Saiba como aumentar a durabilidade de uma Piscina de Fibra

Saiba como aumentar a durabilidade de uma Piscina de FibraO que é uma piscina de fibra?

Tradicionalmente, as piscinas em fibra de vidro são confeccionadas como uma única peça que é revestida, como o próprio nome indica, com fibra de vidro. A fibra de vidro é um polímero composto pela aglomeração de filamentos de vidro muito finos, aos quais é adicionada uma resina de poliéster.

O que você precisa saber é que a durabilidade de uma piscina de fibra depende de 3 fatores. Se todos fatores forem cumpridos, ela vai durar por muitas décadas.

Qualidade da fabricação

A realidade é que nem todas as piscinas de fibra são fabricadas igualmente. Algumas das diferenças são: a qualidade da matéria-prima utilizada, a laminação aplicada (ordem e espessura dos materiais), os processos utilizados para aplicar cada camada da lâmina, o nível de conhecimento dos trabalhadores e, finalmente, a condição do molde em que a piscina foi construída.

Como a piscina é instalada

Procure por profissionais terceirizados especialistas em piscinas de fibra, pois eles são treinados e capacitados para cumprir as exigências de qualidade dos fabricantes.

Como a piscina é preservada

Cuidados simples do dia a dia, que muitas vezes são deixados de lado, podem ajudar a conservar a piscina de fibra por mais tempo. Algumas dicas básicas são:

  • Aplicar mensalmente uma cera de polir carro nas bordas da piscina;
  • Deixar sempre a água com o pH correto;
  • Sempre usar produtos de qualidade;
  • Respeitar o tempo para a troca de filtro e outras manutenções.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a Imobiliária Jaeger.

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Dicas sobre a venda de imóveis e declaração de imposto de renda

O prazo máximo para o envio da declaração do imposto de renda à Receita Federal é até o dia 30 de abril de 2017. Neste post a Imobiliária Jaeger traz informações e dicas para lhe auxiliar na declaração referente aos seus imóveis.

É possível se livrar do Imposto de Renda (IR) sobre o ganho de capital com um imóvel? Em alguns casos, sim. Situações específicas permitem pagar menos ou até ficar 100% livre do tributo sobre o lucro obtido nessas transações.

É importante lembrar que o valor de compra de um imóvel – não importando há quanto tempo ele tenha sido adquirido – não deve ser atualizado pelo que vale atualmente, de acordo com as regras da Receita Federal.

Dessa forma, ao vender o bem, o contribuinte precisa declarar o valor obtido na venda, que descontará a diferença sobre o preço de compra do imóvel, a fim de calcular qual foi o ganho de capital. Sobre este valor, vai incidir a alíquota fixa de 15% para pessoas físicas.

Abaixo, alguns casos que permitem ficar livre ou reduzir o imposto sobre o ganho de capital de imóveis:

  1. Reforma da casa própria:qualquer melhoria na estrutura do imóvel, tratando-se de reforma e construção, permite aumentar o valor do imóvel na declaração. Isso favorece pagar menos imposto, já que o ganho de capital será considerado menor na venda do bem, que foi valorizado pela benfeitoria. Se a valorização for muito grande, pode haver isenção do imposto.
  2. Desapropriação de terra para reforma agrária: a indenização recebida para este fim sobre um imóvel rural (terra nua) é considerada receita de atividade rural, quando abatida como despesa pública, não pode ser tributada como ganho de capital na declaração à Receita.
  3. Imóvel comprado antes de 1969:o lucro obtido na venda de bens adquiridos antes desta data dispensa qualquer pagamento do Imposto de Renda por ganho de capital, cuja alíquota é de 15%.
  4. Imóvel adquirido entre 1969 e 1988: quem vender bens comprados nesta época pagará menos imposto sobre o ganho de capital, de forma progressiva. A redução é de 100% para o ano mais antigo, até chegar a 5% no imóvel de 1988. A cada ano, a partir de 1969, a redução do imposto é de 5%.
  5. Variação cambial:se ela for resultante da venda de imóveis adquiridos com rendimentos originariamente em moeda estrangeira. Somente é isenta a variação cambial, sendo tributável o ganho obtido em moeda estrangeira.
  6. Venda de único bem de até R$ 400 mil:fica isento o imóvel de qualquer tipo, de posse individual em condomínio ou em comunhão, localizado em zona urbana ou rural, desde que não tenha feito, nos últimos cinco anos, outra venda de imóvel, tributada ou não. O limite de R$ 400 mil não considera a parte de cada condômino ou coproprietário, nem a posse em comunhão com o cônjuge, a menos que esteja em contrato.
  7. Compra de outro imóvel em 180 dias: A partir de 16 de junho de 2005, o ganho na venda de imóveis residenciais fica isento se outro for comprado no prazo de seis meses a partir da celebração do contrato. A opção pela isenção deste item deve ser informada no Demonstrativo da Apuração dos Ganhos de Capital. O benefício vale a cada cinco anos.

Ainda possui dúvidas? Venha até a Imobiliária Jaeger que um dos nossos consultores irá lhe auxiliar. Temos também profissionais que podemos indicar para realizar a sua declaração.

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Fonte: https://publicidadeimobiliaria.com/7-casos-que-dispensam-pagar-ir-pelo-lucro-com-venda-de-imoveis/

Quer vender seu imóvel? Então tenha em mãos a matrícula atualizada.

Diariamente atendemos clientes que chegam até a Imobiliária Jaeger ou nos contatam pelos canais digitais, com a intenção de venda de seu imóvel. O primeiro passo para o cadastramento deste imóvel é a compreensão do bem e visualização de documentação referente ao mesmo. Nossa solicitação é da apresentação da matrícula do imóvel para entender o que está registrado e confirmar a propriedade do imóvel.

