Para que serve o fiador.

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O fiador faz parte do contrato de locação como garantia de pagamento ao locador, caso o inquilino (locatário) não cumpra suas responsabilidades. Para ser fiador, a pessoa deve ter imóvel quitado em seu nome, escriturado, possibilitando adição no contrato de locação. Na falta de pagamento do locatário, o fiador tem de honrar esse compromisso e quitar a dívida pendente. A forma mais usual é pagando em dinheiro eventuais débitos. Caso isso não seja possível, inicia-se um processo para penhorar o imóvel do fiador como forma de pagamento. Em alguns casos, se realizada a venda do objeto, é subtraído o valor que o locatário deve e o restante é devolvido ao fiador, dependendo do montante pendente. Por garantir o pagamento, imobiliárias e proprietários de imóveis põem como pré-requisito para o aluguel a existência de um fiador, que evitará que tanto a empresa como o dono do bem locado saia no prejuízo.
Para ser fiador, além de ter um imóvel em seu nome, é preciso que esse bem esteja quitado, e comprovar renda de duas ou três vezes o aluguel para poder arcar com tal despesa caso seja necessário.
O fiador possui direitos que são estabelecidos pela Lei do Inquilinato, garantindo-lhe proteção jurídica. Caso o locador pretenda modificar cláusulas contratuais do aluguel, por exemplo, o fiador tem o direito de abrir mão do compromisso, sem receber penalidade jurídica. Além disso, o fiador pode declarar falência ou total incapacidade de quitar eventuais débitos do locatário, o que lhe garantirá a posse de seu imóvel. Neste caso, o locador precisa substituir o atual fiador ou a forma de garantia oferecida. Algumas imobiliárias e proprietários de imóveis aceitam como garantia a relação do seguro fiança, que é realizado junto a corretoras de seguro.
Se você tem interesse em saber mais sobre fiadores e seguro fiança, venha até a Imobiliária Jaeger, que conta com uma equipe capacitada para lhe prestar assessoria.
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Quer vender seu imóvel? Então tenha em mãos a matrícula atualizada.

Diariamente atendemos clientes que chegam até a Imobiliária Jaeger ou nos contatam pelos canais digitais, com a intenção de venda de seu imóvel. O primeiro passo para o cadastramento deste imóvel é a compreensão do bem e visualização de documentação referente ao mesmo. Nossa solicitação é da apresentação da matrícula do imóvel para entender o que está registrado e confirmar a propriedade do imóvel.

Quando alguém diz que “não tem escritura”, tecnicamente quer dizer que não tem registro imobiliário, e isto significa que estamos diante de um vendedor que não é o proprietário. E é válido o dito popular segundo o qual “quem não registra não é dono”, porque propriedade se prova com o registro da matrícula do imóvel.

Quem é proprietário, usa, vende, aluga, reforma, dispõe do imóvel e pode até exigir a sua devolução de quem injustamente o ocupe, enfim, é dono do subsolo e do espaço aéreo e tem o que, na linguagem jurídica, se denomina “direito real”. Já o “promissário comprador”, no caso de um Contrato de Promessa de Compra e Venda, tem o chamado “direito pessoal”, algo que ele sempre poderá defender, é lógico, mas para tal, sempre enfrentará uma série de obstáculos jurídicos e, a cada discussão, precisará mostrar todos os seus documentos e provas, enquanto o proprietário basicamente exibe a certidão do registro imobiliário, isso é tudo. Em suma, o “promissário comprador” está quase lá, mas ainda não detém a propriedade.

E se o “promitente vendedor” sumir ou, por uma razão qualquer, não outorgar a escritura no futuro, vão restar para o adquirente os intrincados caminhos judiciais, demorados e caros.

Antes da compra de qualquer imóvel é necessário a solicitação de uma matrícula atualizada do imóvel para verificar a sua atual situação e se não existe gravame que impeça o registro. Podem ser pedidas também ao vendedor certidões diversas (de feitos ajuizados, cíveis, criminais etc.), que visam principalmente aferir se existe demanda judicial referente ao imóvel adquirido.

Nada impede a negociação “sem escritura”, mas jamais se terá a mesma segurança como quando efetivamente se compra o imóvel, com o registro da escritura no Cartório de Registro de Imóveis.

