07 Dicas Para Conservar Pinturas de Paredes

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07 Dicas Para Conservar Pinturas de Paredes

1 – Tente sempre limpar a sujeira da pintura assim que percebê-la.

Quanto antes puder fazer a sua remoção, mais fácil será para eliminar as substâncias estranhas, que tendem a se fixar e dar muito mais trabalho para ser retiradas.

2 – Pinturas recentes à base de Látex PVA, repintar localmente.

Para as que precisam de 3 a 4 semanas para ter secagem total e fixação plena, é interessante, dependendo da extensão do dano. Para isso, utilize a sobra da tinta. Remova a sujeira, espere secar bem e reaplique a sobra de tinta apenas no local, tentando deixar o “remendo” o mais uniforme possível.

3 – Para pinturas já fixadas em Látex PVA, utilize um pano macio ou esponja umedecida em água.

Nos casos de poeira ou manchas de toque manual. Com suaves movimentos circulares, evite remover indevidamente a tinta aplicada. Se houver excesso de água, faça o acabamento com outro pano seco, deixando o local o mais uniforme possível.

4 – Para pinturas com manchas de gordura, utilize o mesmo método.

Adicionando um pouco de detergente neutro à esponja ou pano, em movimentos circulares também. Utilize outro pano limpo e seco para remoção dos resíduos já desprendidos da parede após a ação do detergente.

5 – Evite o uso de removedores.

Eles tendem a remover a sujeira e a tinta junto, o que deixará a superfície irregular.

6 – Para os casos de tintas acrílicas tudo fica um pouco mais fácil, devido à sua resistência.

Aplique o mesmo método, observando na secagem se toda a sujeira foi de fato removida.

7 – Nos casos de tintas esmalte as coisas ficam ainda mais fáceis.

Basta aplicar um pano úmido com água e sabão, em movimentos circulares. Em geral isso será suficiente para remover manchas de toque manual, gordura e resíduos particulados. Caso, no entanto, haja a presença de outras tintas, graxas ou materiais viscosos, um pouco de removedor doméstico de gordura tenderá a resolver o problema sem afetar a pintura.

          Fonte disponível em 17/08/2017: http://sossolteiros.bol.uol.com.br/dicas-para-aumentar-a-durabilidade-e-beleza-da-pintura-domiciliar/

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Dicas para você ter uma locação tranquila.

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Para não haver problemas na documentação e no que foi acordado em negociação antes de assinatura de contrato exija, cuide e leia atentamente tudo que for descrito em contrato e vistoria do imóvel. Aqui vai algumas dicas para você ter uma locação sem incômodo.

O inquilino deve verificar as condições do imóvel. Faça uma revisão em todo o imóvel antes de concretizar qualquer assinatura em vistoria. Evitando futuros problemas que poderão lhe causar desconfortos.

Tanto inquilino como o proprietário devem verificar que se faça constar no contrato: valor do aluguel, índice de reajuste e como será a maneira reajustado o aluguel, duração da locação, multas por atraso no pagamento e forma de pagamento do aluguel.

O proprietário pode e deve exigir que o candidato a inquilino apresente garantias sendo uma delas:

– Caução: Normalmente é feito em dinheiro, no valor de três aluguéis e deverá ser depositado em poupança. No final do contrato, não havendo dívidas, o inquilino deverá receber o total da conta da poupança.

– Fiança: O inquilino apresenta pessoa que se responsabiliza pelos encargos da locação (fiador).

– Seguro fiança: O inquilino faz um seguro junto a uma companhia seguradora que exerce o papel de fiador.

O candidato deverá se informar se a imobiliária de sua pretensão aceita os modos citados acima.

 Direitos e deveres na locação

Deveres do proprietário (locador):

– entregar o imóvel em condições de uso. Se o inquilino perceber qualquer problema após a locação, deverá comunicar o proprietário e solicitar o conserto.

– pagar os impostos (IPTU), taxas e prêmios de seguro complementar contra incêndio. Porém, se no contrato constar que essa obrigação é do inquilino, ele terá que cumprir o que foi estabelecido.

– no caso de apartamento, cabe ao proprietário pagar as despesas extraordinárias do condomínio: reformas no prédio, fundo de reserva, manutenções do prédio.