Quando alguém diz que “não tem escritura”, tecnicamente quer dizer que não tem registro imobiliário, e isto significa que estamos diante de um vendedor que não é o proprietário. E é válido o dito popular segundo o qual “quem não registra não é dono”, porque propriedade se prova com o registro da matrícula do imóvel.

Quem é proprietário, usa, vende, aluga, reforma, dispõe do imóvel e pode até exigir a sua devolução de quem injustamente o ocupe, enfim, é dono do subsolo e do espaço aéreo e tem o que, na linguagem jurídica, se denomina “direito real”. Já o “promissário comprador”, no caso de um Contrato de Promessa de Compra e Venda, tem o chamado “direito pessoal”, algo que ele sempre poderá defender, é lógico, mas para tal, sempre enfrentará uma série de obstáculos jurídicos e, a cada discussão, precisará mostrar todos os seus documentos e provas, enquanto o proprietário basicamente exibe a certidão do registro imobiliário, isso é tudo. Em suma, o “promissário comprador” está quase lá, mas ainda não detém a propriedade.

E se o “promitente vendedor” sumir ou, por uma razão qualquer, não outorgar a escritura no futuro, vão restar para o adquirente os intrincados caminhos judiciais, demorados e caros.

Antes da compra de qualquer imóvel é necessário a solicitação de uma matrícula atualizada do imóvel para verificar a sua atual situação e se não existe gravame que impeça o registro. Podem ser pedidas também ao vendedor certidões diversas (de feitos ajuizados, cíveis, criminais etc.), que visam principalmente aferir se existe demanda judicial referente ao imóvel adquirido.

Nada impede a negociação “sem escritura”, mas jamais se terá a mesma segurança como quando efetivamente se compra o imóvel, com o registro da escritura no Cartório de Registro de Imóveis.

Nossa solicitação pela documentação do imóvel a ser vendido ou comprado é para que possamos dar totais garantias para ambas das partes envolvidas no processo. Nossos consultores imobiliários darão aos nossos clientes todas as orientações necessárias para que a aquisição seja algo garantido e sem situações de riscos posteriores. Entre em contato conosco, estamos aguardando para auxiliá-los.

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Fontes:

https://www.zappro.com.br/saiba-importancia-da-escritura-e-registro-de-imoveis-e-oriente-seu-cliente/

http://casaeimoveis.uol.com.br/tire-suas-duvidas/leis-e-direitos/e-muito-arriscado-comprar-um-imovel-sem-escritura-quais-problemas-posso-enfrentar.jhtm

https://www.konkero.com.br/financiamento/casa-propria/confira-6-situacoes-que-deixam-o-seu-imovel-irregular-e-saiba-como-resolve-las

Dicas para a escolher os revestimentos do seu imóvel

Quem monta ou acompanha a montagem ou reforma de uma casa ou apartamento, vivencia diariamente o desafio de escolher cada detalhe da casa: das cores das paredes, aos móveis e eletrodomésticos. O piso, por exemplo, é para muitos um ponto de interrogação. Como escolher o piso ideal para cada ambiente? O que levar em conta na hora de optar por um revestimento? Cada ambiente do imóvel combina com um determinado revestimento e é preciso considerar esta questão na hora de definir os pisos de cada área. São diversos tipos, cores e tamanhos existentes no mercado e, por isso, a escolha pode ser mais complicada do que parece. Algumas orientações básicas ajudam a esclarecer dúvidas e evitar escolhas inadequadas que possam gerar transtornos.

Entre os diversos tipos de piso estão o laminado, o vinílico, o porcelanato, granito e muitos outros, mas escolher entre eles pode não ser uma tarefa tão simples. Isso porque cada ambiente combina mais com um determinado tipo e, como esse é um investimento que deve durar por anos, fazer a escolha errada pode acarretar em muita dor de cabeça. “A escolha do piso vai variar muito do gosto de cada morador, mas é preciso estar atento a alguns detalhes para não se arrepender.

Não podemos definir um tipo apenas pela estética, também é preciso pensar na funcionalidade. Os pisos de madeira, por exemplo, não devem ser colocados em áreas molhadas, pois não absorvem a água por completo, o que pode causar estragos – a menos que passem por um tratamento adequado para que isso não aconteça. Antes de escolher o piso, portanto, é preciso avaliar o uso que se fará do ambiente. Para que não haja dúvida na escolha temos algumas dicas.

Ambientes quentes

Os quartos, salas e corredores são as áreas íntimas e sociais do imóvel em que, normalmente, as pessoas costumam usar pisos quentes, já que são mais aconchegantes e permitem maior conforto ao circular descalço. Porém, isso não significa que os pisos frios não podem ser utilizados, tudo vai depender da escolha do cliente. As cerâmicas são mais fáceis de limpar e, se o imóvel estiver localizado em uma região mais quente, elas ajudam a refrescar o local.

Existem diversas opções e modelos como os de madeiras, laminado, carpete e vinílico. O laminado, por exemplo, é uma ótima opção para quem quer economizar. Além de ser mais barato, é fácil de limpar e se a manutenção for feita corretamente, eles duram por muito tempo, além disso, alguns modelos possuem o sistema click de encaixe, que permitem uma instalação rápida e sem sujeira.

Já o carpete é uma opção antiderrapante, amortecendo possíveis quedas e não fazendo ruídos. Ele não permite que barulhos de sapatos, por exemplo, ecoem pela casa. Por outro lado, é preciso ficar atento, pois é um material que causa alergia. Cerifique-se sempre se o piso possui componentes antialérgicos antes de finalizar a compra. Ele também é mais difícil de limpar que os demais, e se for usado em um ambiente muito quente e úmido é fácil de juntar mofo e causar mau cheiro.

