O que fazer quando a obra atrasa e os juros do financiamento continuam correndo?

 

juros obra.jpgQuando se financia imóvel na planta através de instituição bancária, ligada a programas habitacionais é comum a cobrança mensal dos chamados juros de obra.
Os respectivos juros de obra, nada mais são do que o pagamento de parte de juros do financiamento auferido pelo mutuário e que possivelmente tendem a diminuir com o passar dos anos. Até aí tudo bem!
O problema do mutuário começa a surgir quando ocorre atraso na entrega do empreendimento, uma vez que o mesmo sente-se lesado na medida em que mensalmente paga sua fatura de juros de obra e não vê o andamento da obra na mesma medida.
Quando isso acontece surgem os questionamentos: É certo pagar esses juros enquanto a obra está parada? Não seria melhor suspender a cobrança dos juros até o recomeço das obras?

Olha, lamentavelmente vemos muitas pessoas judicializando a questão, principalmente para não pagar ou até mesmo “suspender” a cobrança dos juros de obra.
No entanto, ao agir desta forma, cometem um grande equívoco.
É que ao paralisar/suspender o pagamento mensal dos juros de obra, seja administrativamente ou judicialmente, simplesmente se transfere essa conta para o futuro. Veja que tal ato não traz nenhuma vantagem para o mutuário, pelo contrário coloca o mesmo em prejuízo.
Por outro lado, o ato também não faz com que a construtora acelere o empreendimento.
Assim, ao agir dessa forma tenham certeza de prejuízos financeiros serão trazidos ao próprio mutuário, pois além de não se mostrar o mais correto e condizente com o contrato de financiamento e com as legislações a ele atinentes, adiam o pagamento dos respectivos valores, cujos aos mesmos serão inseridas as atualizações necessárias.
Portanto, muito cuidado com os que oferecem milagres ou tentam demostrar que a suspensão da respectiva cobrança dos juros de obra é o melhor para o consumidor, pois não é!
A saída é outra e no caso da existência de danos devem os adquirentes desses imóveis agirem da forma correta e não contrária aos princípios basilares do sistema financeiro da habitação.

Se você ainda tem dúvida sobre esse assunto, venha até a Imobiliária Jaeger que um dos nossos consultores irá lhe auxiliar.

#VemPraJaeger

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7 dicas de planejamento financeiro para comprar o imóvel dos sonhos

 

7 dicas de planejamento financeiro para comprar o imóvel dos sonhos.jpg

A compra do apartamento ou da casa própria é um marco importante na vida de qualquer pessoa. No entanto, o caminho para realizar esse sonho não é nada simples: é preciso organização e planejamento financeiro antes de pensar em adquirir o imóvel que você tanto quer.

Uma compra feita da forma errada pode impactar negativamente a sua vida por um longo período, trazendo sérios prejuízos não só para você mas também a toda sua família. Por isso, separamos neste post 7 dicas de planejamento financeiro. Confira!

1. Organize suas finanças e estabeleça metas de poupança

A primeira coisa a fazer para atingir essa conquista é se organizar financeiramente. Tenha em mãos seu orçamento, lance seus ganhos e gastos em uma planilha e calcule quanto sobrará por mês para ser investido na compra do imóvel.

Com base nesse orçamento, se esforce para economizar. O interessante é trabalhar com uma meta de valor para ser poupada.

Se você perceber que não está sendo possível atingir a quantia desejada, analise o que pode ser cortado de outros gastos.

2. Faça um planejamento financeiro para investir tudo o que for poupado

Dinheiro parado é sinônimo de prejuízo. Por isso, enquanto você junta a quantia para comprar seu imóvel, esse dinheiro pode ser aplicado em algum investimento financeiro para render ao longo do tempo.

O ideal é investir em alguma aplicação segura de renda fixa, que lhe garanta ganhos estáveis e previsíveis.

3. Procure a melhor forma de pagamento

Existem três principais maneiras de comprar um imóvel: a aquisição à vista, o financiamento e o consórcio imobiliário.

Analise a sua situação financeira

Para evitar dívidas, é sempre preferível pagar qualquer coisa à vista. Porém, devido aos preços dos imóveis, nem sempre isso é possível. Por isso, é importante ter em mente quais são as outras formas de pagamento possíveis e adequá-las de acordo com sua capacidade financeira.

Seu FGTS pode ajudar

Não se esqueça também de que uma ajuda pode vir de seu FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), já que seu uso é permitido para a aquisição e financiamento de imóveis.