Deveres do inquilino (locatário):

– pagar pontualmente o aluguel no prazo

– utilizar o imóvel conforme determinado em contrato (se para fins residenciais, não poderá ser utilizado para comércio e vice versa)

-entregar o imóvel conforme vistoria, entregar da mesma maneira que o recebeu.

– não alterar características do imóvel sem consentimento do proprietário, com documento assinado e nas formas legais.

– o inquilino deve pagar as despesas ordinárias do condomínio: luz, água, limpeza. E se caso constar em contrato que a obrigação é do inquilino ele deverá pagar os impostos (IPTU), taxas e prêmios de seguro contra incêndio.

Se você deseja uma locação tranquila, venha nos procurar que aqui sempre temos a melhor solução para nossos clientes. #VemPraJaeger.

 

Inadimplência, o terror do locador!

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Inadimplência, o terror do locador!

          Se talvez exista algum medo no negócio jurídico da locação, este tem o nome de “inadimplência”. Apesar de termos resultados bastantes positivos nesta questão, ainda existem casos em que temos de recorrer à justiça para a regularização. E quando recorremos a justiça, os proprietários se mostram sem conhecimento legal do processo, portanto vamos desmistificar o assunto.

          Talvez a principal razão para uma ação de despejo, a falta de pagamento está prevista no Art. 62° da Lei do Inquilinato (Lei 8245/91). No artigo está previsto que: “I – o pedido de rescisão da locação poderá ser cumulado com o pedido de cobrança dos aluguéis e acessórios da locação; nesta hipótese, citar-se-á o locatário para responder ao pedido de rescisão e o locatário e os fiadores para responderem ao pedido de cobrança, devendo ser apresentado, com a inicial, cálculo discriminado do valor do débito.”

          Portanto, ao distribuir a ação, além do pedido de rescisão, devem ser anexados todos os cálculos discriminando valores atualizados. Desta forma, em uma única ação, será possível despejar e cobrar os valores devidos, inclusive os vencimentos no decorrer do processo. O fiador estará incluso no processo, caso seja esta a garantia locatícia.

          Vale lembrar também que, o locatário ainda sim pode evitar o despejo e a rescisão contratual. Basta efetuar o pagamento de TODOS os débitos pendentes em um período máximo de 15 dias a contar da citação. Tudo isso via depósito em juízo (Art. 62, inc. II Lei 8245/91).

            A partir deste conhecimento concluímos que é possível pedir a rescisão do contrato e ordem de despejo em caso de inadimplência, e que todo e qualquer débito pendente será cobrado em vias judiciais. No entanto é indispensável a consulta e o acompanhamento de um advogado especializado em direito imobiliário.

https://www.portorioimobiliaria.com/single-post/2017/05/13/Inadimpl%C3%AAncia-o-terror-do-locat%C3%A1rio

7 dicas de planejamento financeiro para comprar o imóvel dos sonhos

 

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A compra do apartamento ou da casa própria é um marco importante na vida de qualquer pessoa. No entanto, o caminho para realizar esse sonho não é nada simples: é preciso organização e planejamento financeiro antes de pensar em adquirir o imóvel que você tanto quer.

Uma compra feita da forma errada pode impactar negativamente a sua vida por um longo período, trazendo sérios prejuízos não só para você mas também a toda sua família. Por isso, separamos neste post 7 dicas de planejamento financeiro. Confira!

1. Organize suas finanças e estabeleça metas de poupança

A primeira coisa a fazer para atingir essa conquista é se organizar financeiramente. Tenha em mãos seu orçamento, lance seus ganhos e gastos em uma planilha e calcule quanto sobrará por mês para ser investido na compra do imóvel.

Com base nesse orçamento, se esforce para economizar. O interessante é trabalhar com uma meta de valor para ser poupada.

Se você perceber que não está sendo possível atingir a quantia desejada, analise o que pode ser cortado de outros gastos.

2. Faça um planejamento financeiro para investir tudo o que for poupado

Dinheiro parado é sinônimo de prejuízo. Por isso, enquanto você junta a quantia para comprar seu imóvel, esse dinheiro pode ser aplicado em algum investimento financeiro para render ao longo do tempo.

O ideal é investir em alguma aplicação segura de renda fixa, que lhe garanta ganhos estáveis e previsíveis.