Outra opção para as áreas quentes da casa é o taco. O piso é versátil e duradouro, porém ele tem um custo elevado e um tempo de instalação mais demorado que os demais. Além disso, se ficar em contato frequente com o sol e água, pode se deteriorar.

Os pisos vinílicos, revestimento que tem um padrão semelhante à madeira ou outros tipos de materiais, vêm sendo muito usado em construções atuais; são práticos na instalação, pois necessitam apenas de cola especial, ou ainda, do sistema de click; e caso o morador queira mudá-lo de local, pode ser descolado facilmente. É um piso que tem alta resistência ao tráfego intenso de pessoas, é antialérgico, absorve ruídos e normalmente não mancha ou risca com facilidade. Além disso, o que utiliza o sistema de click pode ser lavado com água, já os outros modelos de pisos quentes não, pois não têm absorção completa – o que pode estragar o material facilmente.

Áreas molhadas

Os ambientes “molhados”, como cozinha, banheiro e lavanderia são áreas ideais para os pisos frios como porcelanato, granito, cerâmicas e pastilhas. Com uma variedade muito grande de formatos, cores e preços, tipos de revestimentos podem receber grande quantidade de água sem serem danificados.
Um detalhe que deve ser levado em conta é a questão da temperatura. Quem mora em locais muito quentes, pode usar e abusar dos revestimentos frios em toda a casa, pois deixam o ambiente mais fresco. O porcelanato é um exemplo que fica bem em qualquer ambiente, além de ser altamente resistente e de fácil manutenção. Tem sido a opção mais vendida no mercado entre os tipos de pisos frios.

O granito e o mármore também são opções que atendem este fim, sendo muito usados em cozinhas e banheiros. Ambos podem ser encontrados em diversas cores, compondo diferentes projetos de decoração, porém são peças que tem um alto custo, especialmente o mármore. Apesar de também serem duradouros e fáceis de limpar, eles vêm perdendo espaço para os porcelanatos devido à estética. É preciso ficar atento no momento da compra de granitos, em relação a porosidade do material; há pedras que não conseguem absorver a água rapidamente e ficam constantemente com a aparência de manchadas.

As pastilhas, que podem ser constituídas de vidro ou cerâmica, são muito usadas em banheiros e áreas externas, como piscinas. A grande desvantagem é que precisam de muito rejunte, o que facilita o acúmulo de sujeira.

Como vimos são variados os modelos e opções em revestimentos e acabamento para o seu espaço e eles sempre vão variar de acordo com seu estilo e design de acabamento. Pense na sua praticidade e conforto na hora de definir suas escolhas e abaixo veja algumas dicas que podem lhe auxiliar na hora da compra:

  1. Cuidado na escolha dos modelos pelo catálogo ou pelo site. As cores e as texturas nem sempre aparecem iguais.
  2. Antes de definir no orçamento as peças escolhidas, verifique se a loja ou o fabricante tem a quantidade necessáriapara a metragem de sua obra.
  3. A quantidade de pisos e revestimentos deve ser calculada comreserva de 10% a 15% para o caso de perda por corte errado ou para futura manutenção.
  4. Encomende o material com antecedência e programe a entrega dos materiais de acordo com o cronograma da obra.
  5. Confira os produtos no ato da entrega para evitar peças defeituosas, quebradas ou de tom diferente.
  6. Para não ter surpresas desagradáveis, verifique se as caixas dos revestimentos têm número de lote igual.
  7. O consumidor tem até 90 dias para reclamar e pedir a troca de produtos danificados.
  8. Somente comece a obra quando o material básico estiver comprado, recebido e checado.
  9. A base na qual o revestimento será assentado deve obedecer aos padrões exigidos pelo fabricante das peças.
  10. Se sobrar material, há lojas que aceitam a devolução de caixas não abertas. O valor é revertido em crédito para a compra de outras mercadorias.

No momento que for fazer a definição e escolha das peças e materiais para o seu espaço, faça o exercício de estar no ambiente, procure imaginar-se no espaço com aquele determinado acabamento, sinta as texturas e emoções que lhe proporcionarão.

Esperamos ter contribuído com algumas dicas para lhe auxiliar na hora da escolha dos revestimentos do seu imóvel e tornar seu espaço mais aconchegante e mais particular aos seus gostos e toques pessoais. Se quiser mais informações, venha até a Imobiliária Jaeger e converse com um dos nossos consultores.

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Valorize seu espaço com a iluminação correta

Selecionamos para você algumas dicas para acertar no projeto luminotécnico de cada cômodo do seu sonho.

A iluminação correta transforma qualquer ambiente. Ela é responsável pela nossa primeira impressão, trazendo a sensação de conforto visual. Para definir um projeto de iluminação , o primeiro passo é escolher qual será a proposta para o ambiente. Apenas com luzes diferentes, a mesma sala pode ganhar ar romântico, intimista, alegre ou aconchegante. No entanto, erros de iluminação podem ser fatais. Um local mal iluminado, que não tem suas características valorizadas, pode se tornar frio, impessoal e sem charme.

A luz certa para cada cômodo 


Hall de entrada
Devem ser iluminadas de forma que causem uma boa primeira impressão. A atmosfera deve ser convidativa e aconchegante. Pontos de luz difusos podem exercer um bom papel nesse caso. 

Sala de Estar 
Como é o cômodo onde as pessoas passam a maior parte do tempo, a luz deve ser confortável aos olhos e, ao mesmo tempo, possibilitar uma conversa entre amigos ou o entretenimento com a televisão, caso haja uma no cômodo. A luz pode ser focalizada nas áreas de leitura ou lazer, como jogos e outros hobbies. Spots instalados estrategicamente dão charme a obras de arte e objetos de decoração.