Consórcios oferecem custos mais baixos

A compra por meio de consórcios também vem se tornando uma alternativa muito popular entre os brasileiros. Ele é ideal para aqueles que não estão com pressa na aquisição, oferendo um custo mais baixo.

4. Considere as diferenças de preço entre imóveis novos e usados

Existem várias diferenças entre imóveis novos e usados.

Ao decidir por essa opção, é importante conferir se o imóvel é antigo e como estão as instalações hidráulicas, fiação elétrica, lajes, telhados, pisos, revestimentos e a estrutura. Muitas vezes uma reforma acaba sendo necessária, o que pode fazer com que a economia obtida na hora da compra deixe de existir.

Um imóvel na planta pode ser interessante por ser um novo projeto e apresentar menos riscos de problemas estruturais, se optar por essa alternativa, pesquise o histórico da empresa, verificando se ela tem boa reputação no mercado e nos órgãos de defesa do consumidor.

5. Tenha calma e não se apresse para escolher

Por mais que a vontade e a urgência em adquirir um imóvel sejam grandes, é preciso ter cautela. O recomendado é pesquisar e analisar todas as alternativas que aparecerem antes de decidir, até encontrar aquela que se encaixe em suas necessidades. O mercado imobiliário é dinâmico e várias boas oportunidades podem surgir com o tempo.

6. Preste atenção aos gastos e despesas extras

Os gastos com a aquisição de um imóvel não se limitam apenas ao valor das prestações e do financiamento. Existem, ainda, as taxas de transferência, documentação. Por isso, reserve também uma quantia para cobrir esses custos.

7. Recorra à ajuda de um profissional

Mesmo com tanto planejamento, ninguém está livre de imprevistos. Por isso, é sempre prudente contar com um apoio profissional. A ajuda de um consultor de imóveis é necessária caso ocorra uma situação não esperada ou até mesmo para solucionar questões relacionadas ao financiamento, por exemplo.

É importante ter total confiança nesse profissional. Peça a ele que esclareça as dúvidas envolvidas na compra, identificando possíveis problemas com documentação, pagamento, escrituras, entre outros trâmites.

Por isso venha até a Imobiliária Jaeger que nossos corretores estarão lhe aguardando.

 

 

Como regularizar um imóvel sem matrícula?

Dicas para regularizar seu imóvel- (1) Continuar lendo Como regularizar um imóvel sem matrícula?

Como financiar a compra de imóveis?

Coisas que você precisa saber par financiar seu imóvel!.jpgEntre os principais sonhos dos brasileiros está a compra de imóveis. Esse processo vem se tornando um pouco mais simples e, quem tem o nome em situação regular, consegue sair do aluguel com mais facilidade e comprar a casa própria.

Com estabilidade financeira, é possível obter prazos de financiamento maiores, diminuindo o valor das prestações. Normalmente, os financiamentos são feitos por instituições bancárias, que pagam a quantia que quem compra quer financiar ao vendedor do imóvel e parcela a dívida, como se fosse um empréstimo.

Quais os requisitos para financiar um imóvel?

Comprovante de renda

Para financiar a compra de um imóvel, o interessado deve comprovar renda mensal ao menos três vezes maior que o valor da parcela do financiado. Portanto, só é possível realizar esse processo em imóveis que atinjam até 30% do seu salário. A comprovação de renda pode ser feita mediante apresentação de contracheque do emprego ou declaração de Imposto de Renda.

Situação regular

Uma das barreiras ao tentar o financiamento imobiliário é o fato de o requisitante ser inadimplente. Se o interessado tiver o nome incluído no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) ou Serasa, as chances de receber uma recusa são grandes, uma vez que ele tem uma dívida pendente e mostra que não arcou com os compromissos financeiros.

Valor de entrada

Quem deseja financiar um imóvel, deve ter um valor para dar de entrada, geralmente 20% do total do imóvel. A residência só pode ser 100% financiada se comprada nova. Por isso, é bom ter a ciência de que é necessário uma reserva em dinheiro para começar o processo.

Avaliação imobiliária

Por meio de um engenheiro, arquiteto ou empresa contratada, o banco realiza a vistoria do imóvel a ser financiado para confirmar o valor declarado. Logo após, é elaborado um contrato e solicitado ao comprador e ao vendedor que assinem o documento. Toda a papelada deve ser registrada em cartório, além de ser levada de volta à agência bancária.

