07 Dicas Para Conservar Pinturas de Paredes

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07 Dicas Para Conservar Pinturas de Paredes

1 – Tente sempre limpar a sujeira da pintura assim que percebê-la.

Quanto antes puder fazer a sua remoção, mais fácil será para eliminar as substâncias estranhas, que tendem a se fixar e dar muito mais trabalho para ser retiradas.

2 – Pinturas recentes à base de Látex PVA, repintar localmente.

Para as que precisam de 3 a 4 semanas para ter secagem total e fixação plena, é interessante, dependendo da extensão do dano. Para isso, utilize a sobra da tinta. Remova a sujeira, espere secar bem e reaplique a sobra de tinta apenas no local, tentando deixar o “remendo” o mais uniforme possível.

3 – Para pinturas já fixadas em Látex PVA, utilize um pano macio ou esponja umedecida em água.

Nos casos de poeira ou manchas de toque manual. Com suaves movimentos circulares, evite remover indevidamente a tinta aplicada. Se houver excesso de água, faça o acabamento com outro pano seco, deixando o local o mais uniforme possível.

4 – Para pinturas com manchas de gordura, utilize o mesmo método.

Adicionando um pouco de detergente neutro à esponja ou pano, em movimentos circulares também. Utilize outro pano limpo e seco para remoção dos resíduos já desprendidos da parede após a ação do detergente.

5 – Evite o uso de removedores.

Eles tendem a remover a sujeira e a tinta junto, o que deixará a superfície irregular.

6 – Para os casos de tintas acrílicas tudo fica um pouco mais fácil, devido à sua resistência.

Aplique o mesmo método, observando na secagem se toda a sujeira foi de fato removida.

7 – Nos casos de tintas esmalte as coisas ficam ainda mais fáceis.

Basta aplicar um pano úmido com água e sabão, em movimentos circulares. Em geral isso será suficiente para remover manchas de toque manual, gordura e resíduos particulados. Caso, no entanto, haja a presença de outras tintas, graxas ou materiais viscosos, um pouco de removedor doméstico de gordura tenderá a resolver o problema sem afetar a pintura.

          Fonte disponível em 17/08/2017: http://sossolteiros.bol.uol.com.br/dicas-para-aumentar-a-durabilidade-e-beleza-da-pintura-domiciliar/

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Dicas para você ter uma locação tranquila.

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Para não haver problemas na documentação e no que foi acordado em negociação antes de assinatura de contrato exija, cuide e leia atentamente tudo que for descrito em contrato e vistoria do imóvel. Aqui vai algumas dicas para você ter uma locação sem incômodo.

O inquilino deve verificar as condições do imóvel. Faça uma revisão em todo o imóvel antes de concretizar qualquer assinatura em vistoria. Evitando futuros problemas que poderão lhe causar desconfortos.

Tanto inquilino como o proprietário devem verificar que se faça constar no contrato: valor do aluguel, índice de reajuste e como será a maneira reajustado o aluguel, duração da locação, multas por atraso no pagamento e forma de pagamento do aluguel.

O proprietário pode e deve exigir que o candidato a inquilino apresente garantias sendo uma delas:

– Caução: Normalmente é feito em dinheiro, no valor de três aluguéis e deverá ser depositado em poupança. No final do contrato, não havendo dívidas, o inquilino deverá receber o total da conta da poupança.

– Fiança: O inquilino apresenta pessoa que se responsabiliza pelos encargos da locação (fiador).

– Seguro fiança: O inquilino faz um seguro junto a uma companhia seguradora que exerce o papel de fiador.

O candidato deverá se informar se a imobiliária de sua pretensão aceita os modos citados acima.

 Direitos e deveres na locação

Deveres do proprietário (locador):

– entregar o imóvel em condições de uso. Se o inquilino perceber qualquer problema após a locação, deverá comunicar o proprietário e solicitar o conserto.

– pagar os impostos (IPTU), taxas e prêmios de seguro complementar contra incêndio. Porém, se no contrato constar que essa obrigação é do inquilino, ele terá que cumprir o que foi estabelecido.