Sala de Jantar 
Pode ser um ambiente bem diversificado, dependendo da atmosfera que o morador quiser criar. Com luzes baixas, ganha um ar romântico, enquanto se bem iluminada e com pontos de luz focalizando objetos interessantes, se torna um local ideal para uma reunião de amigos. Lembre-se sempre que o foco principal da iluminação de uma sala jantar está na mesa. No entanto, o projeto de iluminação deve contemplar a sala inteira. 

Cozinha 
Como se trata de um ambiente de intensa atividade deve ser claro e muito bem iluminado, para facilitar o trabalho e evitar acidentes. O ideal é instalar pontos de luz difusos, com luminárias de no mínimo 60W. 

Escritório e área de serviço 
Vale a mesma regra da cozinha. Como são áreas de trabalho intenso, devem ser bem iluminadas. Deve-se ter cerca de três vezes mais luz nas superfícies de trabalho do que no resto do cômodo. Para abajures de piso ou mesa de leitura, existem lâmpadas que proporcionam uma boa quantidade de luz sobre as áreas de trabalho. Superfícies de trabalho para passatempos e artes ficam ideais com lâmpadas fluorescentes com elevado índice de reprodução de cor. 

Quarto 
É o local da casa onde a iluminação deve ser mais confortável. Para a iluminação geral, existem lâmpadas que iluminam totalmente o quarto quando aplicadas nas luminárias do teto. A iluminação indireta, feita por luminárias de parede ou teto, pode ser usada para produzir uma luz suave para leitura na cama, por exemplo. 

Banheiro 
A iluminação do banheiro deve ser suave e agradável, mas luminosa o suficiente para facilitar a maquiagem, barbear, depilação ou pentear os cabelos. Do contemporâneo ao tradicional, a iluminação deve destacar o visual do banheiro e o seu visual pessoal. 

Área externa 
Segurança e destaque são as funções de uma iluminação externa. Para destacar a paisagem, distribua a luz através dos caminhos e passagens. Para maior segurança, é possível iluminar todos os lados da casa e arbustos que possam esconder assaltantes.

Tipos de pontos de luz

Difuso: luz que não incide em um único foco direto. Essa técnica utiliza materiais e cores de boa reflexão para tornar a luz mais abrangente e menos ofuscante, o que suaviza as sombras. Para obter esse efeito, é preciso usar lâmpadas não aparentes. 

Indireto: luz difusa mais restrita, que pode compor o ambiente com pequenos focos de luz, como arandelas e abajures. Em geral, são usadas luminárias não conflitantes com pessoas ou objetos. As arandelas podem ser usadas em espaços menores, como banheiros, lavabos e corredores.

Dirigido: luz proveniente de uma direção única e tem foco dirigido. Essa técnica se utiliza de refletores para dirigir o foco de luz. Luzes diretas devem ser direcionadas para objetos específicos, especialmente decorativos, como quadros, flores ou esculturas. Dessa forma, a luz não causa desconforto e valoriza as peças. 

Wall washing: pontos de luz fixos dirigidos com spots ou embutidos no teto. Podem ser usadas ainda luminárias de chão embutidas ou projetores de pequeno porte fixados em pontos a distâncias iguais e que foquem a extensão da parede. O efeito se assemelha a um banho de luz na parede, daí o nome wall washing (em inglês). Esse efeito destaca a textura da parede e valoriza a arquitetura. 

Downlight: luz oculta, que evita o ofuscamento e aumenta o rendimento luminoso. As luminárias utilizadas nessa técnica são específicas para embutir em forros (como drywall, por exemplo) e possuem vários formatos. 

Up light: luzes instaladas no chão e voltadas para objetos diretamente. É um artifício muito utilizado para iluminar elementos de um ambiente de forma vertical (árvores, arbustos, estátuas ou colunas). 

Cuidados que você deve ter 
Para economizar energia e tornar o ambiente mais harmonioso, o ideal é pintá-lo com cores claras. Evite pintar paredes e tetos com cores escuras, pois isso exige mais luz para compensar, podendo ocasionar aumento do consumo de energia e acúmulo de calor. Por isso, também é importante manter as luminárias limpas para que não haja perdas de luminosidade.

A iluminação incorreta também pode causar o ofuscamento, que é quando há desconforto e redução da capacidade de distinguir detalhes ou objetos. Isso ocorre quando a luz é mal distribuída no ambiente e apresenta contrastes excessivos. O ofuscamento pode ser direto, através de luz direcionada ao campo visual, ou reflexivo, por meio do reflexo em superfícies claras ou transparentes. 

Lâmpadas fluorescentes ou econômicas podem ser usadas em cozinhas, áreas de serviço e escritórios. Embora algumas pessoas evitem seu uso por pensarem que não existem modelos que se adaptem a luminárias, existem algumas que podem ser usados em lustres sem problemas.

Esperamos ter contribuído com algumas dicas para deixar o seu espaço mais aconchegante e mais particular aos seus gostos e toques pessoais. Se quiser mais informações, venha até a Imobiliária Jaeger e converse com um dos nossos consultores.

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Fonte:http://delas.ig.com.br/casa/servicos/valorize-a-casa-com-a-iluminacao-correta/n1237508138467.html

 

 

Perspectivas do mercado imobiliário para 2017

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Já conseguimos vislumbrar 2017 no horizonte. Falta pouco para a tradicional contagem regressiva, os brindes e a renovação de sonhos e planos que ficaram pelo caminho em 2016. Para muitos, é hora finalmente de planejar a aquisição do seu imóvel, seja ele comercial ou residencial.

Mas o que esperar desse novo ano? O que ele poderá trazer de oportunidades e ameaças? Sabemos que a confiança de todos melhora demais nessa época. Mas ela somente não é suficiente para concretizar a aquisição de um imóvel. É preciso ficar de olho em muitos outros fatores.

