A importância da imagem pessoal

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Com esta breve definição podemos avançar na idéia de que no mundo moderno os profissionais bem sucedidos são aqueles que mantêm uma imagem pessoal positiva.
Para tanto usam seu poder pessoal para conquistar seus objetivos, superar os obstáculos, vencer as barreiras e dificuldades do dia-a-dia. Constroem uma base de valor pessoal sólida. Sabem “quanto vale o seu passe”.
Agir com elegância, discrição e, sobretudo, ética é um passo a mais para o sucesso.
Como fazer da imagem pessoal uma estratégia no mundo dos negócios?
A verdade é que hoje para ser eficiente, o marketing pessoal deve ser sutil e inteligente a começar pela aparência. Desfilar grifes, por exemplo, não faz de você um profissional respeitado. O resultado pode até ser o contrario e revelar que, na falta do que falar, você esbanja na aparência.
O que não se pode negar, no entanto, é que o primeiro julgamento é o visual, a partir do visual podemos perceber a que grupo uma pessoa pertence, se é cuidadosa ou não pelo seu penteado, se é calma ou agitada pelo modo de andar, sentar e falar, ou seja, fazemos logo um julgamento de alguém que nem conhecemos.
Se isto está certo ou errado, não sei. O que sei é que cada vez mais é importante cuidarmos da nossa imagem, porque querendo ou não seremos julgados pelo inconsciente da pessoa que nos vê.
No mercado de trabalho a imagem pessoal tem muito valor, não importa ser bonito ou feio, na verdade existe uma grande diferença entre ser bonito fisicamente e ter uma boa aparência. Uma pessoa pode possuir uma beleza física padrão e não ter uma boa imagem pessoal, o que quer dizer que ela pode usar roupas amassadas, cabelos desgrenhados, unhas mal feitas, etc. Já uma pessoa de boa aparência é aquela que pode não possuir uma beleza física padrão, mas tem um bom corte de cabelo, unhas em dia, barba bem feita e roupas em ordem.
“A sua imagem pessoal é o seu cartão de visita.”
A sua imagem pessoal, não é única, ela precisa se adequar a diferentes ocasiões como ao ambiente de trabalho ou lazer, mas sem esquecer-se de você, do seu estilo, do seu gosto, a sua imagem pessoal deve estar sempre adequada e bem cuidada, ela é a embalagem do seu produto.

Fazendo uma analogia entre um produto em um supermercado e nós profissionais, imagine quando vamos às compras e em uma prateleira encontramos um produto com a embalagem amassada, rasgada, mal cuidada, dificilmente a levamos para a casa, compramos a que está do lado, inteira e bem apresentável. Nós profissionais, somos um produto, e o nosso consumidor/cliente são as empresas, que contratam os nossos serviços, mas se a sua “embalagem”, ou seja, seu visual não estiver condizente com o profissional que você está tentando vender, dificilmente será contratado.

O seu produto é você, os seus conhecimentos, habilidades, técnicas e outras qualidades que você possui. A sua embalagem é a sua aparência, o seu visual, é a primeira informação que o seu cliente, contratante ou o interessado em comprar os seus serviços tem de você.

É verdade que a sua imagem pessoal não lhe garante um emprego, um contrato, uma entrevista de negócios, que uma embalagem sem conteúdo não tem muita força, mas sem ela dificilmente terá mais que um primeiro contato.

Como diz a célebre frase de Cícero, o grande orador romano, que dizia “não basta à mulher de César ser honesta, ela tem de parecer honesta”.

Não basta sermos ótimo profissionais, com currículo impecável e um acumulo de experiências invejáveis, precisamos também parecer ótimos profissionais.

 

Umidade no inverno: não precisa secar as paredes com toalhas ou papel, apenas areje o ambiente.

Paredes mofadas, bolhas na pintura e roupas com bolor são consequências da umidade, uma das características do inverno gaúcho que não poupa quase nenhuma residência. Certo que a influência das massas de ar polar, mais secas, ajudam a balancear mas não há fórmula mágica para deixar a casa seca durante o inverno.

Pensando na praticidade do dia a dia, este post vem com algumas dicas para auxiliar você a melhorar esta situação no seu imóvel.

Banheiro:

O banheiro é um dos principais afetados quando o assunto é a umidade. Geralmente, o teto fica escuro devido ao mofo. Outro problema são os rejuntes dos azulejos, que também podem acumular fungos. A principal forma de evitar o aparecimento desses inquilinos é ventilar o ambiente. Depois do banho, abra a janela do banheiro para sair o vapor, assim como a porta.

Quem não tem janela no banheiro deve contar com exaustores para tirar a umidade e, de preferência, manter a porta do banheiro aberta o maior tempo possível. Secar as paredes com toalhas ou papel não é necessário.

