DIMOB! Você sabe o que é?

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A DIMOB trata-se de um documento feito anualmente para a Receita Federal por empresas do setor de imóveis, onde são informados todos os detalhes das transações realizadas durante os últimos doze meses.

A cada ano, a DIMOB é feita antes da entrega do Imposto de Renda, com seu prazo de entrega geralmente previsto até o último dia de fevereiro.

A entrega da DIMOB é obrigatória para empresas e pessoas jurídicas envolvidas em atividades como comercialização, loteamento de imóveis, operações de aluguel, alienação e sublocação de propriedades de terceiros, assim como atividades de construção, administração e locação de imóveis próprios.

Entre todos os itens que devem aparecer na DIMOB, estão valores de aluguel e condomínios pagos por inquilinos (locatários) aos proprietários (locadores), caso o intermédio dessas operações seja feito por pessoa jurídica, por exemplo.

Desde 2003 a Receita exige a entrega da DIMOB de todas as companhias do setor de imóveis e construção civil, assim como outras empresas que realizaram transações de imóveis construídos ou incorporados com recursos próprios.

A DIMOB deverá ser apresentada pelo estabelecimento matriz, em relação a todos os estabelecimentos, com as informações sobre:

  • As operações de construção, incorporação, loteamento e intermediação de aquisições/alienações, no ano em que foram contratadas;

  • Os pagamentos efetuados no ano, discriminados mensalmente, decorrentes de locação, sublocação e intermediação de locação, independentemente do ano em que essa operação foi contratada.

E se não apresentar a DIMOB?

A não apresentação da DIMOB no prazo estabelecido ou a sua apresentação com incorreções ou omissões acarretará a aplicação das penalidades, definidas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001. Os que cumprirem com incorreções ou omissões serão intimados para cumpri-las ou para prestar esclarecimentos relativos a elas nos prazos estipulados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.

 

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Perspectivas do mercado imobiliário para 2017

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Já conseguimos vislumbrar 2017 no horizonte. Falta pouco para a tradicional contagem regressiva, os brindes e a renovação de sonhos e planos que ficaram pelo caminho em 2016. Para muitos, é hora finalmente de planejar a aquisição do seu imóvel, seja ele comercial ou residencial.

Mas o que esperar desse novo ano? O que ele poderá trazer de oportunidades e ameaças? Sabemos que a confiança de todos melhora demais nessa época. Mas ela somente não é suficiente para concretizar a aquisição de um imóvel. É preciso ficar de olho em muitos outros fatores.

A seguir, vamos listá-los e considerar quais irão influenciar de forma positiva o setor no próximo ano:

Inflação em desaceleração: A inflação brasileira saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016. Para 2017, a previsão do mercado financeiro para a inflação é de 5,07%, conforme divulgação do Banco Central no último Relatório Trimestral de Inflação, documento que possui as expectativas para a economia.

No entanto, o Banco Central comunicou que tentará conseguir atingir meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano.

Redução da taxa de juros: A taxa de juros, quando mantida alta, onera o crédito e colabora pra inibir o consumo das famílias e a injeção de capital das empresas, elementos mandatórios para a recuperação do crescimento da economia.

Porém, ainda de acordo com o mercado financeiro, para 2017, a estimativa da taxa de juros é de 11%, o que presume uma queda maior no próximo ano.

Produto Interno Bruto (PIB): Outro fator que contribui para a recuperação do mercado imobiliário é o crescimento do PIB, posto que desempenha o papel de medir o comportamento da economia brasileira, além de ser a junção de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro.

Nesse sentido, a perspectiva é favorável à indústria imobiliária, pois o Banco Central enxerga um cenário dessemelhante para 2017 e mais satisfatório do que o vivido pelos brasileiros em 2016. A instituição anunciou que o PIB deve crescer 1,3% em 2017.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) também vê crescimento do PIB em 2017. Segundo Alejandro Werner, diretor do hemisfério ocidental do órgão, é esperado que a economia brasileira atinja seu ponto mais baixo este ano para ter um crescimento positivo no próximo.

O FMI estimou um avanço de 0,5% no PIB, contra uma projeção de crescimento nula feita nos dois últimos levantamentos do órgão.

Outros indicadores: Ademais, de acordo com o BC, a projeção é de que outros indicadores voltem a crescer. Os investimentos devem chegar ao fim de 2017 com uma alta de 4% ante uma queda de 8,7% em 2016.

No consumo das famílias, espera-se que mais números positivos sejam apontados: a organização prevê uma alta de 0,8% no próximo ano.

Benefícios provenientes de uma economia fortalecida: Com o desemprego e a inflação em alta, o consumidor visa adiar o sonho da casa própria, já que ele enfrenta mais dificuldades para assumir dívidas e fechar novos negócios.

Ainda, perante um cenário de retração econômica, os bancos se tornam mais criteriosos para conceder empréstimos.

No entanto, para 2017, a previsão é de que haja redução de juros, o que faz com que a economia fique mais aquecida.

Com isso, as empresas podem colher alguns benefícios. São eles:

Melhora na confiança e renda do consumidor: Com a melhora das perspectivas sobre a inflação, a confiança e a renda dos brasileiros tende a aumentar.