A seguir, vamos listá-los e considerar quais irão influenciar de forma positiva o setor no próximo ano:

Inflação em desaceleração: A inflação brasileira saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016. Para 2017, a previsão do mercado financeiro para a inflação é de 5,07%, conforme divulgação do Banco Central no último Relatório Trimestral de Inflação, documento que possui as expectativas para a economia.

No entanto, o Banco Central comunicou que tentará conseguir atingir meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano.

Redução da taxa de juros: A taxa de juros, quando mantida alta, onera o crédito e colabora pra inibir o consumo das famílias e a injeção de capital das empresas, elementos mandatórios para a recuperação do crescimento da economia.

Porém, ainda de acordo com o mercado financeiro, para 2017, a estimativa da taxa de juros é de 11%, o que presume uma queda maior no próximo ano.

Produto Interno Bruto (PIB): Outro fator que contribui para a recuperação do mercado imobiliário é o crescimento do PIB, posto que desempenha o papel de medir o comportamento da economia brasileira, além de ser a junção de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro.

Nesse sentido, a perspectiva é favorável à indústria imobiliária, pois o Banco Central enxerga um cenário dessemelhante para 2017 e mais satisfatório do que o vivido pelos brasileiros em 2016. A instituição anunciou que o PIB deve crescer 1,3% em 2017.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) também vê crescimento do PIB em 2017. Segundo Alejandro Werner, diretor do hemisfério ocidental do órgão, é esperado que a economia brasileira atinja seu ponto mais baixo este ano para ter um crescimento positivo no próximo.

O FMI estimou um avanço de 0,5% no PIB, contra uma projeção de crescimento nula feita nos dois últimos levantamentos do órgão.

Outros indicadores: Ademais, de acordo com o BC, a projeção é de que outros indicadores voltem a crescer. Os investimentos devem chegar ao fim de 2017 com uma alta de 4% ante uma queda de 8,7% em 2016.

No consumo das famílias, espera-se que mais números positivos sejam apontados: a organização prevê uma alta de 0,8% no próximo ano.

Benefícios provenientes de uma economia fortalecida: Com o desemprego e a inflação em alta, o consumidor visa adiar o sonho da casa própria, já que ele enfrenta mais dificuldades para assumir dívidas e fechar novos negócios.

Ainda, perante um cenário de retração econômica, os bancos se tornam mais criteriosos para conceder empréstimos.

No entanto, para 2017, a previsão é de que haja redução de juros, o que faz com que a economia fique mais aquecida.

Com isso, as empresas podem colher alguns benefícios. São eles:

Melhora na confiança e renda do consumidor: Com a melhora das perspectivas sobre a inflação, a confiança e a renda dos brasileiros tende a aumentar.

Isso porque consumidores confiantes, com possibilidades positivas em relação ao emprego e, consequentemente, à condição financeira, compram mais, o que ajuda no aquecimento da atividade econômica.

Dessa forma, mesmo bens maiores, como automóveis e imóveis, que, no momento atual – de acordo com o INEC (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) – as pessoas estão mais cautelosas para adquirir, apresentarão excelente performance de vendas.

Baixa inadimplência: A melhora da dinâmica da economia também está ligada à queda da inadimplência.

Esse é um fator preocupante, visto que indica maior risco de que parte das vendas efetuadas e/ou serviços contratados não sejam recebidos, o que gera uma reação em cadeia.

Vamos supor que um consumidor tenha adquirido um imóvel e não tenha conseguido pagar. Dessa forma, ele tenta fazer um acordo para devolver o imóvel para a construtora. Essa, por sua vez, pode ter que cortar funcionários, o que tem reflexo direto no aumento do desemprego.

A melhora da inadimplência é um dos fatores determinantes para que o mercado imobiliário volte a crescer.

Aumento da empregabilidade: O aumento da empregabilidade também é um aspecto importante e influencia diversos setores da economia.

Em 2017, economistas preveem que o desemprego deve ceder, o que também influenciará positivamente o mercado imobiliário.

Crédito imobiliário mais barato: Com uma economia mais estável, o mercado imobiliário é influenciado positivamente, já que, assim, os consumidores voltam, também, a ter crédito disponível.

Afinal, em um ciclo econômico crescente, há crédito imobiliário mais barato e uma demanda em alta.

Quem atua no setor sabe que a falta de crédito para financiamento de imóvel é uma condição necessária para o avanço do mercado imobiliário no Brasil.

Baixo crédito imobiliário em 2015 e 2016: Entre 2015 e 2016, o mercado imobiliário brasileiro viveu um momento com muitas especulações e dúvidas.

Em 2015, o resultado desfavorável do setor foi puxado pelo enfraquecimento na economia nacional e incertezas políticas. Em virtude disso, a taxa de juros era alta e o crédito mais escasso.

Por esse motivo, muitas incorporadoras não lançaram novos empreendimentos, concentrando-se somente na venda das unidades em estoque.

Retomada do crescimento do mercado imobiliário em 2017: Os sinais de uma melhora para o mercado imobiliário virão em 2017 com a desaceleração da inflação e a queda na taxa básica de juros no país, fatores que vão favorecer a oferta de crédito imobiliário para o consumidor.

O setor depende de como está o cenário no país, e já é possível prever uma melhora econômica e boas expectativas para o próximo ano.

Com a retomada do crescimento econômico e os ajustes que devem ser feitos no cenário político, a tendência é que o mercado imobiliário apresente boa melhora em 2017.

Quer conversar mais sobre algum desses assuntos? Venha até a Imobiliária Jaeger falar com um dos nossos consultores, sempre prontos a lhe auxiliar na sua tomada de decisão.