3. Procure a melhor forma de pagamento

Existem três principais maneiras de comprar um imóvel: a aquisição à vista, o financiamento e o consórcio imobiliário.

Analise a sua situação financeira

Para evitar dívidas, é sempre preferível pagar qualquer coisa à vista. Porém, devido aos preços dos imóveis, nem sempre isso é possível. Por isso, é importante ter em mente quais são as outras formas de pagamento possíveis e adequá-las de acordo com sua capacidade financeira.

Seu FGTS pode ajudar

Não se esqueça também de que uma ajuda pode vir de seu FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), já que seu uso é permitido para a aquisição e financiamento de imóveis.

Consórcios oferecem custos mais baixos

A compra por meio de consórcios também vem se tornando uma alternativa muito popular entre os brasileiros. Ele é ideal para aqueles que não estão com pressa na aquisição, oferendo um custo mais baixo.

4. Considere as diferenças de preço entre imóveis novos e usados

Existem várias diferenças entre imóveis novos e usados.

Ao decidir por essa opção, é importante conferir se o imóvel é antigo e como estão as instalações hidráulicas, fiação elétrica, lajes, telhados, pisos, revestimentos e a estrutura. Muitas vezes uma reforma acaba sendo necessária, o que pode fazer com que a economia obtida na hora da compra deixe de existir.

Um imóvel na planta pode ser interessante por ser um novo projeto e apresentar menos riscos de problemas estruturais, se optar por essa alternativa, pesquise o histórico da empresa, verificando se ela tem boa reputação no mercado e nos órgãos de defesa do consumidor.

5. Tenha calma e não se apresse para escolher

Por mais que a vontade e a urgência em adquirir um imóvel sejam grandes, é preciso ter cautela. O recomendado é pesquisar e analisar todas as alternativas que aparecerem antes de decidir, até encontrar aquela que se encaixe em suas necessidades. O mercado imobiliário é dinâmico e várias boas oportunidades podem surgir com o tempo.

6. Preste atenção aos gastos e despesas extras

Os gastos com a aquisição de um imóvel não se limitam apenas ao valor das prestações e do financiamento. Existem, ainda, as taxas de transferência, documentação. Por isso, reserve também uma quantia para cobrir esses custos.

7. Recorra à ajuda de um profissional

Mesmo com tanto planejamento, ninguém está livre de imprevistos. Por isso, é sempre prudente contar com um apoio profissional. A ajuda de um consultor de imóveis é necessária caso ocorra uma situação não esperada ou até mesmo para solucionar questões relacionadas ao financiamento, por exemplo.

É importante ter total confiança nesse profissional. Peça a ele que esclareça as dúvidas envolvidas na compra, identificando possíveis problemas com documentação, pagamento, escrituras, entre outros trâmites.

Por isso venha até a Imobiliária Jaeger que nossos corretores estarão lhe aguardando.

 

 

Seguro Fiança… Uma nova forma de alugar com segurança.

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O seguro fiança na locação é uma das opções que o inquilino tem de garantir ao proprietário o recebimento do aluguel. O uso do seguro traz agilidade na aprovação do interessado à locação, trazendo mais segurança para o locador.

É um serviço que pode ser contratado para aluguéis residenciais e comerciais. O fiador e o seguro fiança garantem o recebimento do aluguel; qualquer uma dessas opções traz segurança para os proprietários e para as imobiliárias que administram imóveis. Esse método também ajuda a cobrir no final da locação eventuais inadimplências do locatário ou danos ao imóvel.

A figura do fiador está cada vez mais escassa, enquanto ocorre o contrário com o seguro fiança. Clientes locatários estão preferindo este modo até para evitar o constrangimento de pedir a alguém para ser o fiador do seu aluguel, suas taxas de condomínio e impostos, caso ele não possa arcar.

E entre as exigências tomadas como precaução para aceitação de um fiador no contrato de locação é de que este possua mais de um imóvel escriturado ou quitado no seu nome, para que se possa penhorar esse imóvel em caso de inadimplência do inquilino. A explicação para tantas exigências é pelo fato dos custos operacionais e judiciais, caso preciso for mover uma ação de despejo por falta de pagamento. 

