conosco, estamos aguardando para auxiliá-los.

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Fontes:

https://www.zappro.com.br/saiba-importancia-da-escritura-e-registro-de-imoveis-e-oriente-seu-cliente/

http://casaeimoveis.uol.com.br/tire-suas-duvidas/leis-e-direitos/e-muito-arriscado-comprar-um-imovel-sem-escritura-quais-problemas-posso-enfrentar.jhtm

https://www.konkero.com.br/financiamento/casa-propria/confira-6-situacoes-que-deixam-o-seu-imovel-irregular-e-saiba-como-resolve-las

Dicas para a escolher os revestimentos do seu imóvel

Quem monta ou acompanha a montagem ou reforma de uma casa ou apartamento, vivencia diariamente o desafio de escolher cada detalhe da casa: das cores das paredes, aos móveis e eletrodomésticos. O piso, por exemplo, é para muitos um ponto de interrogação. Como escolher o piso ideal para cada ambiente? O que levar em conta na hora de optar por um revestimento? Cada ambiente do imóvel combina com um determinado revestimento e é preciso considerar esta questão na hora de definir os pisos de cada área. São diversos tipos, cores e tamanhos existentes no mercado e, por isso, a escolha pode ser mais complicada do que parece. Algumas orientações básicas ajudam a esclarecer dúvidas e evitar escolhas inadequadas que possam gerar transtornos.

Entre os diversos tipos de piso estão o laminado, o vinílico, o porcelanato, granito e muitos outros, mas escolher entre eles pode não ser uma tarefa tão simples. Isso porque cada ambiente combina mais com um determinado tipo e, como esse é um investimento que deve durar por anos, fazer a escolha errada pode acarretar em muita dor de cabeça. “A escolha do piso vai variar muito do gosto de cada morador, mas é preciso estar atento a alguns detalhes para não se arrepender.

Não podemos definir um tipo apenas pela estética, também é preciso pensar na funcionalidade. Os pisos de madeira, por exemplo, não devem ser colocados em áreas molhadas, pois não absorvem a água por completo, o que pode causar estragos – a menos que passem por um tratamento adequado para que isso não aconteça. Antes de escolher o piso, portanto, é preciso avaliar o uso que se fará do ambiente. Para que não haja dúvida na escolha temos algumas dicas.

Ambientes quentes

Os quartos, salas e corredores são as áreas íntimas e sociais do imóvel em que, normalmente, as pessoas costumam usar pisos quentes, já que são mais aconchegantes e permitem maior conforto ao circular descalço. Porém, isso não significa que os pisos frios não podem ser utilizados, tudo vai depender da escolha do cliente. As cerâmicas são mais fáceis de limpar e, se o imóvel estiver localizado em uma região mais quente, elas ajudam a refrescar o local.

Existem diversas opções e modelos como os de madeiras, laminado, carpete e vinílico. O laminado, por exemplo, é uma ótima opção para quem quer economizar. Além de ser mais barato, é fácil de limpar e se a manutenção for feita corretamente, eles duram por muito tempo, além disso, alguns modelos possuem o sistema click de encaixe, que permitem uma instalação rápida e sem sujeira.

Já o carpete é uma opção antiderrapante, amortecendo possíveis quedas e não fazendo ruídos. Ele não permite que barulhos de sapatos, por exemplo, ecoem pela casa. Por outro lado, é preciso ficar atento, pois é um material que causa alergia. Cerifique-se sempre se o piso possui componentes antialérgicos antes de finalizar a compra. Ele também é mais difícil de limpar que os demais, e se for usado em um ambiente muito quente e úmido é fácil de juntar mofo e causar mau cheiro.

Outra opção para as áreas quentes da casa é o taco. O piso é versátil e duradouro, porém ele tem um custo elevado e um tempo de instalação mais demorado que os demais. Além disso, se ficar em contato frequente com o sol e água, pode se deteriorar.