#VemPraJaeger

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/dino/mercado-imobiliario-perspectivas-para-2017-shtml/

 

Dicas de conservação do seu imóvel

Imóveis sempre foram uma ótima forma de investimento, seja para morar ou obter renda por meio de aluguel. Mas com a ação do tempo e de outros fatores físicos, podem apresentar alguns desgastes e comprometer sua usabilidade e até mesmo seu valor de mercado. Por isso, é fundamental cuidar de seus imóveis da melhor maneira possível, mantendo sua estrutura e acabamento limpos e funcionais. Confira a seguir algumas dicas essenciais que separamos para você conservar seu imóvel e deixá-lo sempre com aquele aspecto de novo.

Pintura

A primeira impressão é sempre a que fica, e essa máxima é totalmente válida no caso de imóveis. A limpeza de superfícies pintadas deve ser feita com apenas água e sabão, evitando aqueles produtos à base de álcool e outras substâncias fortes, que acabam desbotando e danificando a tinta. A indicação é a de refazer toda a pintura da casa a cada três anos.

Elétrica

Mantenha sempre limpos quadros e outros equipamentos elétricos, não se esquecendo nunca de desligar a chave geral antes de qualquer coisa, para evitar acidentes. Quaisquer problemas na instalação elétrica devem ser resolvidos por um profissional qualificado e de confiança – indicação de que sejam feitas manutenções preventivas de tempos em tempos. No caso de construções mais antigas e que podem apresentar problemas elétricos, pense em revisar ou até substituir a fiação da rede elétrica.

Com relação a disjuntores, se houver queda dos mesmos, fique atento, pois eles são os guarda-costas do imóvel e é sinal de que algo errado está acontecendo e deve ser avaliado por um profissional qualificado.

Hidráulica e Esgoto

Item que mais gera problemas nos imóveis, em especial em apartamentos, a parte hidráulica do imóvel merece atenção especial. No primeiro sinal de umidade ou vazamento, solicite a vistoria de um profissional para reduzir custos e dores de cabeça futuros como infiltrações. Verifique sempre a situação das torneiras e registros.

Ralos, sistemas de descarga e esgoto devem ser limpos e inspecionados periodicamente para evitar entupimentos e a obstrução de passagem.

Rejuntes

Cuidar dos rejuntes de pisos, azulejos, lavatórios e bacias sanitários, além de contribuir para um aspecto mais agradável, ajuda a evitar infiltrações, que podem se tornar uma grande dor de cabeça para seu imóvel. Indicação de manutenção uma vez por ano, e no meio tempo, limpe com água, detergente e sabão neutro, evitando produtos que contenham química pesada.

A troca de rejunte também é indicada, pode haver remoção total dos rejuntes através de raspadores específicos para esta prática e posterior limpeza e novo rejuntamento.

Pisos e Revestimentos

Este é outro item cuja boa conservação contribui em muito para a beleza e valorização do imóvel, além da manutenção diária e semanal, a indicação é a utilização periódica de produtos específicos para uma limpeza mais pesada que remova eventuais acúmulos de resíduos ou manchas. Evite o contato com substâncias ácidas ou abrasivas que possam danificar o piso ou revestimento.

No caso de peças quebradas ou trincadas é indicada a substituição das mesmas, para manter um ambiente com bom estado de conservação, por isso a dica de sempre guardar algumas peças para quando necessitar fazer a troca, manter a mesma tonalidade e dimensão das peças substituídas com as já existentes.

Cobertura e Calhas

A revisão da cobertura auxilia na manutenção de toda a estrutura do seu imóvel, evite telhas quebradas ou mal encaixadas, isso impossibilitará goteiras e danos em forros ou lajes.

As calhas devem ser limpas periodicamente para evitar o acúmulo de folhas e sujeiras, assim não impedirão a passagem da água da chuva, evitando problemas de infiltração ou goteiras.

Jardins e Espaços Externos

No caso de casa com terreno e espaços para jardim e cultivo de árvores, a indicação é por plantas de fácil manutenção. Mantenha a poda regular de árvores e a manutenção de gramados e jardins. O jardim será o primeiro a ser visto ao chegar ao seu imóvel, é o seu cartão de visitas.

Faça manutenções periódicas no seu imóvel, toda e qualquer manutenção feita fará com que o mesmo seja valorizado, tenha maior durabilidade e evitará gastos adicionais no futuro, além, é claro, de manter um bom aspecto visual.

 

Fonte: http://www.meuprecon.com.br/blog/5-dicas-para-conservar-seu-imovel/

6 coisas que você precisa saber sobre Herança

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Este é um assunto sobre o qual praticamente ninguém gosta de falar, mas sua importância é enorme, pois é justamente nos momentos de maior sensibilidade que uma família precisa resolver os documentos da herança. Existem várias questões a serem levadas em consideração sobre o tema: quem são os herdeiros? Como deixar um testamento? Sobre quais bens eu posso dispor livremente no testamento? Preparamos abaixo algumas questões que ocorrem com maior frequência. Mas lembre-se: essas questões devem ter sempre o acompanhamento profissional do seu advogado.

1)   Sucessão de bens

Primeiramente, vamos explicar sobre a sucessão de bens, que é a transmissão de bens móveis ou imóveis, após a constatação da morte ou ausência (desaparecimento) de uma pessoa. A partir desse momento, diversos efeitos jurídicos são gerados, pois a pessoa que morreu pode ter dívidas a pagar, créditos a receber, patrimônio a transmitir, entre outras questões. Normalmente, estas questões são resolvidas judicialmente, principalmente quando há menores de idade envolvidos. Se houver acordo entre herdeiros e nenhum interesse de menor de idade, é possível fazer esse mesmo procedimento de partilha nos cartórios.