Caso o mofo apareça, deve-se imediatamente limpá-lo, ou ele pode se espalhar nos rejuntes e no teto. Utilize uma esponja macia com água e sabão neutro. Nos rejuntes dos azulejos, a mesma fórmula funciona. Alvejante e cloro podem ser usados, mas se corre o risco de deixar a superfície amarelada.

Quando o mofo impregnar no material, será necessário tomar medidas mais drásticas, como descascar, lixar e passar produtos impermeabilizantes. Usar tinta antimofo também é uma boa opção.

Cozinha:

Ao cozinhar, o vapor das panelas pode tomar conta do ambiente, principalmente os espaços próximos do fogão. O ideal é deixar as janelas da cozinha sempre abertas durante os processos de cozimento.

Quando o bolor aparecer nas paredes ou azulejos, siga os mesmos procedimentos usados no banheiro – de preferência, uma esponja com água e sabão neutro. Tinta antimofo pode ser usada na casa toda e é uma boa indicação.

Ventilação e iluminação:

Esse é o lema contra a umidade. Abra as janelas da casa e deixe o ar e o sol circular pelas peças pelo menos duas vezes por semana. Assim, há menos chances da umidade se acumular e de aparecerem bolhas, mofos e manchas em sua casa. Não deixe tudo fechado por estar frio.

Para auxiliar no processo, a dica é usar um ventilador nas peças úmidas. Outra boa opção é ligar o ar-condicionado como desumidificador. Com relação as estufas, não é indicado utilizá-las no banheiro, pois a umidade pode levar a curtos-circuitos e gerar acidentes.

Roupas:

Os guarda-roupas fechados em ambientes úmidos podem ocasionar mofo nas peças. Pelo menos duas vezes por semana, é indicado abrir todas as portas do armário por algumas horas para ventilar. Mexa nas roupas e mude os cabides de lugar para ajudar a circulação de ar. Cuidado para o sol não bater diretamente, pois pode desbotar as peças. Dentro do guarda-roupa, deixe um recipiente desumidificador de ambientes (disponível em supermercados).

Se o mofo aparecer, use um pano com vinagre ou álcool para retirar a mancha. Depois, lave normalmente.

Em casacos de couro, a dica é passar uma camada fina de cremes hidratantes ou produtos que dão brilhos em móveis. Assim, há menos chance do mofo conseguir se acumular. Outro cuidado importante é com os perfumes. Não guarde roupas com a fragrância no armário, pois podem estar levemente úmidas e amarelar. Já para secar as roupas no inverno, não há mágica. Estenda no lugar da casa com mais luminosidade possível, geralmente próximo a janelas.

Paredes:

A umidade não ocorre somente nos locais tradicionalmente úmidos, como banheiro e cozinha. Muitas residências sofrem com bolhas e mofo nas paredes das salas e dos quartos. Isso pode ocorrer devido à má impermeabilização no momento da construção, à pouca iluminação ou à falta de ventilação. Se as primeiras bolhas aparecerem, é possível estourá-las e pintar novamente a parede para manter mais um tempo em boas condições – um modo paliativo. Da mesma maneira, o mofo pode ser limpo com esponja, água e sabão neutro em primeira instância – não utilize produtos químicos porque pode-se manchar ainda mais o espaço. Caso o bolor fique impregnado ou as bolhas se multipliquem, é necessária uma intervenção mais drástica.

Uma boa dica é usar texturas na parede, pois demoram mais a deixar a umidade tomar conta e, às vezes, duram por anos.

Tapetes e cortinas:

Se em sua casa bate pouco sol e não há muita ventilação, remova os tapetes. Esses acessórios podem ficar molhados e ajudar no acúmulo de fungos e bactérias. Para não sofrer com a umidade, fuja das cortinas de tecido e opte por persianas.

Fique atento:

O inverno é um período chuvoso e, em função disso, as casas ficam mais suscetíveis a vazamentos. Fique atento a telhas e calhas quebradas em casa e faça uma revisão mensalmente. Muitas vezes, o problema está relacionado com água acumulada em tetos e paredes, e não somente com a umidade do ambiente.

Dicas caseiras que podem funcionar:

– Um saquinho de cravos dentro do armário ajuda a evitar o mofo

– Giz de quadro-negro também pode ajudar a eliminar a umidade do guarda-roupa

– Suco de limão reduz o mofo no rejunte dos azulejos

– Vinagre ajuda a eliminar o bolor das roupas

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2015/06/saiba-como-amenizar-os-problemas-causados-pela-umidade-em-casa-4787528.html

Para que serve o fiador.