Os pisos vinílicos, revestimento que tem um padrão semelhante à madeira ou outros tipos de materiais, vêm sendo muito usado em construções atuais; são práticos na instalação, pois necessitam apenas de cola especial, ou ainda, do sistema de click; e caso o morador queira mudá-lo de local, pode ser descolado facilmente. É um piso que tem alta resistência ao tráfego intenso de pessoas, é antialérgico, absorve ruídos e normalmente não mancha ou risca com facilidade. Além disso, o que utiliza o sistema de click pode ser lavado com água, já os outros modelos de pisos quentes não, pois não têm absorção completa – o que pode estragar o material facilmente.

Áreas molhadas

Os ambientes “molhados”, como cozinha, banheiro e lavanderia são áreas ideais para os pisos frios como porcelanato, granito, cerâmicas e pastilhas. Com uma variedade muito grande de formatos, cores e preços, tipos de revestimentos podem receber grande quantidade de água sem serem danificados.
Um detalhe que deve ser levado em conta é a questão da temperatura. Quem mora em locais muito quentes, pode usar e abusar dos revestimentos frios em toda a casa, pois deixam o ambiente mais fresco. O porcelanato é um exemplo que fica bem em qualquer ambiente, além de ser altamente resistente e de fácil manutenção. Tem sido a opção mais vendida no mercado entre os tipos de pisos frios.

O granito e o mármore também são opções que atendem este fim, sendo muito usados em cozinhas e banheiros. Ambos podem ser encontrados em diversas cores, compondo diferentes projetos de decoração, porém são peças que tem um alto custo, especialmente o mármore. Apesar de também serem duradouros e fáceis de limpar, eles vêm perdendo espaço para os porcelanatos devido à estética. É preciso ficar atento no momento da compra de granitos, em relação a porosidade do material; há pedras que não conseguem absorver a água rapidamente e ficam constantemente com a aparência de manchadas.

As pastilhas, que podem ser constituídas de vidro ou cerâmica, são muito usadas em banheiros e áreas externas, como piscinas. A grande desvantagem é que precisam de muito rejunte, o que facilita o acúmulo de sujeira.

Como vimos são variados os modelos e opções em revestimentos e acabamento para o seu espaço e eles sempre vão variar de acordo com seu estilo e design de acabamento. Pense na sua praticidade e conforto na hora de definir suas escolhas e abaixo veja algumas dicas que podem lhe auxiliar na hora da compra:

  1. Cuidado na escolha dos modelos pelo catálogo ou pelo site. As cores e as texturas nem sempre aparecem iguais.
  2. Antes de definir no orçamento as peças escolhidas, verifique se a loja ou o fabricante tem a quantidade necessáriapara a metragem de sua obra.
  3. A quantidade de pisos e revestimentos deve ser calculada comreserva de 10% a 15% para o caso de perda por corte errado ou para futura manutenção.
  4. Encomende o material com antecedência e programe a entrega dos materiais de acordo com o cronograma da obra.
  5. Confira os produtos no ato da entrega para evitar peças defeituosas, quebradas ou de tom diferente.
  6. Para não ter surpresas desagradáveis, verifique se as caixas dos revestimentos têm número de lote igual.
  7. O consumidor tem até 90 dias para reclamar e pedir a troca de produtos danificados.
  8. Somente comece a obra quando o material básico estiver comprado, recebido e checado.
  9. A base na qual o revestimento será assentado deve obedecer aos padrões exigidos pelo fabricante das peças.
  10. Se sobrar material, há lojas que aceitam a devolução de caixas não abertas. O valor é revertido em crédito para a compra de outras mercadorias.

No momento que for fazer a definição e escolha das peças e materiais para o seu espaço, faça o exercício de estar no ambiente, procure imaginar-se no espaço com aquele determinado acabamento, sinta as texturas e emoções que lhe proporcionarão.

Esperamos ter contribuído com algumas dicas para lhe auxiliar na hora da escolha dos revestimentos do seu imóvel e tornar seu espaço mais aconchegante e mais particular aos seus gostos e toques pessoais. Se quiser mais informações, venha até a Imobiliária Jaeger e converse com um dos nossos consultores.