Nossa solicitação pela documentação do imóvel a ser vendido ou comprado é para que possamos dar totais garantias para ambas das partes envolvidas no processo. Nossos consultores imobiliários darão aos nossos clientes todas as orientações necessárias para que a aquisição seja algo garantido e sem situações de riscos posteriores. Entre em contato conosco, estamos aguardando para auxiliá-los.

#VemPraJaeger

Fontes:

https://www.zappro.com.br/saiba-importancia-da-escritura-e-registro-de-imoveis-e-oriente-seu-cliente/

http://casaeimoveis.uol.com.br/tire-suas-duvidas/leis-e-direitos/e-muito-arriscado-comprar-um-imovel-sem-escritura-quais-problemas-posso-enfrentar.jhtm

https://www.konkero.com.br/financiamento/casa-propria/confira-6-situacoes-que-deixam-o-seu-imovel-irregular-e-saiba-como-resolve-las

Valorize seu espaço com a iluminação correta

Selecionamos para você algumas dicas para acertar no projeto luminotécnico de cada cômodo do seu sonho.

A iluminação correta transforma qualquer ambiente. Ela é responsável pela nossa primeira impressão, trazendo a sensação de conforto visual. Para definir um projeto de iluminação , o primeiro passo é escolher qual será a proposta para o ambiente. Apenas com luzes diferentes, a mesma sala pode ganhar ar romântico, intimista, alegre ou aconchegante. No entanto, erros de iluminação podem ser fatais. Um local mal iluminado, que não tem suas características valorizadas, pode se tornar frio, impessoal e sem charme.

A luz certa para cada cômodo 


Hall de entrada
Devem ser iluminadas de forma que causem uma boa primeira impressão. A atmosfera deve ser convidativa e aconchegante. Pontos de luz difusos podem exercer um bom papel nesse caso. 

Sala de Estar 
Como é o cômodo onde as pessoas passam a maior parte do tempo, a luz deve ser confortável aos olhos e, ao mesmo tempo, possibilitar uma conversa entre amigos ou o entretenimento com a televisão, caso haja uma no cômodo. A luz pode ser focalizada nas áreas de leitura ou lazer, como jogos e outros hobbies. Spots instalados estrategicamente dão charme a obras de arte e objetos de decoração.

Sala de Jantar 
Pode ser um ambiente bem diversificado, dependendo da atmosfera que o morador quiser criar. Com luzes baixas, ganha um ar romântico, enquanto se bem iluminada e com pontos de luz focalizando objetos interessantes, se torna um local ideal para uma reunião de amigos. Lembre-se sempre que o foco principal da iluminação de uma sala jantar está na mesa. No entanto, o projeto de iluminação deve contemplar a sala inteira. 

Cozinha 
Como se trata de um ambiente de intensa atividade deve ser claro e muito bem iluminado, para facilitar o trabalho e evitar acidentes. O ideal é instalar pontos de luz difusos, com luminárias de no mínimo 60W. 

Escritório e área de serviço 
Vale a mesma regra da cozinha. Como são áreas de trabalho intenso, devem ser bem iluminadas. Deve-se ter cerca de três vezes mais luz nas superfícies de trabalho do que no resto do cômodo. Para abajures de piso ou mesa de leitura, existem lâmpadas que proporcionam uma boa quantidade de luz sobre as áreas de trabalho. Superfícies de trabalho para passatempos e artes ficam ideais com lâmpadas fluorescentes com elevado índice de reprodução de cor. 

Quarto 
É o local da casa onde a iluminação deve ser mais confortável. Para a iluminação geral, existem lâmpadas que iluminam totalmente o quarto quando aplicadas nas luminárias do teto. A iluminação indireta, feita por luminárias de parede ou teto, pode ser usada para produzir uma luz suave para leitura na cama, por exemplo. 

Banheiro 
A iluminação do banheiro deve ser suave e agradável, mas luminosa o suficiente para facilitar a maquiagem, barbear, depilação ou pentear os cabelos. Do contemporâneo ao tradicional, a iluminação deve destacar o visual do banheiro e o seu visual pessoal. 

Área externa 
Segurança e destaque são as funções de uma iluminação externa. Para destacar a paisagem, distribua a luz através dos caminhos e passagens. Para maior segurança, é possível iluminar todos os lados da casa e arbustos que possam esconder assaltantes.

Tipos de pontos de luz

Difuso: luz que não incide em um único foco direto. Essa técnica utiliza materiais e cores de boa reflexão para tornar a luz mais abrangente e menos ofuscante, o que suaviza as sombras. Para obter esse efeito, é preciso usar lâmpadas não aparentes. 