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O fiador faz parte do contrato de locação como garantia de pagamento ao locador, caso o inquilino (locatário) não cumpra suas responsabilidades. Para ser fiador, a pessoa deve ter imóvel quitado em seu nome, escriturado, possibilitando adição no contrato de locação. Na falta de pagamento do locatário, o fiador tem de honrar esse compromisso e quitar a dívida pendente. A forma mais usual é pagando em dinheiro eventuais débitos. Caso isso não seja possível, inicia-se um processo para penhorar o imóvel do fiador como forma de pagamento. Em alguns casos, se realizada a venda do objeto, é subtraído o valor que o locatário deve e o restante é devolvido ao fiador, dependendo do montante pendente. Por garantir o pagamento, imobiliárias e proprietários de imóveis põem como pré-requisito para o aluguel a existência de um fiador, que evitará que tanto a empresa como o dono do bem locado saia no prejuízo.
Para ser fiador, além de ter um imóvel em seu nome, é preciso que esse bem esteja quitado, e comprovar renda de duas ou três vezes o aluguel para poder arcar com tal despesa caso seja necessário.
O fiador possui direitos que são estabelecidos pela Lei do Inquilinato, garantindo-lhe proteção jurídica. Caso o locador pretenda modificar cláusulas contratuais do aluguel, por exemplo, o fiador tem o direito de abrir mão do compromisso, sem receber penalidade jurídica. Além disso, o fiador pode declarar falência ou total incapacidade de quitar eventuais débitos do locatário, o que lhe garantirá a posse de seu imóvel. Neste caso, o locador precisa substituir o atual fiador ou a forma de garantia oferecida. Algumas imobiliárias e proprietários de imóveis aceitam como garantia a relação do seguro fiança, que é realizado junto a corretoras de seguro.
Se você tem interesse em saber mais sobre fiadores e seguro fiança, venha até a Imobiliária Jaeger, que conta com uma equipe capacitada para lhe prestar assessoria.
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Dicas sobre a venda de imóveis e declaração de imposto de renda

O prazo máximo para o envio da declaração do imposto de renda à Receita Federal é até o dia 30 de abril de 2017. Neste post a Imobiliária Jaeger traz informações e dicas para lhe auxiliar na declaração referente aos seus imóveis.

É possível se livrar do Imposto de Renda (IR) sobre o ganho de capital com um imóvel? Em alguns casos, sim. Situações específicas permitem pagar menos ou até ficar 100% livre do tributo sobre o lucro obtido nessas transações.

É importante lembrar que o valor de compra de um imóvel – não importando há quanto tempo ele tenha sido adquirido – não deve ser atualizado pelo que vale atualmente, de acordo com as regras da Receita Federal.

Dessa forma, ao vender o bem, o contribuinte precisa declarar o valor obtido na venda, que descontará a diferença sobre o preço de compra do imóvel, a fim de calcular qual foi o ganho de capital. Sobre este valor, vai incidir a alíquota fixa de 15% para pessoas físicas.

Abaixo, alguns casos que permitem ficar livre ou reduzir o imposto sobre o ganho de capital de imóveis:

  1. Reforma da casa própria:qualquer melhoria na estrutura do imóvel, tratando-se de reforma e construção, permite aumentar o valor do imóvel na declaração. Isso favorece pagar menos imposto, já que o ganho de capital será considerado menor na venda do bem, que foi valorizado pela benfeitoria. Se a valorização for muito grande, pode haver isenção do imposto.
  2. Desapropriação de terra para reforma agrária: a indenização recebida para este fim sobre um imóvel rural (terra nua) é considerada receita de atividade rural, quando abatida como despesa pública, não pode ser tributada como ganho de capital na declaração à Receita.
  3. Imóvel comprado antes de 1969:o lucro obtido na venda de bens adquiridos antes desta data dispensa qualquer pagamento do Imposto de Renda por ganho de capital, cuja alíquota é de 15%.
  4. Imóvel adquirido entre 1969 e 1988: quem vender bens comprados nesta época pagará menos imposto sobre o ganho de capital, de forma progressiva. A redução é de 100% para o ano mais antigo, até chegar a 5% no imóvel de 1988. A cada ano, a partir de 1969, a redução do imposto é de 5%.
  5. Variação cambial:se ela for resultante da venda de imóveis adquiridos com rendimentos originariamente em moeda estrangeira. Somente é isenta a variação cambial, sendo tributável o ganho obtido em moeda estrangeira.
  6. Venda de único bem de até R$ 400 mil:fica isento o imóvel de qualquer tipo, de posse individual em condomínio ou em comunhão, localizado em zona urbana ou rural, desde que não tenha feito, nos últimos cinco anos, outra venda de imóvel, tributada ou não. O limite de R$ 400 mil não considera a parte de cada condômino ou coproprietário, nem a posse em comunhão com o cônjuge, a menos que esteja em contrato.
  7. Compra de outro imóvel em 180 dias: A partir de 16 de junho de 2005, o ganho na venda de imóveis residenciais fica isento se outro for comprado no prazo de seis meses a partir da celebração do contrato. A opção pela isenção deste item deve ser informada no Demonstrativo da Apuração dos Ganhos de Capital. O benefício vale a cada cinco anos.