Documentos necessários para o financiamento

O primeiro passo para financiar um lar é entregar cópias originais do RG e CPF à instituição bancária. Se os interessados forem um casal, é preciso entregar os documentos de ambos – comprovante de estado civil e de renda, como holerites ou declaração de Imposto de Renda.

No caso de pessoas autônomas, existe a possibilidade de comprovar renda por meio da declaração do Imposto de Renda, contratos de prestação de serviços, sindicato de categoria, recibo de pagamento por trabalhos prestados ou o Decore (Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimentos).

Aqueles que não tiverem conta em banco, devem preencher uma ficha cadastral sob orientação do gerente bancário, que irá informar os documentos necessários para financiar um imóvel. Uma análise de cadastro é feita para verificar o nome do solicitante no SPC ou Serasa. Não havendo problemas nesses quesitos, o imóvel é vistoriado e o crédito é aprovado com um período de validade que varia de acordo com o banco ou instituição.

Financiamento antecipado

Apesar de poucos saberem, é possível dar entrada no pedido de financiamento antecipadamente. Caso a solicitação seja aprovada pelo banco, a instituição fornecerá uma carta de crédito como garantia de que o comprador terá o dinheiro que precisa para fechar o negócio e comprar a casa dos sonhos.

É importante lembrar que a documentação do empreendimento deve estar em ordem e o atual proprietário não deve ter pendências financeiras. A carta de crédito tem validade de, no mínimo, três meses.

Agora que já sabe como financiar um imóvel, basta se planejar e ir em busca de concluir o seu sonho de encontrar o lar ideal para você e sua família. Compare as condições oferecidas pelas empresas e conclua a transação na que mais se adequar ao seu perfil. Ficou alguma dúvida? Deixe um comentário para nós, ou vá até a imobiliária Jaeger, temos excelentes profissionais para lhe orientar.

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Faça Dinheiro Comprando e Vendendo Imóveis

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Uma das formas mais lucrativas de renda extra é fazer dinheiro comprando e vendendo imóveis.
O mercado de investidores em imóveis é imenso e muita gente já fez e ainda faz fortuna neste ramo, considerado um dos mais seguros na hora de investir.

Agora você pode ter pensado: “não tenho dinheiro para comprar um imóvel então isto não é para mim”.
Aí que você se engana, muitas pessoas investem em imóveis mesmo sem ter muito dinheiro, é apenas uma questão de saber onde arrumar os recursos financeiros necessários.
Sempre busque por instituições de confiança e com anos no mercado para realizar esse tipo de transação.

Invista preferencialmente em imóveis na planta, apesar de exigir planejamento e paciência até a entrega, sua valorização varia entre 20% e 50%.

Se precisar esperar pela valorização do imóvel antes de vendê-lo, você poderá gerar uma renda recorrente com o aluguel do mesmo.
E tenha certeza que eles vão subir, sempre sobem. Então o nosso conselho é: “Não espere para comprar imóveis. Compre-os.

Imóveis na planta também são mais baratos, além de serem uma forma de poupança. Também permitem ao comprador planejar os pagamentos, alterar as especificações de acabamento, fazer modificações internas e programar a entrega.

Outra vantagem do imóvel na planta é o não pagamento de juros, pois normalmente a aquisição acontece da seguinte maneira: o investidor paga uma entrada para a construtora e o restante durante a execução da obra.

Se for comprar, observe essas características:

  • Localização: verifique o acesso ao imóvel, qualidade das ruas, presença de praças, padarias, escolas, estações de ônibus/metrô, segurança e iluminação do entorno.
  • Acabamentos: peça um “memorial descritivo” da obra para saber que tipo de acabamento será colocado não só na parte interna, mas nas áreas comuns como hall, sala de estar, salão de festas. Veja se as cerâmicas e os metais são de primeira linha, as pedras de qualidade e bom gosto. Se a construtora prometeu mármore na bancada do salão de festas pelo memorial descritivo e colocou granito (de preço inferior), você deve exigir a troca antes de assinar o termo de recebimento;
  • Planta/Layout: veja a disposição dos cômodos se agrada o público alvo que a unidade foi desenhada. Plantas com pouco corredor indicam que o arquiteto pensou bastante quando foi desenvolver o projeto. Ambientes diferentes como escritório, adega, lareira ou varanda com churrasqueira podem fazer a diferença. Fachada e equipamentos e espaços de uso comum (como piscina, sala de ginástica, brinquedoteca, etc.) são avaliadas nesta fase. Lembre-se que seu imóvel não precisa ter todos os itens, apenas ser mais atraente que os concorrentes.
  • Neste quesito vale lembrar que apartamentos em andares altos e apontados para o norte/leste (sol da manhã) são mais valorizados que os demais.