2) Sem testamento

Não havendo testamento, a Lei determina quais serão os herdeiros naturais da pessoa que morreu. No Brasil, o cônjuge e os descendentes (filhos) são os herdeiros naturais. Se não houver filhos, mas netos, eles também herdam a parte que caberia a seus pais. Se não houver descendentes, herdam o cônjuge e os ascendentes (pais). No caso de não haver pais, mas avôs, esses herdam a parte que caberia aos pais. Na hipótese de indivíduos que morrem sem cônjuge, herdam descendentes e ascendentes, nessa ordem. Na falta dessas pessoas, herdam os irmãos e, na falta desses, parentes até o 4º grau.

3) Partilha da herança

A partilha é complexa porque depende do regime de bens, de haver casamento ou união estável, filhos em comum, bens só do falecido ou de ambos, etc.

Geralmente é feita por cabeça, de acordo com as pessoas aptas a herdar. Se só existirem filhos, cada um deles receberá a mesma parte do patrimônio. Se houver cônjuge, ele normalmente tem direito à metade do patrimônio do casal, a depender do regime patrimonial do casamento (comunhão total ou parcial de bens, separação total etc.).

O cônjuge que sobrevive tem direito a ficar com a casa em que morava com o falecido. Se o valor da casa exceder a parcela a que o cônjuge tem direito sobre a herança, será necessário pagar o excedente aos demais herdeiros.

4) Como funciona o testamento

Se houver herdeiros necessários, a pessoa só poderá dispor uma parcela de seu patrimônio em testamento. A outra parcela, chamada “legítima”, deverá ser repartida, necessariamente, entre os herdeiros naturais (descendentes, ascendentes e cônjuge). Só será possível afastar essas pessoas do recebimento da herança em casos bastante específicos, como na deserdação por indignidade.

Se houver apenas um cônjuge como herdeiro, a legítima recebe a metade da herança. Ou seja, se o patrimônio total do indivíduo for de R$ 500.000, apenas R$ 250.000 podem ser designados de acordo com a vontade da pessoa que morre. Os outros R$ 250.000 cabem, necessariamente, ao cônjuge. O mesmo ocorre quando não há cônjuge e o falecido deixa apenas um filho.

Se houver filhos e cônjuge, a legítima é de dois terços da herança. Ou seja, sobra um terço da herança para dispor livremente. O mesmo ocorre quando há somente filhos, caso em que a legítima será de dois terços e a quota disponível será de um terço.

5) Como fazer um testamento

Atualmente, as formas de testamento mais comuns são: o público (feito em cartório), o cerrado (literalmente, selado até o momento de sua abertura) e o particular (que pode ser escrito de próprio punho ou mesmo em computador, desde que com a assinatura de três testemunhas). Da mesma forma como foram feitos os testamentos, eles podem ser desfeitos (revogados). Desde que a pessoa esteja em pleno exercício de suas capacidades mentais, é possível mudar de ideia acerca da parcela disponível de seus bens, nomeando novos herdeiros e realocando a destinação de seus bens.

6) Dívidas e créditos do falecido

Dívidas e créditos devem ser contabilizados no momento de inventariar o patrimônio deixado pelo falecido. Somam-se todos os bens, o que inclui créditos e outras aplicações financeiras. Desse valor, subtraem-se todas as dívidas deixadas. Se essa quantia exceder o valor dos bens, não há como cobrar dos herdeiros o excesso. As pessoas somente herdam o valor que excede as dívidas do falecido, não seus débitos.

Por isso, um procedimento de inventário e partilha de bens deve levar em consideração todos os bens, créditos, débitos e finanças do falecido, para que só seja realizada uma partilha no final do procedimento. Durante esse processo, um dos herdeiros é chamado para administrar estes bens. Se não houver herdeiros, o juiz pode nomear um administrador para eles.

Se você ainda tem dúvidas, venha até a Imobiliária Jaeger. Nós podemos indicar advogados que são nossos parceiros profissionais, capacitados para lhe auxiliar.

#VemPraJaeger

Fonte: https://financaspessoais.organizze.com.br/tudo-o-que-voce-procurava-sobre-heranca/

 

Aproveite as oportunidades e tenha um retorno excepcional do seu investimento

 

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Para quem está interessado e atento, há diversas oportunidades de investimento aparecendo o tempo todo de forma cíclica no mercado, e para essas pessoas basta escolher qual a melhor opção para que o dinheiro seja aplicado de forma consciente. Mas essa visão não é compartilhada por todos, sendo que muitas pessoas que pretendem investir simplesmente não sabem como identificar uma boa oportunidade, mesmo que ela esteja diante do seu nariz.

Esse faro para boas aplicações vem com o tempo, e apenas o conhecimento e a experiência podem fazer com que uma pessoa aproveite uma boa oportunidade, e da mesma forma deixe passar outra que apenas parecia favorável, mas poderia prejudicar e muito o patrimônio. Algumas dessas oportunidades aparecem de forma clara, e, para aquele que a identificou com antecedência, ela não tem chances de dar errado.

Muitas vezes essa oportunidade se desenrola lentamente, por anos e anos, até amadurecer e se tornar a galinha dos ovos de ouro para o investidor. Por isso a paciência também conta, já que ninguém constrói o seu patrimônio da noite para o dia.

Segurança é essencial

A rentabilidade de uma aplicação ou de uma oportunidade não pode ser a prioridade para um investidor, por mais que isso pareça contraditório. O que o investidor inteligente faz em primeiro lugar é analisar os riscos daquela operação, antes de observar mais a fundo a sua rentabilidade. Não é possível fazer o seu patrimônio crescer quando ele não existe mais, ou quando restam apenas migalhas, e por isso a prioridade do bom investidor é manter o seu patrimônio.

Isso não quer dizer que o investidor não deve arriscar ou não deve seguir o seu faro para aplicações e investimentos excepcionais, que emergem como ilhas após uma severa tempestade. Isso quer dizer apenas que o investidor deve manter essa necessidade de segurança o tempo todo consigo, e ter a certeza de que a segurança do seu patrimônio deve sempre estar em primeiro lugar.