Com o seguro fiança a imobiliária conta com a seguradora para realizar o trabalho e a responsabilidade pela aprovação da ficha do futuro inquilino. O seguro fiança está cada vez mais se expandindo, pois além de segurança, traz inúmeras vantagens para ambas as partes, por exemplo: agilidade na aprovação da locação; evita constrangimentos gerados ao se procurar um fiador; possibilidade de pagamento do seguro parcelado ou à vista; segurança e agilidade no recebimento de valores para cobrir qualquer eventual dano e falta de pagamento.

Se você pensou em alugar com segurança venha para Imobiliária Jaeger, aqui nós trabalhamos com seguro fiança.

#VemPraJaeger

A importância da imagem pessoal

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Com esta breve definição podemos avançar na idéia de que no mundo moderno os profissionais bem sucedidos são aqueles que mantêm uma imagem pessoal positiva.
Para tanto usam seu poder pessoal para conquistar seus objetivos, superar os obstáculos, vencer as barreiras e dificuldades do dia-a-dia. Constroem uma base de valor pessoal sólida. Sabem “quanto vale o seu passe”.
Agir com elegância, discrição e, sobretudo, ética é um passo a mais para o sucesso.
Como fazer da imagem pessoal uma estratégia no mundo dos negócios?
A verdade é que hoje para ser eficiente, o marketing pessoal deve ser sutil e inteligente a começar pela aparência. Desfilar grifes, por exemplo, não faz de você um profissional respeitado. O resultado pode até ser o contrario e revelar que, na falta do que falar, você esbanja na aparência.
O que não se pode negar, no entanto, é que o primeiro julgamento é o visual, a partir do visual podemos perceber a que grupo uma pessoa pertence, se é cuidadosa ou não pelo seu penteado, se é calma ou agitada pelo modo de andar, sentar e falar, ou seja, fazemos logo um julgamento de alguém que nem conhecemos.
Se isto está certo ou errado, não sei. O que sei é que cada vez mais é importante cuidarmos da nossa imagem, porque querendo ou não seremos julgados pelo inconsciente da pessoa que nos vê.
No mercado de trabalho a imagem pessoal tem muito valor, não importa ser bonito ou feio, na verdade existe uma grande diferença entre ser bonito fisicamente e ter uma boa aparência. Uma pessoa pode possuir uma beleza física padrão e não ter uma boa imagem pessoal, o que quer dizer que ela pode usar roupas amassadas, cabelos desgrenhados, unhas mal feitas, etc. Já uma pessoa de boa aparência é aquela que pode não possuir uma beleza física padrão, mas tem um bom corte de cabelo, unhas em dia, barba bem feita e roupas em ordem.
“A sua imagem pessoal é o seu cartão de visita.”
A sua imagem pessoal, não é única, ela precisa se adequar a diferentes ocasiões como ao ambiente de trabalho ou lazer, mas sem esquecer-se de você, do seu estilo, do seu gosto, a sua imagem pessoal deve estar sempre adequada e bem cuidada, ela é a embalagem do seu produto.

Fazendo uma analogia entre um produto em um supermercado e nós profissionais, imagine quando vamos às compras e em uma prateleira encontramos um produto com a embalagem amassada, rasgada, mal cuidada, dificilmente a levamos para a casa, compramos a que está do lado, inteira e bem apresentável. Nós profissionais, somos um produto, e o nosso consumidor/cliente são as empresas, que contratam os nossos serviços, mas se a sua “embalagem”, ou seja, seu visual não estiver condizente com o profissional que você está tentando vender, dificilmente será contratado.

O seu produto é você, os seus conhecimentos, habilidades, técnicas e outras qualidades que você possui. A sua embalagem é a sua aparência, o seu visual, é a primeira informação que o seu cliente, contratante ou o interessado em comprar os seus serviços tem de você.

É verdade que a sua imagem pessoal não lhe garante um emprego, um contrato, uma entrevista de negócios, que uma embalagem sem conteúdo não tem muita força, mas sem ela dificilmente terá mais que um primeiro contato.

Como diz a célebre frase de Cícero, o grande orador romano, que dizia “não basta à mulher de César ser honesta, ela tem de parecer honesta”.

Não basta sermos ótimo profissionais, com currículo impecável e um acumulo de experiências invejáveis, precisamos também parecer ótimos profissionais.