Indireto: luz difusa mais restrita, que pode compor o ambiente com pequenos focos de luz, como arandelas e abajures. Em geral, são usadas luminárias não conflitantes com pessoas ou objetos. As arandelas podem ser usadas em espaços menores, como banheiros, lavabos e corredores.

Dirigido: luz proveniente de uma direção única e tem foco dirigido. Essa técnica se utiliza de refletores para dirigir o foco de luz. Luzes diretas devem ser direcionadas para objetos específicos, especialmente decorativos, como quadros, flores ou esculturas. Dessa forma, a luz não causa desconforto e valoriza as peças. 

Wall washing: pontos de luz fixos dirigidos com spots ou embutidos no teto. Podem ser usadas ainda luminárias de chão embutidas ou projetores de pequeno porte fixados em pontos a distâncias iguais e que foquem a extensão da parede. O efeito se assemelha a um banho de luz na parede, daí o nome wall washing (em inglês). Esse efeito destaca a textura da parede e valoriza a arquitetura. 

Downlight: luz oculta, que evita o ofuscamento e aumenta o rendimento luminoso. As luminárias utilizadas nessa técnica são específicas para embutir em forros (como drywall, por exemplo) e possuem vários formatos. 

Up light: luzes instaladas no chão e voltadas para objetos diretamente. É um artifício muito utilizado para iluminar elementos de um ambiente de forma vertical (árvores, arbustos, estátuas ou colunas). 

Cuidados que você deve ter 
Para economizar energia e tornar o ambiente mais harmonioso, o ideal é pintá-lo com cores claras. Evite pintar paredes e tetos com cores escuras, pois isso exige mais luz para compensar, podendo ocasionar aumento do consumo de energia e acúmulo de calor. Por isso, também é importante manter as luminárias limpas para que não haja perdas de luminosidade.

A iluminação incorreta também pode causar o ofuscamento, que é quando há desconforto e redução da capacidade de distinguir detalhes ou objetos. Isso ocorre quando a luz é mal distribuída no ambiente e apresenta contrastes excessivos. O ofuscamento pode ser direto, através de luz direcionada ao campo visual, ou reflexivo, por meio do reflexo em superfícies claras ou transparentes. 

Lâmpadas fluorescentes ou econômicas podem ser usadas em cozinhas, áreas de serviço e escritórios. Embora algumas pessoas evitem seu uso por pensarem que não existem modelos que se adaptem a luminárias, existem algumas que podem ser usados em lustres sem problemas.

Esperamos ter contribuído com algumas dicas para deixar o seu espaço mais aconchegante e mais particular aos seus gostos e toques pessoais. Se quiser mais informações, venha até a Imobiliária Jaeger e converse com um dos nossos consultores.

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Fonte:http://delas.ig.com.br/casa/servicos/valorize-a-casa-com-a-iluminacao-correta/n1237508138467.html

 

 

Negocie profissionalmente o seu imóvel: contrate um Corretor de Imóveis

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corretor de imóveis é o responsável por intermediar toda a relação comercial de um imóvel entre vendedor e comprador, avaliando corretamente a propriedade a ser vendida ou alugada e disponibilizando todas as informações necessárias aos clientes interessados.

Avaliar, divulgar, atender e negociar. Tudo isso exige conhecimento e experiência quando se trata de vender ou alugar um imóvel, sendo indispensável a contratação de um profissional do ramo imobiliário.

O corretor de imóveis é o profissional mais capacitado para negociar um imóvel. Seu conhecimento e a sua experiência no mercado fazem com que ele avalie corretamente o real valor da propriedade e conheça todos os procedimentos necessários e trâmites legais na transação. Além disso, este profissional possui uma grande habilidade de negociação, sabendo valorizar os pontos fortes da propriedade e apresentar um embasamento técnico eficaz durante a apresentação do imóvel ao interessado.

Ao dispensar a contratação de um corretor de imóveis, o proprietário corre grandes riscos de vender o imóvel abaixo do seu real valor, o que acaba trazendo prejuízos ainda maiores do que o valor que seria pago como comissão ao corretor. Por isso, contratar um profissional do ramo imobiliário para estipular o melhor preço do bem é a melhor maneira de vender um imóvel de acordo com a realidade de mercado.