– no caso de apartamento, cabe ao proprietário pagar as despesas extraordinárias do condomínio: reformas no prédio, fundo de reserva, manutenções do prédio.

Deveres do inquilino (locatário):

– pagar pontualmente o aluguel no prazo

– utilizar o imóvel conforme determinado em contrato (se para fins residenciais, não poderá ser utilizado para comércio e vice versa)

-entregar o imóvel conforme vistoria, entregar da mesma maneira que o recebeu.

– não alterar características do imóvel sem consentimento do proprietário, com documento assinado e nas formas legais.

– o inquilino deve pagar as despesas ordinárias do condomínio: luz, água, limpeza. E se caso constar em contrato que a obrigação é do inquilino ele deverá pagar os impostos (IPTU), taxas e prêmios de seguro contra incêndio.

Se você deseja uma locação tranquila, venha nos procurar que aqui sempre temos a melhor solução para nossos clientes. #VemPraJaeger.

 

Quem paga o IPTU do Imóvel Locado?

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Na hora de alugar um imóvel, muita gente tem a mesma dúvida. Quem arcará com o pagamento do IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana).

O primeiro pronto a ser esclarecido é sobre o pagamento do IPTU. De acordo com o artigo 34 do Código Tributário Nacional, o contribuinte do imposto é o proprietário do imóvel, fica a ele a obrigação do pagamento do IPTU.

A Lei do inquilinato (Lei nº 8245/91) diz, no artigo 22, inciso VIII, que o locador (proprietário) é obrigado a pagar o imposto e as taxas que venham a incidir sobre o mesmo, salvo se de outra forma for estabelecida em contrato.

O IPTU PODE SER PAGO PELO INQUILINO?

Apesar da legislação, em alguns contratos de locação, pode ser estabelecido que as despesas com IPTU fiquem por conta do inquilino. Esse valor é combinado entre as partes e é pago, muitas vezes, juntamente com o aluguel ou com a taxa de condomínio.

A nova Lei do Inquilinato (Lei 12.112/2010) deixa isso bem claro: o pagamento do IPTU pode ser negociado entre o locador e o locatário do imóvel, até que um acordo seja feito entre as duas partes. Mas para que o IPTU se torne de fato uma obrigação do inquilino e não gere dor de cabeça para o proprietário, é importante formalizar esta obrigação claramente dentro do contrato de locação.

O que acontece se o inquilino não pagar o IPTU?

Se o inquilino que for obrigado em contrato a quitar o IPTU não efetuar o pagamento, a responsabilidade pelo pagamento em atraso cairá sobre o locador, ou seja, nada acontece juridicamente com o locatário que não pagou o imposto e sim com o dono do imóvel: será ele que terá que arcar com todas as multas, encargos e juros que serão cobrados pelo poder público. Se o débito continuar existindo por determinado período, o proprietário poderá sofrer até uma execução fiscal e ter seu nome inscrito na lista de dívida ativa do município. Nesse caso, a alegação de que o pagamento do IPTU era responsabilidade do locatário não terá valor nenhum. Mesmo que haja um contrato estipulando tal obrigação, isso não resolverá o problema com a prefeitura.

O que o proprietário deve fazer se o inquilino não pagar o IPTU?

Se existe um contrato de locação entre proprietário e inquilino, onde o locatário se responsabiliza pelo pagamento do IPTU do imóvel, este contrato é válido e pode ser usado judicialmente em caso de não cumprimento de suas cláusulas.

Fica definido que se o locatário deve pagar o IPTU e ele deixa de fazer isso, o locador pode acioná-lo na justiça exigindo o pagamento da dívida e pedindo por uma compensação de todos os danos que foram causados.

Isso é o que diz o artigo 22, VIII da Lei nº 8.245/1991: havendo contrato de aluguel que preveja obrigação do inquilino em pagar o IPTU do imóvel alugado e mediante o seu não pagamento, o locador deverá quitar a divida para não sofrer com as sanções fiscais e terá o direito de ingressar com ação judicial para receber de volta os valores gastos. Ou seja, o contrato pode não representar nada para a autoridade fiscal – que continuará cobrando o IPTU do proprietário do imóvel. Porém, o contrato tem total valor na esfera civil, pois é um acordo celebrado entre as duas partes, podendo assim ser usado judicialmente.