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Valorize seu espaço com a iluminação correta

Selecionamos para você algumas dicas para acertar no projeto luminotécnico de cada cômodo do seu sonho.

A iluminação correta transforma qualquer ambiente. Ela é responsável pela nossa primeira impressão, trazendo a sensação de conforto visual. Para definir um projeto de iluminação , o primeiro passo é escolher qual será a proposta para o ambiente. Apenas com luzes diferentes, a mesma sala pode ganhar ar romântico, intimista, alegre ou aconchegante. No entanto, erros de iluminação podem ser fatais. Um local mal iluminado, que não tem suas características valorizadas, pode se tornar frio, impessoal e sem charme.

A luz certa para cada cômodo 


Hall de entrada
Devem ser iluminadas de forma que causem uma boa primeira impressão. A atmosfera deve ser convidativa e aconchegante. Pontos de luz difusos podem exercer um bom papel nesse caso. 

Sala de Estar 
Como é o cômodo onde as pessoas passam a maior parte do tempo, a luz deve ser confortável aos olhos e, ao mesmo tempo, possibilitar uma conversa entre amigos ou o entretenimento com a televisão, caso haja uma no cômodo. A luz pode ser focalizada nas áreas de leitura ou lazer, como jogos e outros hobbies. Spots instalados estrategicamente dão charme a obras de arte e objetos de decoração.

Sala de Jantar 
Pode ser um ambiente bem diversificado, dependendo da atmosfera que o morador quiser criar. Com luzes baixas, ganha um ar romântico, enquanto se bem iluminada e com pontos de luz focalizando objetos interessantes, se torna um local ideal para uma reunião de amigos. Lembre-se sempre que o foco principal da iluminação de uma sala jantar está na mesa. No entanto, o projeto de iluminação deve contemplar a sala inteira. 

Cozinha 
Como se trata de um ambiente de intensa atividade deve ser claro e muito bem iluminado, para facilitar o trabalho e evitar acidentes. O ideal é instalar pontos de luz difusos, com luminárias de no mínimo 60W. 

Escritório e área de serviço 
Vale a mesma regra da cozinha. Como são áreas de trabalho intenso, devem ser bem iluminadas. Deve-se ter cerca de três vezes mais luz nas superfícies de trabalho do que no resto do cômodo. Para abajures de piso ou mesa de leitura, existem lâmpadas que proporcionam uma boa quantidade de luz sobre as áreas de trabalho. Superfícies de trabalho para passatempos e artes ficam ideais com lâmpadas fluorescentes com elevado índice de reprodução de cor. 

Quarto 
É o local da casa onde a iluminação deve ser mais confortável. Para a iluminação geral, existem lâmpadas que iluminam totalmente o quarto quando aplicadas nas luminárias do teto. A iluminação indireta, feita por luminárias de parede ou teto, pode ser usada para produzir uma luz suave para leitura na cama, por exemplo. 

Banheiro 
A iluminação do banheiro deve ser suave e agradável, mas luminosa o suficiente para facilitar a maquiagem, barbear, depilação ou pentear os cabelos. Do contemporâneo ao tradicional, a iluminação deve destacar o visual do banheiro e o seu visual pessoal. 

Área externa 
Segurança e destaque são as funções de uma iluminação externa. Para destacar a paisagem, distribua a luz através dos caminhos e passagens. Para maior segurança, é possível iluminar todos os lados da casa e arbustos que possam esconder assaltantes.

Tipos de pontos de luz

Difuso: luz que não incide em um único foco direto. Essa técnica utiliza materiais e cores de boa reflexão para tornar a luz mais abrangente e menos ofuscante, o que suaviza as sombras. Para obter esse efeito, é preciso usar lâmpadas não aparentes. 