Outro motivo para contratar os serviços de um corretor de imóveis é que este profissional possui a total disponibilidade de tempo para atender um cliente. Seja durante a noite ou em finais de semana, este profissional estará disponível o tempo que for necessário até a concretização do negócio.

Ao contratar um corretor, este profissional estará encarregado de divulgar o imóvel da melhor maneira e em diversos meios. Seja através de site imobiliário, placas ou portais, ter um profissional do ramo imobiliário para cuidar da divulgação do imóvel a ser vendido aumentará as chances de venda e diminuirá o tempo de espera pelo fechamento negócio. Além disso, um bom corretor de imóveis possui sempre uma carteira de clientes interessada em adquirir imóveis e isso garante a obtenção de melhores propostas.

O auxílio do corretor de imóveis também poupa o proprietário da parte burocrática. Com o domínio da legislação imobiliária, é o corretor de imóveis o profissional mais capacitado para lidar com toda a documentação necessária do início ao fim do processo de venda do imóvel. A legislação imobiliária é extensa e complexa e os contratos que deverão ser elaborados são documentos legais, sendo o corretor totalmente preparado para manejar isso.

A Imobiliária Jaeger possui corretores competentes e experientes para ajudá-lo a conduzir de forma profissional o seu negócio.

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Entenda o que é uma hipoteca e como ela garante um negócio de compra e venda de bem imóvel

 

A hipoteca é um meio de adquirir o seu imóvel de forma parcelada e sem a necessidade de um financiamento habitacional. Descubra aqui no que consiste e como funciona esse instituto.

Em negócios de compra e venda de bem imóvel a prazo é comum exigir-se o oferecimento de garantia do pagamento. Neste caso, a hipoteca surge como uma alternativa em benefício do credor.

A hipoteca é direito real de garantia que recai sobre bens imóveis, ou seja, o bem que está sendo vendido/comprado, é o mesmo que serve de garantia para a compra. Esse direito real é constituído em favor do credor sobre esse bem imóvel que está sendo transacionado, cujo bem fica sujeito ao pagamento da dívida, sem que seja retirado da posse do novo dono.

Como se sabe, o patrimônio do devedor responde por suas obrigações. No caso do instituto da hipoteca, destaca-se bem certo e determinado para garantir a obrigação de compra e venda.

A hipoteca não recai apenas sobre o imóvel transacionado, recai também sobre as melhorias feitas, obras de reparação, de segurança, de comodidade ou de adorno e sobre os edifícios levantados.

Além disso, a garantia da hipoteca abrange os juros legais do capital, os juros ajustados e declarados no instrumento, vencidos ou vincendos, as penas pecuniárias estipuladas e as custas com a ação e a execução da dívida hipotecária.

Admite-se a hipoteca não apenas em relação a uma dívida existente, mas também de dívida futura ou sob condição suspensiva, desde que determinado o valor máximo do crédito a ser garantido, que é o caso que interessa na transação de compra e venda, quando o vendedor aceita fazer a venda de forma parcelada, e então temos a escritura de compra e venda com hipoteca, ou seja, nesse caso considera-se um pagamento parcelado diretamente com o vendedor do bem.

Outra característica da hipoteca é sua indivisibilidade, pois, enquanto não for satisfeita integralmente a dívida, a garantia subsiste sobre a totalidade do bem gravado, o qual não pode ser dividido em frações, ou seja, o pagamento parcial da dívida não significa a redução proporcional da hipoteca, salvo expressa cláusula em contrário.

A hipoteca convencional é celebrada de comum acordo entre as partes para a garantia de determinada obrigações. A escritura pública é essencial à validade dos negócios jurídicos que visem à constituição, transferência, modificação ou renúncia dos direitos reais sobre imóveis de valor superior a 30 vezes o maior salário mínimo no país, conforme o art. 108 do Código Civil. Lei especial, no entanto, pode dispensar a escritura pública, como ocorre com hipoteca constituída em favor de entidade do Sistema Financeiro Imobiliário, onde se admite o contrato particular.

Necessário salientar que, para valer contra terceiros, a hipoteca deve ser inscrita no Registro de Imóveis onde se situar o bem, pois, apenas com a inscrição, que confere a indispensável publicidade a terceiros, é que se considera constituída a garantia real.