 

Umidade no inverno: não precisa secar as paredes com toalhas ou papel, apenas areje o ambiente.

Paredes mofadas, bolhas na pintura e roupas com bolor são consequências da umidade, uma das características do inverno gaúcho que não poupa quase nenhuma residência. Certo que a influência das massas de ar polar, mais secas, ajudam a balancear mas não há fórmula mágica para deixar a casa seca durante o inverno.

Pensando na praticidade do dia a dia, este post vem com algumas dicas para auxiliar você a melhorar esta situação no seu imóvel.

Banheiro:

O banheiro é um dos principais afetados quando o assunto é a umidade. Geralmente, o teto fica escuro devido ao mofo. Outro problema são os rejuntes dos azulejos, que também podem acumular fungos. A principal forma de evitar o aparecimento desses inquilinos é ventilar o ambiente. Depois do banho, abra a janela do banheiro para sair o vapor, assim como a porta.

Quem não tem janela no banheiro deve contar com exaustores para tirar a umidade e, de preferência, manter a porta do banheiro aberta o maior tempo possível. Secar as paredes com toalhas ou papel não é necessário.

Caso o mofo apareça, deve-se imediatamente limpá-lo, ou ele pode se espalhar nos rejuntes e no teto. Utilize uma esponja macia com água e sabão neutro. Nos rejuntes dos azulejos, a mesma fórmula funciona. Alvejante e cloro podem ser usados, mas se corre o risco de deixar a superfície amarelada.

Quando o mofo impregnar no material, será necessário tomar medidas mais drásticas, como descascar, lixar e passar produtos impermeabilizantes. Usar tinta antimofo também é uma boa opção.

Cozinha:

Ao cozinhar, o vapor das panelas pode tomar conta do ambiente, principalmente os espaços próximos do fogão. O ideal é deixar as janelas da cozinha sempre abertas durante os processos de cozimento.

Quando o bolor aparecer nas paredes ou azulejos, siga os mesmos procedimentos usados no banheiro – de preferência, uma esponja com água e sabão neutro. Tinta antimofo pode ser usada na casa toda e é uma boa indicação.

Ventilação e iluminação:

Esse é o lema contra a umidade. Abra as janelas da casa e deixe o ar e o sol circular pelas peças pelo menos duas vezes por semana. Assim, há menos chances da umidade se acumular e de aparecerem bolhas, mofos e manchas em sua casa. Não deixe tudo fechado por estar frio.

Para auxiliar no processo, a dica é usar um ventilador nas peças úmidas. Outra boa opção é ligar o ar-condicionado como desumidificador. Com relação as estufas, não é indicado utilizá-las no banheiro, pois a umidade pode levar a curtos-circuitos e gerar acidentes.

Roupas:

Os guarda-roupas fechados em ambientes úmidos podem ocasionar mofo nas peças. Pelo menos duas vezes por semana, é indicado abrir todas as portas do armário por algumas horas para ventilar. Mexa nas roupas e mude os cabides de lugar para ajudar a circulação de ar. Cuidado para o sol não bater diretamente, pois pode desbotar as peças. Dentro do guarda-roupa, deixe um recipiente desumidificador de ambientes (disponível em supermercados).

Se o mofo aparecer, use um pano com vinagre ou álcool para retirar a mancha. Depois, lave normalmente.

Em casacos de couro, a dica é passar uma camada fina de cremes hidratantes ou produtos que dão brilhos em móveis. Assim, há menos chance do mofo conseguir se acumular. Outro cuidado importante é com os perfumes. Não guarde roupas com a fragrância no armário, pois podem estar levemente úmidas e amarelar. Já para secar as roupas no inverno, não há mágica. Estenda no lugar da casa com mais luminosidade possível, geralmente próximo a janelas.

Paredes:

A umidade não ocorre somente nos locais tradicionalmente úmidos, como banheiro e cozinha. Muitas residências sofrem com bolhas e mofo nas paredes das salas e dos quartos. Isso pode ocorrer devido à má impermeabilização no momento da construção, à pouca iluminação ou à falta de ventilação. Se as primeiras bolhas aparecerem, é possível estourá-las e pintar novamente a parede para manter mais um tempo em boas condições – um modo paliativo. Da mesma maneira, o mofo pode ser limpo com esponja, água e sabão neutro em primeira instância – não utilize produtos químicos porque pode-se manchar ainda mais o espaço. Caso o bolor fique impregnado ou as bolhas se multipliquem, é necessária uma intervenção mais drástica.