Se o investimento incluir uma parcela significativa do seu patrimônio e não possuir a segurança necessária, então essa não é uma boa oportunidade. Arriscar uma quantia razoável em um investimento com excelentes promessas é o ideal, não estacionando na segurança nem se jogando ao vento com tudo o que você tem.

Onde Investir

O ideal para um bom investidor conseguir excelentes rendimentos é a diversificação do seu investimento. Mas não priorize a quantidade pela qualidade, e apenas agarre uma boa oportunidade de criar essa diversidade se ela for mesmo excelente. No caso do investimento em ações, por exemplo, há diversos períodos em que as empresas passam por algumas dificuldades temporárias, e as ações atingem o nível de segurança ou muitas vezes ficam abaixo desse valor.

Tratando-se de uma grande empresa com um reconhecimento bom pelo público a que se destina, essa seria uma excelente de oportunidade para aplicar o se dinheiro por um preço mais do que justo, e com lucratividade praticamente certa. Outra oportunidade está em determinadas regiões imobiliárias que possuem desenvolvimento certo, dependendo apenas do tempo para os imóveis da região duplicarem de preço. É o caso, por exemplo, de regiões portuárias em tempos de pré-sal, que crescem vertiginosamente e aumentam e muito a população local.

Essa também seria uma boa oportunidade, para investir parte do seu capital de forma segura e não permitir que qualquer tipo de inconveniente prejudique o seu patrimônio. Muitas vezes essas oportunidades não dependem apenas de números e de especulações, e o olhar treinado do investidor apenas saberá identificar aquela que outros não viram, ou aquela que ainda é uma boa oportunidade, após algum tempo de desgaste. No início dos seus investimentos, não deixe de consultar alguém com experiência antes de investir o que você tem em uma oportunidade, já que apenas uma pequena parcela das que passam na sua janela vale à pena abraçar.

Se você precisa de auxílio para planejar os seus investimentos, venha até a Imobiliária Jaeger, que possui uma equipe especializada de consultores, sempre prontos a lhe orientar de forma profissional, segura e gratuita.

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Fonte: http://www.investimentosfinanceiros.com.br/oportunidades-de-investimento/

Entenda o que é uma hipoteca e como ela garante um negócio de compra e venda de bem imóvel

 

A hipoteca é um meio de adquirir o seu imóvel de forma parcelada e sem a necessidade de um financiamento habitacional. Descubra aqui no que consiste e como funciona esse instituto.

Em negócios de compra e venda de bem imóvel a prazo é comum exigir-se o oferecimento de garantia do pagamento. Neste caso, a hipoteca surge como uma alternativa em benefício do credor.

A hipoteca é direito real de garantia que recai sobre bens imóveis, ou seja, o bem que está sendo vendido/comprado, é o mesmo que serve de garantia para a compra. Esse direito real é constituído em favor do credor sobre esse bem imóvel que está sendo transacionado, cujo bem fica sujeito ao pagamento da dívida, sem que seja retirado da posse do novo dono.

Como se sabe, o patrimônio do devedor responde por suas obrigações. No caso do instituto da hipoteca, destaca-se bem certo e determinado para garantir a obrigação de compra e venda.

A hipoteca não recai apenas sobre o imóvel transacionado, recai também sobre as melhorias feitas, obras de reparação, de segurança, de comodidade ou de adorno e sobre os edifícios levantados.

Além disso, a garantia da hipoteca abrange os juros legais do capital, os juros ajustados e declarados no instrumento, vencidos ou vincendos, as penas pecuniárias estipuladas e as custas com a ação e a execução da dívida hipotecária.

Admite-se a hipoteca não apenas em relação a uma dívida existente, mas também de dívida futura ou sob condição suspensiva, desde que determinado o valor máximo do crédito a ser garantido, que é o caso que interessa na transação de compra e venda, quando o vendedor aceita fazer a venda de forma parcelada, e então temos a escritura de compra e venda com hipoteca, ou seja, nesse caso considera-se um pagamento parcelado diretamente com o vendedor do bem.

Outra característica da hipoteca é sua indivisibilidade, pois, enquanto não for satisfeita integralmente a dívida, a garantia subsiste sobre a totalidade do bem gravado, o qual não pode ser dividido em frações, ou seja, o pagamento parcial da dívida não significa a redução proporcional da hipoteca, salvo expressa cláusula em contrário.

A hipoteca convencional é celebrada de comum acordo entre as partes para a garantia de determinada obrigações. A escritura pública é essencial à validade dos negócios jurídicos que visem à constituição, transferência, modificação ou renúncia dos direitos reais sobre imóveis de valor superior a 30 vezes o maior salário mínimo no país, conforme o art. 108 do Código Civil. Lei especial, no entanto, pode dispensar a escritura pública, como ocorre com hipoteca constituída em favor de entidade do Sistema Financeiro Imobiliário, onde se admite o contrato particular.

Necessário salientar que, para valer contra terceiros, a hipoteca deve ser inscrita no Registro de Imóveis onde se situar o bem, pois, apenas com a inscrição, que confere a indispensável publicidade a terceiros, é que se considera constituída a garantia real.

A extinção normal da hipoteca se dá com o pagamento da dívida. Assim, de posse da quitação, que sempre poderá ser dada por instrumento particular, ou dos títulos emitidos pelo devedor em favor do credor, como é o caso da nota promissória, o devedor solicitará ao Registrador de Imóveis o cancelamento, extinguindo-se, assim, a garantia real.

 

Referências: Loureiro, Luiz Guilherme, Registros Públicos: teoria e prática. 4ª edição. Editora Método