A extinção normal da hipoteca se dá com o pagamento da dívida. Assim, de posse da quitação, que sempre poderá ser dada por instrumento particular, ou dos títulos emitidos pelo devedor em favor do credor, como é o caso da nota promissória, o devedor solicitará ao Registrador de Imóveis o cancelamento, extinguindo-se, assim, a garantia real.

 

Referências: Loureiro, Luiz Guilherme, Registros Públicos: teoria e prática. 4ª edição. Editora Método

 

Faça Dinheiro Comprando e Vendendo Imóveis

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Uma das formas mais lucrativas de renda extra é fazer dinheiro comprando e vendendo imóveis.
O mercado de investidores em imóveis é imenso e muita gente já fez e ainda faz fortuna neste ramo, considerado um dos mais seguros na hora de investir.

Agora você pode ter pensado: “não tenho dinheiro para comprar um imóvel então isto não é para mim”.
Aí que você se engana, muitas pessoas investem em imóveis mesmo sem ter muito dinheiro, é apenas uma questão de saber onde arrumar os recursos financeiros necessários.
Sempre busque por instituições de confiança e com anos no mercado para realizar esse tipo de transação.

Invista preferencialmente em imóveis na planta, apesar de exigir planejamento e paciência até a entrega, sua valorização varia entre 20% e 50%.

Se precisar esperar pela valorização do imóvel antes de vendê-lo, você poderá gerar uma renda recorrente com o aluguel do mesmo.
E tenha certeza que eles vão subir, sempre sobem. Então o nosso conselho é: “Não espere para comprar imóveis. Compre-os.

Imóveis na planta também são mais baratos, além de serem uma forma de poupança. Também permitem ao comprador planejar os pagamentos, alterar as especificações de acabamento, fazer modificações internas e programar a entrega.

Outra vantagem do imóvel na planta é o não pagamento de juros, pois normalmente a aquisição acontece da seguinte maneira: o investidor paga uma entrada para a construtora e o restante durante a execução da obra.

Se for comprar, observe essas características:

  • Localização: verifique o acesso ao imóvel, qualidade das ruas, presença de praças, padarias, escolas, estações de ônibus/metrô, segurança e iluminação do entorno.
  • Acabamentos: peça um “memorial descritivo” da obra para saber que tipo de acabamento será colocado não só na parte interna, mas nas áreas comuns como hall, sala de estar, salão de festas. Veja se as cerâmicas e os metais são de primeira linha, as pedras de qualidade e bom gosto. Se a construtora prometeu mármore na bancada do salão de festas pelo memorial descritivo e colocou granito (de preço inferior), você deve exigir a troca antes de assinar o termo de recebimento;
  • Planta/Layout: veja a disposição dos cômodos se agrada o público alvo que a unidade foi desenhada. Plantas com pouco corredor indicam que o arquiteto pensou bastante quando foi desenvolver o projeto. Ambientes diferentes como escritório, adega, lareira ou varanda com churrasqueira podem fazer a diferença. Fachada e equipamentos e espaços de uso comum (como piscina, sala de ginástica, brinquedoteca, etc.) são avaliadas nesta fase. Lembre-se que seu imóvel não precisa ter todos os itens, apenas ser mais atraente que os concorrentes.
  • Neste quesito vale lembrar que apartamentos em andares altos e apontados para o norte/leste (sol da manhã) são mais valorizados que os demais.

Venha até à Imobiliária Jaeger e um dos nossos consultores irá lhe auxiliar a escolher o melhor imóvel para investimento.

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7 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE LOCAÇÃO DE IMÓVEIS

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7 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE LOCAÇÃO DE IMÓVEIS

 1- QUAL O LIMITE DA RESPONSABILIDADE DO FIADOR?

O fiador é solidário nas obrigações advindas do contrato de locação. Há decisões que entendem por valores advindos de acordos entre as partes a que não anuiu expressamente, nem por despesas processuais onde não foi parte.

Em resumo: O FIADOR É RESPONSÁVEL POR TODA AS OBRIGAÇÕES QUE ANUIU EM CONTRATO.

2- O ALUGUEL PODE SER COBRADO DE FORMA ANTECIPADA?

Conforme expõe o art. 42 da Lei 8.245/91, “não estando a locação GARANTIDA por qualquer das modalidades, o locador poderá exigir do locatário o pagamento do aluguel e encargos até o sexto dia útil do mês vincendo”.