Ainda possui dúvidas? Venha até a Imobiliária Jaeger que um dos nossos consultores irá lhe auxiliar. Temos também profissionais que podemos indicar para realizar a sua declaração.

#VemPraJaeger

Fonte: https://publicidadeimobiliaria.com/7-casos-que-dispensam-pagar-ir-pelo-lucro-com-venda-de-imoveis/

Dicas para economizar energia no verão.

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O ar condicionado é um dos aparelhos que mais consome energia elétrica e, durante o verão, é um dos principais responsáveis pelo aumento na conta de energia. Para compensar este gasto, é preciso adotar algumas medidas de economia. Confira:

 Ar condicionado

Enquanto o ar condicionado estiver em uso, mantenha janelas e portas fechadas para evitar sobrecarga do aparelho. Um truque para evitar uma noite inteira de ar-condicionado é deixá-lo ligado por cerca de meia-hora antes de ir dormir, de modo a resfriar o quarto. Na hora de se deitar, desligue-o e acione um ventilador. Lembre-se, ainda, de manter os filtros do aparelho sempre limpos. A sujeira impede a circulação do ar e aumenta o consumo de energia.

 Economizando no chuveiro

Às vezes o calor é tão intenso que é possível desligar o aquecimento do chuveiro elétrico e ainda assim tomar um banho morno durante o verão, especialmente no fim do dia, quando a água passou horas esquentando em canos e reservatórios. Se o aquecimento da água ainda for necessário, feche o chuveiro quando estiver se ensaboando e não ultrapasse seis minutos de banho. Use somente a resistência original de seu chuveiro elétrico – gambiarras podem danificar o aparelho, sem contar que exigem mais energia elétrica para fazê-lo funcionar.

 Selo Procel

Ao comprar um novo eletrodoméstico, verifique sempre a classificação do selo Procel e busque pelos aparelhos com tarja A.

 Geladeira e Freezer

Fique atento aos aparelhos de refrigeração, como geladeira e freezer. Evite abrir e fechar a porta da geladeira o tempo todo, mantenha o congelador limpo e livre de gelo na superfície, verifique a aderência das borrachas de vedação das portas e procure instalá-los em ambientes com boa circulação de ar.

 Cores Claras

Pintar as paredes com cores claras ajuda na climatização do ambiente, deixando-o mais fresco.

 LED

Opte por iluminação LED, além de serem mais eficientes que as lâmpadas incandescentes, elas não propagam calor.

 Stand by

Não deixe os equipamentos eletrônicos em stand by, tire-os da tomada após o uso.

 Energia Solar

Instalar um sistema fotovoltaico conectado à rede pode garantir 95% de desconto na conta de energia. Embora seja um investimento mais alto que as demais dicas, o retorno se dá em 5 anos e pode durar até 25 anos, que é, aproximadamente, o tempo de vida útil das placas solares.

Muitas pessoas já conhecem essas dicas, mas não acreditam que implementá-las trará algum retorno significativo. Tente você e veja os benefícios que uma boa gestão da sua energia pode trazer!

 #VemPraJaeger!

 

Negocie profissionalmente o seu imóvel: contrate um Corretor de Imóveis

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corretor de imóveis é o responsável por intermediar toda a relação comercial de um imóvel entre vendedor e comprador, avaliando corretamente a propriedade a ser vendida ou alugada e disponibilizando todas as informações necessárias aos clientes interessados.

Avaliar, divulgar, atender e negociar. Tudo isso exige conhecimento e experiência quando se trata de vender ou alugar um imóvel, sendo indispensável a contratação de um profissional do ramo imobiliário.

O corretor de imóveis é o profissional mais capacitado para negociar um imóvel. Seu conhecimento e a sua experiência no mercado fazem com que ele avalie corretamente o real valor da propriedade e conheça todos os procedimentos necessários e trâmites legais na transação. Além disso, este profissional possui uma grande habilidade de negociação, sabendo valorizar os pontos fortes da propriedade e apresentar um embasamento técnico eficaz durante a apresentação do imóvel ao interessado.

Ao dispensar a contratação de um corretor de imóveis, o proprietário corre grandes riscos de vender o imóvel abaixo do seu real valor, o que acaba trazendo prejuízos ainda maiores do que o valor que seria pago como comissão ao corretor. Por isso, contratar um profissional do ramo imobiliário para estipular o melhor preço do bem é a melhor maneira de vender um imóvel de acordo com a realidade de mercado.