Venha até à Imobiliária Jaeger e um dos nossos consultores irá lhe auxiliar a escolher o melhor imóvel para investimento.

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Caixa amplia linhas de crédito

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Após um período de suspensão por conta da escassez de recursos, a linha de financiamento de imóveis pró-cotista, a mais barata do mercado para imóveis com VALOR MAIOR, voltou a ser oferecida a clientes pela Caixa.

De acordo com informações do próprio banco, após o anúncio do conselho curador do FGTS de que a linha teria recursos adicionais de 3,6 bilhões de reais, sendo 1,7 bilhão para financiamento de imóveis de 225 mil reais a 500 mil reais, o crédito está disponível para os clientes desde o mês de agosto de 2016.

Em tempos de juros altos, a pró-cotista é uma das linhas mais acessíveis do mercado ao cobrar taxas que variam de 7,85% a 8,85% ao ano, dependendo do relacionamento do cliente com o banco. Em outras linhas de crédito imobiliário, a taxa cobrada pelo banco sobe para mais de 11% ao ano, no caso de clientes que não tenham relacionamento prévio com a Caixa.

Além de juros mais baixos, o grande atrativo da linha é o percentual do valor do imóvel que pode ser financiado — que chega a 80% para imóveis usados e 85% para imóveis novos.

Além do programa Minha Casa Minha Vida a linha pró-cotista é a única alternativa para trabalhadores privados que queiram financiar imóveis usados na Caixa, mas não têm capacidade de arcar com entrada equivalente a 30% do valor do imóvel.

Isso porque recentemente a Caixa voltou a emprestar no máximo 70% do valor da unidade para aquisição de imóveis usados que estejam enquadrados no SFH (Sistema Financeiro de Habitação). A condição se iguala apenas para servidores públicos, que também podem financiar até 80% do valor do imóvel em outras linhas de crédito.

Não há restrição com relação à renda familiar dos compradores.

Para a região Sul, o valor do imóvel está limitado a 650 mil reais.

Para ter acesso à linha de crédito pró-cotista FGTS, é necessário ter contribuído ao FGTS por mais de três anos, consecutivos ou não, na mesma empresa ou em empresas diferentes.

Caso se enquadre nessa exigência, a conta vinculada ao fundo deve estar ativa, ou seja, o trabalhador deve estar empregado e realizar atualmente contribuições mensais ao FGTS; ou ter conta inativa, mas com saldo equivalente a 10% do valor do imóvel, caso esteja desempregado ou não contribua atualmente para o FGTS por estar trabalhando sob outro regime de trabalho, por exemplo.

Mas o comprador não pode ter outro financiamento de imóvel e nem ser proprietário de outra unidade residencial urbana, concluída ou em construção, na mesma cidade, em municípios limítrofes ou na região metropolitana da cidade onde vive. Preenchidos os requisitos, o uso do saldo do FGTS no financiamento é opcional.

Como os recursos para a linha já secaram e foram suspensos anteriormente por conta da grande procura, quem quer financiar um imóvel com juros menores deve ficar atento, já que os recursos continuam limitados e podem ser suspensos novamente.

Dicas e Truques para decoração de apartamentos pequenos

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Apartamentos pequenos estão cada vez mais comuns, todos os meses construtores de edifícios lançam apartamentos entre 30 e 60 metros quadrados, são realmente espaços pequenos, mas devido à alta demanda no mercado por localizações em grandes cidades, e o sonho de muitos habitantes pelo primeiro imóvel, a venda de imóveis pequenos cresce a cada dia.

1 – USE ESPELHOS

Usar Espelhos é um grande truque dos arquitetos para dar mais leveza e suavidade em um ambiente pequeno, eles transmitem espaço, e dão uma sensação agradável aos moradores e convidados do apto. Pode ser usado desde um grande espelho (o opção mais comum), ou pequenos espelhos usados em conjunto. Limpeza é fundamental, deixe-os sempre limpos, pois será um ponto de referência atrativo da casa. Outra dica é usar espelhos nas laterais de corredores, para parecerem maiores.