Uma boa dica é usar texturas na parede, pois demoram mais a deixar a umidade tomar conta e, às vezes, duram por anos.

Tapetes e cortinas:

Se em sua casa bate pouco sol e não há muita ventilação, remova os tapetes. Esses acessórios podem ficar molhados e ajudar no acúmulo de fungos e bactérias. Para não sofrer com a umidade, fuja das cortinas de tecido e opte por persianas.

Fique atento:

O inverno é um período chuvoso e, em função disso, as casas ficam mais suscetíveis a vazamentos. Fique atento a telhas e calhas quebradas em casa e faça uma revisão mensalmente. Muitas vezes, o problema está relacionado com água acumulada em tetos e paredes, e não somente com a umidade do ambiente.

Dicas caseiras que podem funcionar:

– Um saquinho de cravos dentro do armário ajuda a evitar o mofo

– Giz de quadro-negro também pode ajudar a eliminar a umidade do guarda-roupa

– Suco de limão reduz o mofo no rejunte dos azulejos

– Vinagre ajuda a eliminar o bolor das roupas

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2015/06/saiba-como-amenizar-os-problemas-causados-pela-umidade-em-casa-4787528.html

Como regularizar um imóvel sem matrícula?

Dicas para regularizar seu imóvel- (1) Continuar lendo Como regularizar um imóvel sem matrícula?

Dicas sobre a venda de imóveis e declaração de imposto de renda

O prazo máximo para o envio da declaração do imposto de renda à Receita Federal é até o dia 30 de abril de 2017. Neste post a Imobiliária Jaeger traz informações e dicas para lhe auxiliar na declaração referente aos seus imóveis.

É possível se livrar do Imposto de Renda (IR) sobre o ganho de capital com um imóvel? Em alguns casos, sim. Situações específicas permitem pagar menos ou até ficar 100% livre do tributo sobre o lucro obtido nessas transações.

É importante lembrar que o valor de compra de um imóvel – não importando há quanto tempo ele tenha sido adquirido – não deve ser atualizado pelo que vale atualmente, de acordo com as regras da Receita Federal.

Dessa forma, ao vender o bem, o contribuinte precisa declarar o valor obtido na venda, que descontará a diferença sobre o preço de compra do imóvel, a fim de calcular qual foi o ganho de capital. Sobre este valor, vai incidir a alíquota fixa de 15% para pessoas físicas.

Abaixo, alguns casos que permitem ficar livre ou reduzir o imposto sobre o ganho de capital de imóveis:

  1. Reforma da casa própria:qualquer melhoria na estrutura do imóvel, tratando-se de reforma e construção, permite aumentar o valor do imóvel na declaração. Isso favorece pagar menos imposto, já que o ganho de capital será considerado menor na venda do bem, que foi valorizado pela benfeitoria. Se a valorização for muito grande, pode haver isenção do imposto.
  2. Desapropriação de terra para reforma agrária: a indenização recebida para este fim sobre um imóvel rural (terra nua) é considerada receita de atividade rural, quando abatida como despesa pública, não pode ser tributada como ganho de capital na declaração à Receita.
  3. Imóvel comprado antes de 1969:o lucro obtido na venda de bens adquiridos antes desta data dispensa qualquer pagamento do Imposto de Renda por ganho de capital, cuja alíquota é de 15%.
  4. Imóvel adquirido entre 1969 e 1988: quem vender bens comprados nesta época pagará menos imposto sobre o ganho de capital, de forma progressiva. A redução é de 100% para o ano mais antigo, até chegar a 5% no imóvel de 1988. A cada ano, a partir de 1969, a redução do imposto é de 5%.
  5. Variação cambial:se ela for resultante da venda de imóveis adquiridos com rendimentos originariamente em moeda estrangeira. Somente é isenta a variação cambial, sendo tributável o ganho obtido em moeda estrangeira.
  6. Venda de único bem de até R$ 400 mil:fica isento o imóvel de qualquer tipo, de posse individual em condomínio ou em comunhão, localizado em zona urbana ou rural, desde que não tenha feito, nos últimos cinco anos, outra venda de imóvel, tributada ou não. O limite de R$ 400 mil não considera a parte de cada condômino ou coproprietário, nem a posse em comunhão com o cônjuge, a menos que esteja em contrato.
  7. Compra de outro imóvel em 180 dias: A partir de 16 de junho de 2005, o ganho na venda de imóveis residenciais fica isento se outro for comprado no prazo de seis meses a partir da celebração do contrato. A opção pela isenção deste item deve ser informada no Demonstrativo da Apuração dos Ganhos de Capital. O benefício vale a cada cinco anos.