Outro motivo para contratar os serviços de um corretor de imóveis é que este profissional possui a total disponibilidade de tempo para atender um cliente. Seja durante a noite ou em finais de semana, este profissional estará disponível o tempo que for necessário até a concretização do negócio.

Ao contratar um corretor, este profissional estará encarregado de divulgar o imóvel da melhor maneira e em diversos meios. Seja através de site imobiliário, placas ou portais, ter um profissional do ramo imobiliário para cuidar da divulgação do imóvel a ser vendido aumentará as chances de venda e diminuirá o tempo de espera pelo fechamento negócio. Além disso, um bom corretor de imóveis possui sempre uma carteira de clientes interessada em adquirir imóveis e isso garante a obtenção de melhores propostas.

O auxílio do corretor de imóveis também poupa o proprietário da parte burocrática. Com o domínio da legislação imobiliária, é o corretor de imóveis o profissional mais capacitado para lidar com toda a documentação necessária do início ao fim do processo de venda do imóvel. A legislação imobiliária é extensa e complexa e os contratos que deverão ser elaborados são documentos legais, sendo o corretor totalmente preparado para manejar isso.

A Imobiliária Jaeger possui corretores competentes e experientes para ajudá-lo a conduzir de forma profissional o seu negócio.

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Como financiar a compra de imóveis?

Coisas que você precisa saber par financiar seu imóvel!.jpgEntre os principais sonhos dos brasileiros está a compra de imóveis. Esse processo vem se tornando um pouco mais simples e, quem tem o nome em situação regular, consegue sair do aluguel com mais facilidade e comprar a casa própria.

Com estabilidade financeira, é possível obter prazos de financiamento maiores, diminuindo o valor das prestações. Normalmente, os financiamentos são feitos por instituições bancárias, que pagam a quantia que quem compra quer financiar ao vendedor do imóvel e parcela a dívida, como se fosse um empréstimo.

Quais os requisitos para financiar um imóvel?

Comprovante de renda

Para financiar a compra de um imóvel, o interessado deve comprovar renda mensal ao menos três vezes maior que o valor da parcela do financiado. Portanto, só é possível realizar esse processo em imóveis que atinjam até 30% do seu salário. A comprovação de renda pode ser feita mediante apresentação de contracheque do emprego ou declaração de Imposto de Renda.

Situação regular

Uma das barreiras ao tentar o financiamento imobiliário é o fato de o requisitante ser inadimplente. Se o interessado tiver o nome incluído no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) ou Serasa, as chances de receber uma recusa são grandes, uma vez que ele tem uma dívida pendente e mostra que não arcou com os compromissos financeiros.

Valor de entrada

Quem deseja financiar um imóvel, deve ter um valor para dar de entrada, geralmente 20% do total do imóvel. A residência só pode ser 100% financiada se comprada nova. Por isso, é bom ter a ciência de que é necessário uma reserva em dinheiro para começar o processo.

Avaliação imobiliária

Por meio de um engenheiro, arquiteto ou empresa contratada, o banco realiza a vistoria do imóvel a ser financiado para confirmar o valor declarado. Logo após, é elaborado um contrato e solicitado ao comprador e ao vendedor que assinem o documento. Toda a papelada deve ser registrada em cartório, além de ser levada de volta à agência bancária.

Documentos necessários para o financiamento

O primeiro passo para financiar um lar é entregar cópias originais do RG e CPF à instituição bancária. Se os interessados forem um casal, é preciso entregar os documentos de ambos – comprovante de estado civil e de renda, como holerites ou declaração de Imposto de Renda.

No caso de pessoas autônomas, existe a possibilidade de comprovar renda por meio da declaração do Imposto de Renda, contratos de prestação de serviços, sindicato de categoria, recibo de pagamento por trabalhos prestados ou o Decore (Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimentos).

Aqueles que não tiverem conta em banco, devem preencher uma ficha cadastral sob orientação do gerente bancário, que irá informar os documentos necessários para financiar um imóvel. Uma análise de cadastro é feita para verificar o nome do solicitante no SPC ou Serasa. Não havendo problemas nesses quesitos, o imóvel é vistoriado e o crédito é aprovado com um período de validade que varia de acordo com o banco ou instituição.

Financiamento antecipado

Apesar de poucos saberem, é possível dar entrada no pedido de financiamento antecipadamente. Caso a solicitação seja aprovada pelo banco, a instituição fornecerá uma carta de crédito como garantia de que o comprador terá o dinheiro que precisa para fechar o negócio e comprar a casa dos sonhos.

É importante lembrar que a documentação do empreendimento deve estar em ordem e o atual proprietário não deve ter pendências financeiras. A carta de crédito tem validade de, no mínimo, três meses.