Indireto: luz difusa mais restrita, que pode compor o ambiente com pequenos focos de luz, como arandelas e abajures. Em geral, são usadas luminárias não conflitantes com pessoas ou objetos. As arandelas podem ser usadas em espaços menores, como banheiros, lavabos e corredores.

Dirigido: luz proveniente de uma direção única e tem foco dirigido. Essa técnica se utiliza de refletores para dirigir o foco de luz. Luzes diretas devem ser direcionadas para objetos específicos, especialmente decorativos, como quadros, flores ou esculturas. Dessa forma, a luz não causa desconforto e valoriza as peças. 

Wall washing: pontos de luz fixos dirigidos com spots ou embutidos no teto. Podem ser usadas ainda luminárias de chão embutidas ou projetores de pequeno porte fixados em pontos a distâncias iguais e que foquem a extensão da parede. O efeito se assemelha a um banho de luz na parede, daí o nome wall washing (em inglês). Esse efeito destaca a textura da parede e valoriza a arquitetura. 

Downlight: luz oculta, que evita o ofuscamento e aumenta o rendimento luminoso. As luminárias utilizadas nessa técnica são específicas para embutir em forros (como drywall, por exemplo) e possuem vários formatos. 

Up light: luzes instaladas no chão e voltadas para objetos diretamente. É um artifício muito utilizado para iluminar elementos de um ambiente de forma vertical (árvores, arbustos, estátuas ou colunas). 

Cuidados que você deve ter 
Para economizar energia e tornar o ambiente mais harmonioso, o ideal é pintá-lo com cores claras. Evite pintar paredes e tetos com cores escuras, pois isso exige mais luz para compensar, podendo ocasionar aumento do consumo de energia e acúmulo de calor. Por isso, também é importante manter as luminárias limpas para que não haja perdas de luminosidade.

A iluminação incorreta também pode causar o ofuscamento, que é quando há desconforto e redução da capacidade de distinguir detalhes ou objetos. Isso ocorre quando a luz é mal distribuída no ambiente e apresenta contrastes excessivos. O ofuscamento pode ser direto, através de luz direcionada ao campo visual, ou reflexivo, por meio do reflexo em superfícies claras ou transparentes. 

Lâmpadas fluorescentes ou econômicas podem ser usadas em cozinhas, áreas de serviço e escritórios. Embora algumas pessoas evitem seu uso por pensarem que não existem modelos que se adaptem a luminárias, existem algumas que podem ser usados em lustres sem problemas.

Esperamos ter contribuído com algumas dicas para deixar o seu espaço mais aconchegante e mais particular aos seus gostos e toques pessoais. Se quiser mais informações, venha até a Imobiliária Jaeger e converse com um dos nossos consultores.

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6 coisas que você precisa saber sobre Herança

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Este é um assunto sobre o qual praticamente ninguém gosta de falar, mas sua importância é enorme, pois é justamente nos momentos de maior sensibilidade que uma família precisa resolver os documentos da herança. Existem várias questões a serem levadas em consideração sobre o tema: quem são os herdeiros? Como deixar um testamento? Sobre quais bens eu posso dispor livremente no testamento? Preparamos abaixo algumas questões que ocorrem com maior frequência. Mas lembre-se: essas questões devem ter sempre o acompanhamento profissional do seu advogado.

1)   Sucessão de bens

Primeiramente, vamos explicar sobre a sucessão de bens, que é a transmissão de bens móveis ou imóveis, após a constatação da morte ou ausência (desaparecimento) de uma pessoa. A partir desse momento, diversos efeitos jurídicos são gerados, pois a pessoa que morreu pode ter dívidas a pagar, créditos a receber, patrimônio a transmitir, entre outras questões. Normalmente, estas questões são resolvidas judicialmente, principalmente quando há menores de idade envolvidos. Se houver acordo entre herdeiros e nenhum interesse de menor de idade, é possível fazer esse mesmo procedimento de partilha nos cartórios.