Em resumo: SIM, NÃO TENDO GARANTIAS, PODERÁ SER COBRADO ANTECIPADAMENTE ATÉ O 6° DIA ÚTIL DO MÊS.

3- QUEM PAGARÁ IMPOSTOS E TAXAS DO IMÓVEL?

Dispõe o art. 25, da Lei 8.245/91, que o LOCADOR é responsável pelo pagamento de impostos, taxas e prêmio de seguro complementar. Mas abre a possibilidade de “salva disposição expressa em contrário no contrato”.

Em resumo: SE O CONTRATO NÃO FIZER PREVISÃO, QUEM PAGA É O LOCADOR.

4- OS LOCATÁRIOS SE SEPARARAM. E AGORA?

No caso de separação (de fato ou judicial) o locatário que permanecer no imóvel assume todas as obrigações contratadas.

Deverá comunicar o Locador e o Fiador (se houver) – art. 12, § 2° da Lei 8.245/91.

Em resumo: MANTÉM O CONTRATO COM O LOCATÁRIO QUE PERMANECEU NO IMÓVEL.

5- QUAIS OS TIPOS DE GARANTIA EM UM CONTRATO DE LOCAÇÃO?

Prevê o art. 8.245/91 como formas de garantia do contrato de locação imobiliária:

  1. Caução;
  2. Fiança;

III. Seguro Fiança;

  1. Cessão fiduciária de quotas de fundo de investimento.

6- O LOCADOR ESTÁ PEDINDO MAIS DE UM TIPO DE GARANTIA. PODE?

O parágrafo único do art. 37 da Lei 8.245/91 traz expressamente a impossibilidade de CUMULAR GARANTIAS.

“É vedada, sob pena de nulidade, mais de uma das modalidades de garantia num mesmo contrato de locação”.

Em resumo: NÃO PODE CUMULAR GARANTIAS.

7- POSSO SUBLOCAR OU EMPRESTAR O IMÓVEL QUE ALUGUEI?

Desde que seja EXPRESSAMENTE autorizada pelo locador, o locatário poderá ceder, emprestar e sublocar o imóvel, conforme art. 13 da Lei 8.245/91.

Caso não haja autorização corre o risco de despejo pelos termos do art. 9°, II.

Em resumo: SIM, SE TIVER AUTORIZAÇÃO DO LOCATÁRIO.

Prestador De Serviços De Condomínio

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Um condomínio precisa de muitos cuidados e, normalmente, o síndico não consegue suprir todas as necessidades e atender as demandas dos condôminos. Na maioria das vezes, é necessária a contratação de uma (ou mais) prestadora de serviços.

É importante discutir com os moradores o motivo e a necessidade da contratação de serviços terceirizados para que eles saibam da importância desta contratação para a melhora da qualidade de vida.

Existem variados tipos de mão de obra terceirizada em condomínios, tanto os residências quanto os comerciais, dentre elas: zeladoria, portaria, jardinagem, vigilância armada, consertos e serviços gerais de manutenção.

Verifique o que deve conter no contrato de prestação de serviços:

  • Condições de pagamento;
  • O prazo e condições da garantia dos serviços e produtos envolvidos;
  • Um memorial descritivo do serviço, ou seja, o que será feito, como será feito e quem fará;
  • Seguro contra acidentes de trabalho;
  • Multas no caso de descumprimento de quaisquer uma das cláusulas.

 

Para evitar problemas futuros, procure por prestadores de serviços que possuam referências, que sejam sérios e comprometidos, verifique contratos e exija garantias do serviços prestados.

Quer alugar um imóvel? Não cometa esses erros!!

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Não ler o contrato.

Leia o contrato, por mais apressado que você estiver, leia atentamente as cláusulas e obrigações de cada um e se existem todos os dados necessários. Observe alguns dados obrigatórios que devem existir no contrato: nome do locador, locatário e fiador (se houver), descrição e endereço do imóvel locado, valor do aluguel, índice e periodicidade do reajuste, forma e local do pagamento, modalidade de garantia apresentada (fiador ou seguro fiança), discriminação dos encargos a serem pagos (condomínio, água, luz, IPTU, etc.), destinação do imóvel (residencial ou comercial), duração do contrato, cláusula de vigência em caso de alienação do imóvel, termo de vistoria (descrição do estado de conservação do imóvel) que deve ser parte integrante do imóvel.

Não ler a vistoria.