Agora que já sabe como financiar um imóvel, basta se planejar e ir em busca de concluir o seu sonho de encontrar o lar ideal para você e sua família. Compare as condições oferecidas pelas empresas e conclua a transação na que mais se adequar ao seu perfil. Ficou alguma dúvida? Deixe um comentário para nós, ou vá até a imobiliária Jaeger, temos excelentes profissionais para lhe orientar.

#VemPraJaeger

Perspectivas do mercado imobiliário para 2017

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Já conseguimos vislumbrar 2017 no horizonte. Falta pouco para a tradicional contagem regressiva, os brindes e a renovação de sonhos e planos que ficaram pelo caminho em 2016. Para muitos, é hora finalmente de planejar a aquisição do seu imóvel, seja ele comercial ou residencial.

Mas o que esperar desse novo ano? O que ele poderá trazer de oportunidades e ameaças? Sabemos que a confiança de todos melhora demais nessa época. Mas ela somente não é suficiente para concretizar a aquisição de um imóvel. É preciso ficar de olho em muitos outros fatores.

A seguir, vamos listá-los e considerar quais irão influenciar de forma positiva o setor no próximo ano:

Inflação em desaceleração: A inflação brasileira saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016. Para 2017, a previsão do mercado financeiro para a inflação é de 5,07%, conforme divulgação do Banco Central no último Relatório Trimestral de Inflação, documento que possui as expectativas para a economia.

No entanto, o Banco Central comunicou que tentará conseguir atingir meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano.

Redução da taxa de juros: A taxa de juros, quando mantida alta, onera o crédito e colabora pra inibir o consumo das famílias e a injeção de capital das empresas, elementos mandatórios para a recuperação do crescimento da economia.

Porém, ainda de acordo com o mercado financeiro, para 2017, a estimativa da taxa de juros é de 11%, o que presume uma queda maior no próximo ano.

Produto Interno Bruto (PIB): Outro fator que contribui para a recuperação do mercado imobiliário é o crescimento do PIB, posto que desempenha o papel de medir o comportamento da economia brasileira, além de ser a junção de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro.

Nesse sentido, a perspectiva é favorável à indústria imobiliária, pois o Banco Central enxerga um cenário dessemelhante para 2017 e mais satisfatório do que o vivido pelos brasileiros em 2016. A instituição anunciou que o PIB deve crescer 1,3% em 2017.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) também vê crescimento do PIB em 2017. Segundo Alejandro Werner, diretor do hemisfério ocidental do órgão, é esperado que a economia brasileira atinja seu ponto mais baixo este ano para ter um crescimento positivo no próximo.

O FMI estimou um avanço de 0,5% no PIB, contra uma projeção de crescimento nula feita nos dois últimos levantamentos do órgão.

Outros indicadores: Ademais, de acordo com o BC, a projeção é de que outros indicadores voltem a crescer. Os investimentos devem chegar ao fim de 2017 com uma alta de 4% ante uma queda de 8,7% em 2016.

No consumo das famílias, espera-se que mais números positivos sejam apontados: a organização prevê uma alta de 0,8% no próximo ano.

Benefícios provenientes de uma economia fortalecida: Com o desemprego e a inflação em alta, o consumidor visa adiar o sonho da casa própria, já que ele enfrenta mais dificuldades para assumir dívidas e fechar novos negócios.

Ainda, perante um cenário de retração econômica, os bancos se tornam mais criteriosos para conceder empréstimos.

No entanto, para 2017, a previsão é de que haja redução de juros, o que faz com que a economia fique mais aquecida.

Com isso, as empresas podem colher alguns benefícios. São eles:

Melhora na confiança e renda do consumidor: Com a melhora das perspectivas sobre a inflação, a confiança e a renda dos brasileiros tende a aumentar.

Isso porque consumidores confiantes, com possibilidades positivas em relação ao emprego e, consequentemente, à condição financeira, compram mais, o que ajuda no aquecimento da atividade econômica.

Dessa forma, mesmo bens maiores, como automóveis e imóveis, que, no momento atual – de acordo com o INEC (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) – as pessoas estão mais cautelosas para adquirir, apresentarão excelente performance de vendas.

Baixa inadimplência: A melhora da dinâmica da economia também está ligada à queda da inadimplência.

Esse é um fator preocupante, visto que indica maior risco de que parte das vendas efetuadas e/ou serviços contratados não sejam recebidos, o que gera uma reação em cadeia.

Vamos supor que um consumidor tenha adquirido um imóvel e não tenha conseguido pagar. Dessa forma, ele tenta fazer um acordo para devolver o imóvel para a construtora. Essa, por sua vez, pode ter que cortar funcionários, o que tem reflexo direto no aumento do desemprego.

A melhora da inadimplência é um dos fatores determinantes para que o mercado imobiliário volte a crescer.