2) Sem testamento

Não havendo testamento, a Lei determina quais serão os herdeiros naturais da pessoa que morreu. No Brasil, o cônjuge e os descendentes (filhos) são os herdeiros naturais. Se não houver filhos, mas netos, eles também herdam a parte que caberia a seus pais. Se não houver descendentes, herdam o cônjuge e os ascendentes (pais). No caso de não haver pais, mas avôs, esses herdam a parte que caberia aos pais. Na hipótese de indivíduos que morrem sem cônjuge, herdam descendentes e ascendentes, nessa ordem. Na falta dessas pessoas, herdam os irmãos e, na falta desses, parentes até o 4º grau.

3) Partilha da herança

A partilha é complexa porque depende do regime de bens, de haver casamento ou união estável, filhos em comum, bens só do falecido ou de ambos, etc.

Geralmente é feita por cabeça, de acordo com as pessoas aptas a herdar. Se só existirem filhos, cada um deles receberá a mesma parte do patrimônio. Se houver cônjuge, ele normalmente tem direito à metade do patrimônio do casal, a depender do regime patrimonial do casamento (comunhão total ou parcial de bens, separação total etc.).

O cônjuge que sobrevive tem direito a ficar com a casa em que morava com o falecido. Se o valor da casa exceder a parcela a que o cônjuge tem direito sobre a herança, será necessário pagar o excedente aos demais herdeiros.

4) Como funciona o testamento

Se houver herdeiros necessários, a pessoa só poderá dispor uma parcela de seu patrimônio em testamento. A outra parcela, chamada “legítima”, deverá ser repartida, necessariamente, entre os herdeiros naturais (descendentes, ascendentes e cônjuge). Só será possível afastar essas pessoas do recebimento da herança em casos bastante específicos, como na deserdação por indignidade.

Se houver apenas um cônjuge como herdeiro, a legítima recebe a metade da herança. Ou seja, se o patrimônio total do indivíduo for de R$ 500.000, apenas R$ 250.000 podem ser designados de acordo com a vontade da pessoa que morre. Os outros R$ 250.000 cabem, necessariamente, ao cônjuge. O mesmo ocorre quando não há cônjuge e o falecido deixa apenas um filho.

Se houver filhos e cônjuge, a legítima é de dois terços da herança. Ou seja, sobra um terço da herança para dispor livremente. O mesmo ocorre quando há somente filhos, caso em que a legítima será de dois terços e a quota disponível será de um terço.

5) Como fazer um testamento

Atualmente, as formas de testamento mais comuns são: o público (feito em cartório), o cerrado (literalmente, selado até o momento de sua abertura) e o particular (que pode ser escrito de próprio punho ou mesmo em computador, desde que com a assinatura de três testemunhas). Da mesma forma como foram feitos os testamentos, eles podem ser desfeitos (revogados). Desde que a pessoa esteja em pleno exercício de suas capacidades mentais, é possível mudar de ideia acerca da parcela disponível de seus bens, nomeando novos herdeiros e realocando a destinação de seus bens.

6) Dívidas e créditos do falecido

Dívidas e créditos devem ser contabilizados no momento de inventariar o patrimônio deixado pelo falecido. Somam-se todos os bens, o que inclui créditos e outras aplicações financeiras. Desse valor, subtraem-se todas as dívidas deixadas. Se essa quantia exceder o valor dos bens, não há como cobrar dos herdeiros o excesso. As pessoas somente herdam o valor que excede as dívidas do falecido, não seus débitos.

Por isso, um procedimento de inventário e partilha de bens deve levar em consideração todos os bens, créditos, débitos e finanças do falecido, para que só seja realizada uma partilha no final do procedimento. Durante esse processo, um dos herdeiros é chamado para administrar estes bens. Se não houver herdeiros, o juiz pode nomear um administrador para eles.

Se você ainda tem dúvidas, venha até a Imobiliária Jaeger. Nós podemos indicar advogados que são nossos parceiros profissionais, capacitados para lhe auxiliar.

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Fonte: https://financaspessoais.organizze.com.br/tudo-o-que-voce-procurava-sobre-heranca/