No mesmo caso do contrato, a vistoria merece a mesma ou até mais atenção que o contrato porque ali estão todos os dados do imóvel que você está alugando. Preste muita atenção ao conferir a mesma para depois não se complicar na entrega do imóvel.  Em termos gerais, a vistoria é um tipo de inspeção que é feita por um profissional específico como o vistoriador, O objetivo dessa análise é produzir um laudo sobre o estado do imóvel. Então muito cuidado na hora de alugar um imóvel para não se complicar no futuro.

Não pagar o seguro contra incêndio.

Aqui está uma grande dúvida, quanto ao seguro contra incêndio. Ele é um valor acrescido no aluguel para segurar imóveis contra sinistros do tipo. Todos os seguros residenciais devem contar com uma cobertura contra incêndio, por isso, quem contratar este tipo de seguro, seja para casa ou apartamento, contará com esta cobertura. O valor é acordado com a seguradora podendo ser feita através da imobiliária ou particularmente.

Fazer reparos sem autorização de proprietários.

Outra grande dúvida causadora de conflitos. Posso ou não fazer mudanças/reparos no imóvel sem autorização do proprietário? O imóvel locado não pode sofrer alterações sem a concordância do proprietário. Se as mudanças forem aceitas o acordo entre as partes deve ser feito por escrito. Pintura, furos, abertura de paredes, colocação de grades, alarme, e qualquer outra alteração deve ser autorizada pelo locador. Caso contrário o inquilino está sujeito a receber multas e as punições previstas no contrato.
Por exemplo, em algumas situações é necessário furar a parede para a colocação de armários, o inquilino pode fazer as furações, mas é preciso bom senso para não danificar o imóvel e na hora da entrega os mesmos devem estar tampados conforme a vistoria. Se as furações necessárias forem em ambientes com azulejo, como banheiro e cozinha, o inquilino terá que arcar com as despesas da reposição das peças de azulejo danificadas.

Não cumprir responsabilidades de pagamento de aluguel e taxas.

O maior dos problemas é a inadimplência, o não pagamento do aluguel e taxas. Uma dica importante para esse problema não existir é primeiramente verificar seu orçamento e procurar um imóvel que se adeque corretamente ao seu bolso, para mais tarde não ocorrer o problema de não conseguir pagar as obrigações do aluguel juntamente com condomínio e IPTU (se houver), não agir por impulso na hora de escolher o imóvel, pesquisar bem preços e ver o que melhor se adequa.

Venha até a Imobiliária Jaeger, aqui temos uma equipe de profissionais qualificados e prontos para lhe ajudar. Procure-nos. #VemPraJaeger

 

Diferença Entre Convenção De Condomínio E Regulamento Interno.

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A convivência em comunidade exige regras que delimitem direitos e deveres da sociedade, que são comuns a todos e que conhecemos como Leis e Normativas. A Convenção e o Regulamento Interno servem para este objetivo, como veremos a seguir.

O que é Convenção de Condomínio?

É um conjunto de normas gerais sobre o direitos e deveres do condomínio.

Envolve tudo que diz respeito a:

  • Estrutura do condomínio;
  • Cobrança de multas;
  • Deveres do síndico;
  • Modo de administração;
  • Tipos de assembleia;
  • Orçamento e rateio;
  • Descrição de cada prédio.

A convenção é desenvolvida pelos moradores, e sua função é regulamentar direitos e obrigações entre condômino e condomínio.

O que é Regulamento Interno?

Regulamento interno é o detalhe do detalhe, serve para especificar o que é permitido e o que é proibido, para a boa convivência entre os condôminos, como:

  • Animais que podem ter no condomínio (porte e raça);
  • Vaga na garagem;
  • Uso agendado do salão de festas;
  • Manutenções e obras;
  • Uso correto de elevadores;
  • Questões de segurança do condomínio e dos condôminos;

O Regulamento interno é feito em assembleia.

Regulamento Interno tem a importante função de esclarecer a todos os colaboradores as normas que disciplinam a organização interna do condomínio.

Sendo assim, a diferença entre o Regulamento Interno e a Convenção de condomínio é:

  • Convenção do Condomínio determina os cuidados com assuntos internos e externos do condomínio
  • Regulamento Interno determina as regras do condomínio, para manter uma boa convivência entre os condôminos.

Vale observar que:

Nem a Convenção nem o Regulamento podem contrariar a Legislação Vigente no País.