Investir em terreno é um bom negócio, mas exige cuidados!

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Terrenos são grandes geradores de riqueza, pois investir no entorno de grandes capitais é valorização garantida no longo prazo. Isto ocorre porque as cidades brasileiras estão se expandindo horizontalmente em ritmo acelerado.

Também existem diversas formas de se investir e lucrar com terrenos no curto e médio prazo.

Muitos condomínios de luxo no Brasil são construídos em verdadeiros brejos, terrenos alagados em volta de lagoas que não teriam qualquer valor aos olhos de uma pessoa comum.

Confira 3 dicas para investir em terrenos:

  1. Verifique o histórico

O primeiro passo é verificar o histórico da empresa responsável pelo loteamento, pedir referências sobre os loteamentos lançados anteriormente e visitá-los.

  1. Visite o Local

Visitar o local onde se deseja adquirir um lote é fundamental para conhecer a infraestrutura das ruas, iluminação, segurança e verificar a demarcação.

  1. Documentação

É necessário olhar com atenção a documentação do lote. Caso o lote seja irregular, a documentação irá denunciar se ele está instalado próximo a áreas de mananciais ou de proteção ambiental.

Uma das principais prioridades é verificar a matrícula individual do lote, que garante ao proprietário que aquilo não é fruto de uma ocupação irregular. Essa conferência pode evitar 95% dos problemas que podem ser descobertos com a compra de terrenos.

Confira no Registro de Imóveis o registro do loteamento, as licenças e a aprovação do projeto.

É recomendável também verificar informações junto aos órgãos ambientais e prestadores de serviços públicos de água e luz.

Seja qual for o terreno, tenha um pensamento de longo prazo, para assim conquistar lucros muito maiores que no curto prazo.

Dicas sobre a venda de imóveis e declaração de imposto de renda

O prazo máximo para o envio da declaração do imposto de renda à Receita Federal é até o dia 30 de abril de 2017. Neste post a Imobiliária Jaeger traz informações e dicas para lhe auxiliar na declaração referente aos seus imóveis.

É possível se livrar do Imposto de Renda (IR) sobre o ganho de capital com um imóvel? Em alguns casos, sim. Situações específicas permitem pagar menos ou até ficar 100% livre do tributo sobre o lucro obtido nessas transações.

É importante lembrar que o valor de compra de um imóvel – não importando há quanto tempo ele tenha sido adquirido – não deve ser atualizado pelo que vale atualmente, de acordo com as regras da Receita Federal.

Dessa forma, ao vender o bem, o contribuinte precisa declarar o valor obtido na venda, que descontará a diferença sobre o preço de compra do imóvel, a fim de calcular qual foi o ganho de capital. Sobre este valor, vai incidir a alíquota fixa de 15% para pessoas físicas.

Abaixo, alguns casos que permitem ficar livre ou reduzir o imposto sobre o ganho de capital de imóveis:

  1. Reforma da casa própria:qualquer melhoria na estrutura do imóvel, tratando-se de reforma e construção, permite aumentar o valor do imóvel na declaração. Isso favorece pagar menos imposto, já que o ganho de capital será considerado menor na venda do bem, que foi valorizado pela benfeitoria. Se a valorização for muito grande, pode haver isenção do imposto.
  2. Desapropriação de terra para reforma agrária: a indenização recebida para este fim sobre um imóvel rural (terra nua) é considerada receita de atividade rural, quando abatida como despesa pública, não pode ser tributada como ganho de capital na declaração à Receita.
  3. Imóvel comprado antes de 1969:o lucro obtido na venda de bens adquiridos antes desta data dispensa qualquer pagamento do Imposto de Renda por ganho de capital, cuja alíquota é de 15%.
  4. Imóvel adquirido entre 1969 e 1988: quem vender bens comprados nesta época pagará menos imposto sobre o ganho de capital, de forma progressiva. A redução é de 100% para o ano mais antigo, até chegar a 5% no imóvel de 1988. A cada ano, a partir de 1969, a redução do imposto é de 5%.
  5. Variação cambial:se ela for resultante da venda de imóveis adquiridos com rendimentos originariamente em moeda estrangeira. Somente é isenta a variação cambial, sendo tributável o ganho obtido em moeda estrangeira.
  6. Venda de único bem de até R$ 400 mil:fica isento o imóvel de qualquer tipo, de posse individual em condomínio ou em comunhão, localizado em zona urbana ou rural, desde que não tenha feito, nos últimos cinco anos, outra venda de imóvel, tributada ou não. O limite de R$ 400 mil não considera a parte de cada condômino ou coproprietário, nem a posse em comunhão com o cônjuge, a menos que esteja em contrato.
  7. Compra de outro imóvel em 180 dias: A partir de 16 de junho de 2005, o ganho na venda de imóveis residenciais fica isento se outro for comprado no prazo de seis meses a partir da celebração do contrato. A opção pela isenção deste item deve ser informada no Demonstrativo da Apuração dos Ganhos de Capital. O benefício vale a cada cinco anos.

Ainda possui dúvidas? Venha até a Imobiliária Jaeger que um dos nossos consultores irá lhe auxiliar. Temos também profissionais que podemos indicar para realizar a sua declaração.

#VemPraJaeger

Fonte: https://publicidadeimobiliaria.com/7-casos-que-dispensam-pagar-ir-pelo-lucro-com-venda-de-imoveis/

DIMOB! Você sabe o que é?

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A DIMOB trata-se de um documento feito anualmente para a Receita Federal por empresas do setor de imóveis, onde são informados todos os detalhes das transações realizadas durante os últimos doze meses.

A cada ano, a DIMOB é feita antes da entrega do Imposto de Renda, com seu prazo de entrega geralmente previsto até o último dia de fevereiro.

A entrega da DIMOB é obrigatória para empresas e pessoas jurídicas envolvidas em atividades como comercialização, loteamento de imóveis, operações de aluguel, alienação e sublocação de propriedades de terceiros, assim como atividades de construção, administração e locação de imóveis próprios.

Entre todos os itens que devem aparecer na DIMOB, estão valores de aluguel e condomínios pagos por inquilinos (locatários) aos proprietários (locadores), caso o intermédio dessas operações seja feito por pessoa jurídica, por exemplo.

Desde 2003 a Receita exige a entrega da DIMOB de todas as companhias do setor de imóveis e construção civil, assim como outras empresas que realizaram transações de imóveis construídos ou incorporados com recursos próprios.

A DIMOB deverá ser apresentada pelo estabelecimento matriz, em relação a todos os estabelecimentos, com as informações sobre:

  • As operações de construção, incorporação, loteamento e intermediação de aquisições/alienações, no ano em que foram contratadas;

  • Os pagamentos efetuados no ano, discriminados mensalmente, decorrentes de locação, sublocação e intermediação de locação, independentemente do ano em que essa operação foi contratada.

E se não apresentar a DIMOB?

A não apresentação da DIMOB no prazo estabelecido ou a sua apresentação com incorreções ou omissões acarretará a aplicação das penalidades, definidas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001. Os que cumprirem com incorreções ou omissões serão intimados para cumpri-las ou para prestar esclarecimentos relativos a elas nos prazos estipulados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.