Isso porque consumidores confiantes, com possibilidades positivas em relação ao emprego e, consequentemente, à condição financeira, compram mais, o que ajuda no aquecimento da atividade econômica.

Dessa forma, mesmo bens maiores, como automóveis e imóveis, que, no momento atual – de acordo com o INEC (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) – as pessoas estão mais cautelosas para adquirir, apresentarão excelente performance de vendas.

Baixa inadimplência: A melhora da dinâmica da economia também está ligada à queda da inadimplência.

Esse é um fator preocupante, visto que indica maior risco de que parte das vendas efetuadas e/ou serviços contratados não sejam recebidos, o que gera uma reação em cadeia.

Vamos supor que um consumidor tenha adquirido um imóvel e não tenha conseguido pagar. Dessa forma, ele tenta fazer um acordo para devolver o imóvel para a construtora. Essa, por sua vez, pode ter que cortar funcionários, o que tem reflexo direto no aumento do desemprego.

A melhora da inadimplência é um dos fatores determinantes para que o mercado imobiliário volte a crescer.

Aumento da empregabilidade: O aumento da empregabilidade também é um aspecto importante e influencia diversos setores da economia.

Em 2017, economistas preveem que o desemprego deve ceder, o que também influenciará positivamente o mercado imobiliário.

Crédito imobiliário mais barato: Com uma economia mais estável, o mercado imobiliário é influenciado positivamente, já que, assim, os consumidores voltam, também, a ter crédito disponível.

Afinal, em um ciclo econômico crescente, há crédito imobiliário mais barato e uma demanda em alta.

Quem atua no setor sabe que a falta de crédito para financiamento de imóvel é uma condição necessária para o avanço do mercado imobiliário no Brasil.

Baixo crédito imobiliário em 2015 e 2016: Entre 2015 e 2016, o mercado imobiliário brasileiro viveu um momento com muitas especulações e dúvidas.

Em 2015, o resultado desfavorável do setor foi puxado pelo enfraquecimento na economia nacional e incertezas políticas. Em virtude disso, a taxa de juros era alta e o crédito mais escasso.

Por esse motivo, muitas incorporadoras não lançaram novos empreendimentos, concentrando-se somente na venda das unidades em estoque.

Retomada do crescimento do mercado imobiliário em 2017: Os sinais de uma melhora para o mercado imobiliário virão em 2017 com a desaceleração da inflação e a queda na taxa básica de juros no país, fatores que vão favorecer a oferta de crédito imobiliário para o consumidor.

O setor depende de como está o cenário no país, e já é possível prever uma melhora econômica e boas expectativas para o próximo ano.

Com a retomada do crescimento econômico e os ajustes que devem ser feitos no cenário político, a tendência é que o mercado imobiliário apresente boa melhora em 2017.

Quer conversar mais sobre algum desses assuntos? Venha até a Imobiliária Jaeger falar com um dos nossos consultores, sempre prontos a lhe auxiliar na sua tomada de decisão.

#VemPraJaeger

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/dino/mercado-imobiliario-perspectivas-para-2017-shtml/

 

5 principais vantagens em contratar os serviços de uma Imobiliária

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Veja as 5 principais vantagens em contratar os serviços de uma imobiliária

São inúmeros motivos pelos quais investir em imóveis para locação tem sido um bom negócio. O crescimento nas grandes cidades faz com que a busca por imóveis seja cada vez maior. E para você que pensa em alugar um imóvel, nossa dica é: contrate uma imobiliária.

No momento em que você está contratando uma imobiliária para cuidar de seus imóveis, você escolhe por comodidadesegurança no recebimento do aluguel, na manutenção do imóvel e evita futuros transtornos. No Brasil, muitos só escolhem o serviço da imobiliária depois de terem tido problemas na locação direta, tais como na conservação do imóvel, atrasos no recebimento do aluguel e até mesmo inadimplências nas contas de água, luz e condomínio.

Ao realizar uma locação direta (ou locação particular), os contratos são realizados sem muitos cuidados e garantias necessárias, enquanto as imobiliárias contam com departamento jurídico. Além desta, existem muitas outras vantagens para você contratar uma imobiliária. Conheça algumas a seguir.

  1. Ao contratar o serviço de uma imobiliária, você não se envolve diretamente com o inquilino, gerando maior privacidade para você.
  2. O controle de documentos, contratos e pagamentos é de responsabilidade da imobiliária, garantindo uma “saúde da locação”.
  3. A rapidez na efetivação da locação é um destaque no serviço da imobiliária devido a ampla divulgação em sites, jornais e estandes.
  4. Não existe uma tabela de valores a seguir para definir o preço do aluguel, a imobiliária realiza uma avaliação adequada para garantir o valor adequado para o seu imóvel.
  5. Duração de contrato, reajuste de aluguel, vistoria e garantias financeiras também são de responsabilidade da imobiliária.

Fonte: https://blog.netimoveis.com/5-dicas-para-evitar-dor-de-cabeca-na-locacao-do-seu-imovel/