Aumento da empregabilidade: O aumento da empregabilidade também é um aspecto importante e influencia diversos setores da economia.

Em 2017, economistas preveem que o desemprego deve ceder, o que também influenciará positivamente o mercado imobiliário.

Crédito imobiliário mais barato: Com uma economia mais estável, o mercado imobiliário é influenciado positivamente, já que, assim, os consumidores voltam, também, a ter crédito disponível.

Afinal, em um ciclo econômico crescente, há crédito imobiliário mais barato e uma demanda em alta.

Quem atua no setor sabe que a falta de crédito para financiamento de imóvel é uma condição necessária para o avanço do mercado imobiliário no Brasil.

Baixo crédito imobiliário em 2015 e 2016: Entre 2015 e 2016, o mercado imobiliário brasileiro viveu um momento com muitas especulações e dúvidas.

Em 2015, o resultado desfavorável do setor foi puxado pelo enfraquecimento na economia nacional e incertezas políticas. Em virtude disso, a taxa de juros era alta e o crédito mais escasso.

Por esse motivo, muitas incorporadoras não lançaram novos empreendimentos, concentrando-se somente na venda das unidades em estoque.

Retomada do crescimento do mercado imobiliário em 2017: Os sinais de uma melhora para o mercado imobiliário virão em 2017 com a desaceleração da inflação e a queda na taxa básica de juros no país, fatores que vão favorecer a oferta de crédito imobiliário para o consumidor.

O setor depende de como está o cenário no país, e já é possível prever uma melhora econômica e boas expectativas para o próximo ano.

Com a retomada do crescimento econômico e os ajustes que devem ser feitos no cenário político, a tendência é que o mercado imobiliário apresente boa melhora em 2017.

Quer conversar mais sobre algum desses assuntos? Venha até a Imobiliária Jaeger falar com um dos nossos consultores, sempre prontos a lhe auxiliar na sua tomada de decisão.

#VemPraJaeger

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/dino/mercado-imobiliario-perspectivas-para-2017-shtml/

 

Decoração de interiores, um delicioso desafio.

 

Decorar um ambiente é sempre um delicioso desafio, mas não é algo simples pois exige muita atenção e cuidado com as escolhas. Defina seus objetivos para o ambiente, imagine como gostaria que fosse, escolha o estilo, arregace as mangas e mãos à obra.

Primeiro é fundamental escolher o estilo que melhor se encaixe no ambiente a ser decorado. Siga tendências, padrões e linhas, combinados com acessórios, iluminação e mobílias. Agora imagine tudo o que você escolheu junto ao mesmo tempo e em um mesmo ambiente.

Tente entender, descobrir e perceber os itens escolhidos que melhor combinam entre si, bem como a harmonia entre eles e o ambiente onde serão colocados.

E lembre-se, menos é mais! Ou seja, um ambiente com muitos itens decorativos ou móveis, passa uma sensação de sufocamento, falta de espaço, torna-se desconfortável, menos funcional e é mais propenso a estar desorganizado.

Escolha um item que será o foco das atenções no ambiente a ser decorado, pode ser a cama, um armário, a lareira, uma cristaleira, a mesa de jantar ou o estofado. Pense nas cores escolhidas e lembre-se que nem todas combinam entre si.   Uma boa dica é o contraste entre tons pastéis, que passam calma e tranquilidade, e cores vivas, que trazem boas energias e dão mais vida ao ambiente. Então, se as paredes, cortinas e pisos são claros, utilize motivos decorativos bem coloridos para dar sensação de amplitude, alegria e vida ao ambiente.

Pense em como o seu projeto vai ficar. Em quais posições estarão os móveis, quais cores serão utilizadas e aplicadas, o que pretende focar, qual iluminação utilizar… imagine tudo antes para depois não se perder no seu próprio estilo e comprar coisas desnecessárias.

É fundamental saber o tamanho dos ambientes da sua casa, para tanto, meça os cômodos que você pretende decorar, faça desenhos, rascunhos, e simulações sempre anotando tudo, pois isso vai auxiliar na hora de escolher os móveis e onde colocá-los.  

Tire as medidas das paredes considerando o pé direito, o tamanho das janelas e a posição das tomadas. Considere  também as medidas abaixo das janelas para não errar na escolha da altura dos móveis. Nas cozinhas banheiros tire também as medidas do sifão e das saídas e entradas de água e gás, isso pode evitar muita dor de cabeça depois.

Deixe sua casa mostrar mais de você! Use objetos que tenham a ver com o seu estilo para decorar os ambientes.

Peças compradas em antiquários ou viagens são uma ótima opção e até mesmo aquela cristaleira, criado mudo, baú ou balcão que era de sua avó podem ser repaginados com o uso de cores vibrantes para dar um novo destaque ao ambiente e a própria peça.