Ainda possui dúvidas? Venha até a Imobiliária Jaeger que um dos nossos consultores irá lhe auxiliar. Temos também profissionais que podemos indicar para realizar a sua declaração.

#VemPraJaeger

Fonte: https://publicidadeimobiliaria.com/7-casos-que-dispensam-pagar-ir-pelo-lucro-com-venda-de-imoveis/

Quer vender seu imóvel? Então tenha em mãos a matrícula atualizada.

Diariamente atendemos clientes que chegam até a Imobiliária Jaeger ou nos contatam pelos canais digitais, com a intenção de venda de seu imóvel. O primeiro passo para o cadastramento deste imóvel é a compreensão do bem e visualização de documentação referente ao mesmo. Nossa solicitação é da apresentação da matrícula do imóvel para entender o que está registrado e confirmar a propriedade do imóvel.

Quando alguém diz que “não tem escritura”, tecnicamente quer dizer que não tem registro imobiliário, e isto significa que estamos diante de um vendedor que não é o proprietário. E é válido o dito popular segundo o qual “quem não registra não é dono”, porque propriedade se prova com o registro da matrícula do imóvel.

Quem é proprietário, usa, vende, aluga, reforma, dispõe do imóvel e pode até exigir a sua devolução de quem injustamente o ocupe, enfim, é dono do subsolo e do espaço aéreo e tem o que, na linguagem jurídica, se denomina “direito real”. Já o “promissário comprador”, no caso de um Contrato de Promessa de Compra e Venda, tem o chamado “direito pessoal”, algo que ele sempre poderá defender, é lógico, mas para tal, sempre enfrentará uma série de obstáculos jurídicos e, a cada discussão, precisará mostrar todos os seus documentos e provas, enquanto o proprietário basicamente exibe a certidão do registro imobiliário, isso é tudo. Em suma, o “promissário comprador” está quase lá, mas ainda não detém a propriedade.

E se o “promitente vendedor” sumir ou, por uma razão qualquer, não outorgar a escritura no futuro, vão restar para o adquirente os intrincados caminhos judiciais, demorados e caros.

Antes da compra de qualquer imóvel é necessário a solicitação de uma matrícula atualizada do imóvel para verificar a sua atual situação e se não existe gravame que impeça o registro. Podem ser pedidas também ao vendedor certidões diversas (de feitos ajuizados, cíveis, criminais etc.), que visam principalmente aferir se existe demanda judicial referente ao imóvel adquirido.

Nada impede a negociação “sem escritura”, mas jamais se terá a mesma segurança como quando efetivamente se compra o imóvel, com o registro da escritura no Cartório de Registro de Imóveis.

Nossa solicitação pela documentação do imóvel a ser vendido ou comprado é para que possamos dar totais garantias para ambas das partes envolvidas no processo. Nossos consultores imobiliários darão aos nossos clientes todas as orientações necessárias para que a aquisição seja algo garantido e sem situações de riscos posteriores. Entre em contato conosco, estamos aguardando para auxiliá-los.

#VemPraJaeger

Fontes:

https://www.zappro.com.br/saiba-importancia-da-escritura-e-registro-de-imoveis-e-oriente-seu-cliente/

http://casaeimoveis.uol.com.br/tire-suas-duvidas/leis-e-direitos/e-muito-arriscado-comprar-um-imovel-sem-escritura-quais-problemas-posso-enfrentar.jhtm

https://www.konkero.com.br/financiamento/casa-propria/confira-6-situacoes-que-deixam-o-seu-imovel-irregular-e-saiba-como-resolve-las