2 – CORES CLARAS

Não precisa ficar apenas no branco convencional (sua casa não precisa ficar com cara de escritório!), mas use cores claras para dar uma melhor sensação de espaço nos ambientes pequenos.

3 – COMPARTIMENTOS SECRETOS

Você pode usar recipientes para organizar as coisas com mais praticidade, ao invés de deixar tudo jogado pela casa. Existem móveis, como poltronas, sofás e camas com compartimentos secredos para guardar os objetivos. Mas tome cuidado para não abusar e usar móveis grandes demais.

4 – SIMPLIFIQUE SUAS COISAS

Não guarde coisas que não usa, elas ocupam muito espaço em seu apartamento, e são inúteis! Uma dica é: se tem algo que você não usa nos últimos 3 anos, é inútil, faça uma doação ou coloque a venda na internet.

5 – JANELAS GRANDES E SEM BLOQUEIOS

Tenha uma janela grande para facilitar a circulação de ar, e não as cubra com janelas de metais, ou matérias semelhantes, que bloqueiem a entrada de luz e ar. Algumas janelas de madeira ou metal podem bloquear 50% da entrada de ar e luz, isso é um grande erro em apartamentos pequenos. Caso precise proteger as janelas das crianças e animais, use cercas de proteção que tem a função de bloquear acidentes, porém não impedem a entrada de luz e ar.

6 – SOLUÇÕES PARA COZINHAS PEQUENAS

Se você tem um apartamento pequeno, obviamente a cozinha é muito pequena também, mas não se desespere, temos alguns conceitos para te ajudar a criar um ambiente de cozinha bem bacana.

Desenhe a sua cozinha de modo que os armários e eletrodomésticos fiquem alinhados de cada lado de um corredor.

Compre eletrodomésticos compactos, hoje os fabricantes têm muitas opções de aparelhos, você deve verificar as medidas nos sites dos fabricantes, ou verificar pessoalmente nas lojas físicas; não fique com vergonha de levar uma fita métrica, meça os equipamentos e os espaços no seu apartamento.

Fogão cooktop: É uma excelente opção para cozinhas pequenas, mas lembre-se que você perderá o forno; de qualquer maneira ganhará o espaço debaixo do fogão cooktop para armazenar utensílios e alimentos.

Mesa que abre fecha (levanta e recolhe): Essa é uma dica de ouro, essa mesa pode facilitar muito a sua vida, você só precisa abrir (levantar) quando for fazer uma refeição, no caso de kitnet, por exemplo, elas são essenciais! Imagine um casal morando em uma kitnet, quando um acordar para tomar o café da manhã antes de ir ao trabalho, irá fazer um grande barulho se usar a sala, usando uma mesa ‘levanta e recolhe’ na cozinha, mesmo que esta seja muito pequenina, o problema está resolvido.

Pendurar panelas e frigideiras: Pode ser um grande trabalho abrir e fechar compartimentos e armários em cozinhas pequenas, ainda mais panelas que ocupam muito espaço; em armários pequenos é difícil guardar tudo, você pode pendurar na parede as coisas que usa todo dia e em diferentes refeições, como por exemplo, frigideira, panelas pequenas, luvas, e pano de louça.

7 – ILUMINAÇÃO

A maioria dos apartamentos tem apenas uma luz fixa no teto, o que faz um apartamento pequeno parecer ainda menor, use um número maior de lâmpadas com visual moderno (não precisa ser com lustres!) para deixar o espaço melhor iluminado e com visual atraente; você não precisa necessariamente quebrar o teto para isso, pode fazer aplicações em gesso!

8-NÃO ABUSE DOS QUADROS

Não coloque muitos quadros na parede, vai fazer parecer que o espaço está todo ocupado, e que não é bom em ambientes pequenos.

9-UNIÃO ENTRE CÔMODOS COM VIDRO

Em muitos apartamentos pequenos a cozinha e a sala são unidas; nesse caso ao invés de subir uma parede inteira, opte por subir apenas metade da parede, como um tipo de cozinha americana, e feche o restante com vidro transparente, isso vai dar uma sensação de espaço maior tanto para cozinha quanto para a sala, e ainda assim manter a organização e a sensação de divisão.

10- PLANTAS

Trazem vida ao apartamento, em locais pequenos podem ser penduradas no teto ou na parede através de ganchos especiais, lembre-se que devem ser colocadas em um local onde chegue o sol, ou compre plantas que não precisem da luz solar para sobreviver.

Fonte: http://casabemfeita.com/decoracao-apartamentos-pequenos/

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