Pense também na natureza, pois consciência ambiental faz parte do cenário moderno. Nesse sentido, aproveite a iluminação e a ventilação naturais e aposte em soluções sustentáveis. Por exemplo: utilize objetos ou móveis fabricados com materiais reciclados, madeira de demolição, plástico ou vidros.

Mas se a sua intenção for começar do zero, separe tudo o que achar que deve ser descartado, livre-se dos itens decorativos e da mobília que não pretende mais usar pois um ambiente mais vazio facilita a visualização do espaço  disponível em casa e, por conseqüência, torna-se mais fácil  imaginar como ficará o novo ambiente.

Caso esteja achando difícil, existem aplicativos de celular voltados para decoração de ambientes e que podem ser muito úteis na hora de simular como ficará o ambiente após aplicadas todas as suas escolhas. Veja abaixo algumas dicas:

Em vez de papel e lápis, o Photo Measures dá a opção de tirar uma foto e anotar todas as medidas dos ambientes na tela do celular, evitando que você se confunda ou perca as anotações e é compatível com iPhone, iPod touch e iPad.

Já o Coral Visualizer auxilia na hora de escolher as cores para suas paredes, inclusive combinando com os móveis que você tem.

O ColorSmart é um aplicativo no qual você coloca fotos do ambiente que quer pintar e então, virtualmente, pode testar uma infinidade de cores, até encontrar a que melhor combine como o seu espaço; pode ser baixado gratuitamente para iOS.

E, para trazer boas energias, o aplicativo Feng Shui Bagua Map explica como usar o Feng Shui e a melhorar a harmonia e energia dos espaços interiores.

Quer saber mais? Visite sempre nosso blog, pois a cada semana temos novidades que lhe ajudarão a transformar a sua casa na casa que você sempre sonhou.

#VemPraJaeger

Convenção de condomínio: o que é e para que serve?

convencao

Consegue imaginar que uma casa, um condomínio ou um país livre de regras e sem o mínimo de organização possa permanecer em intensa harmonia? Parece difícil, não é mesmo? Em qualquer um desses espaços coletivos algumas regras básicas orientam o bem estar social quando devidamente respeitadas, claro. Numa casa, as regras são definidas geralmente pelos pais, ou pelos adultos. Num país, é a Constituição quem define o que é certo e o que é errado. Já no caso dos condomínios, é a convenção de condomínio que contém as principais regras de convivência.

Um síndico preocupado com o bem estar dos condôminos deverá zelar por todas as regras estabelecidas na convenção. Lá estará disciplinado, por exemplo, o valor das contribuições que os moradores devem pagar para despesas de manutenção e infraestrutura e a forma como o condomínio será administrado. O documento também aponta o que pode ser definido nas assembleias, suas regras de convocação, o quórum mínimo para deliberação e as sanções que devem recair sobre condôminos “infratores”.

Muitas são as regras que servem para organizar a vida condominial. A convenção de condomínio é o documento que reúne todas elas. Além disso, a convenção também pode conter o regimento interno, que reúne regras mais básicas de convivência, como as questões relacionadas a vagas de garagem, uso da piscina e salão de festas. A convenção, por sua vez, possui informações relacionadas a administração condominial.

O que deve ser estipulado na convenção de condomínio?

  • Funções do síndico;
  • Administração;
  • Sanções;
  • Orçamento e Rateio;
  • Diretoria;
  • Descrição dos prédios;
  • Estrutura;
  • Itens coletivos;
  • Assembleias.

Como a convenção de condomínio é aplicada?

Todas as regras da convenção devem ser respeitadas pelos moradores e pelo síndico, que deve ser seu principal defensor e guardião. Cada condomínio pode estipular suas regras, desde que elas não desrespeitem as leis do Código Civil, assim que iniciada a ocupação dos imóveis.

Depois de assinada por pelo menos dois terços dos proprietários, a convenção estará em vigor. Logo, assim que ela passa a existir, podem começar as cobranças relacionadas às despesas do condomínio, bem como a exigência das outras determinações da convenção.

Nos casos em que o regimento interno estiver inserido na convenção, ele passa a ter vigor simultâneo a ela. Caso seja um documento separado, o regimento precisa ser registrado no Cartório de Títulos e Documentos.

A convenção de condomínio é um documento um pouco complexo e que afetará diretamente a vida dos moradores e do síndico. Portanto, é recomendável que o condomínio busque auxílio de um advogado especialidade em Direito Imobiliário para elaborar o documento de acordo com a realidade de cada condomínio.

Procure-nos. Temos uma equipe completa preparada lhe ajudar. #VemPraJaeger.

 

Fonte: http://www.socialcondo.com.br