Assim sendo, toda a atenção é essencial no ato da confecção e assinatura do contrato de locação.

#VemPraJaeger

Inadimplência, o terror do locador!

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Inadimplência, o terror do locador!

          Se talvez exista algum medo no negócio jurídico da locação, este tem o nome de “inadimplência”. Apesar de termos resultados bastantes positivos nesta questão, ainda existem casos em que temos de recorrer à justiça para a regularização. E quando recorremos a justiça, os proprietários se mostram sem conhecimento legal do processo, portanto vamos desmistificar o assunto.

          Talvez a principal razão para uma ação de despejo, a falta de pagamento está prevista no Art. 62° da Lei do Inquilinato (Lei 8245/91). No artigo está previsto que: “I – o pedido de rescisão da locação poderá ser cumulado com o pedido de cobrança dos aluguéis e acessórios da locação; nesta hipótese, citar-se-á o locatário para responder ao pedido de rescisão e o locatário e os fiadores para responderem ao pedido de cobrança, devendo ser apresentado, com a inicial, cálculo discriminado do valor do débito.”

          Portanto, ao distribuir a ação, além do pedido de rescisão, devem ser anexados todos os cálculos discriminando valores atualizados. Desta forma, em uma única ação, será possível despejar e cobrar os valores devidos, inclusive os vencimentos no decorrer do processo. O fiador estará incluso no processo, caso seja esta a garantia locatícia.

          Vale lembrar também que, o locatário ainda sim pode evitar o despejo e a rescisão contratual. Basta efetuar o pagamento de TODOS os débitos pendentes em um período máximo de 15 dias a contar da citação. Tudo isso via depósito em juízo (Art. 62, inc. II Lei 8245/91).

            A partir deste conhecimento concluímos que é possível pedir a rescisão do contrato e ordem de despejo em caso de inadimplência, e que todo e qualquer débito pendente será cobrado em vias judiciais. No entanto é indispensável a consulta e o acompanhamento de um advogado especializado em direito imobiliário.

https://www.portorioimobiliaria.com/single-post/2017/05/13/Inadimpl%C3%AAncia-o-terror-do-locat%C3%A1rio

Umidade no inverno: não precisa secar as paredes com toalhas ou papel, apenas areje o ambiente.

Paredes mofadas, bolhas na pintura e roupas com bolor são consequências da umidade, uma das características do inverno gaúcho que não poupa quase nenhuma residência. Certo que a influência das massas de ar polar, mais secas, ajudam a balancear mas não há fórmula mágica para deixar a casa seca durante o inverno.

Pensando na praticidade do dia a dia, este post vem com algumas dicas para auxiliar você a melhorar esta situação no seu imóvel.

Banheiro:

O banheiro é um dos principais afetados quando o assunto é a umidade. Geralmente, o teto fica escuro devido ao mofo. Outro problema são os rejuntes dos azulejos, que também podem acumular fungos. A principal forma de evitar o aparecimento desses inquilinos é ventilar o ambiente. Depois do banho, abra a janela do banheiro para sair o vapor, assim como a porta.

Quem não tem janela no banheiro deve contar com exaustores para tirar a umidade e, de preferência, manter a porta do banheiro aberta o maior tempo possível. Secar as paredes com toalhas ou papel não é necessário.

Caso o mofo apareça, deve-se imediatamente limpá-lo, ou ele pode se espalhar nos rejuntes e no teto. Utilize uma esponja macia com água e sabão neutro. Nos rejuntes dos azulejos, a mesma fórmula funciona. Alvejante e cloro podem ser usados, mas se corre o risco de deixar a superfície amarelada.

Quando o mofo impregnar no material, será necessário tomar medidas mais drásticas, como descascar, lixar e passar produtos impermeabilizantes. Usar tinta antimofo também é uma boa opção.

Cozinha:

Ao cozinhar, o vapor das panelas pode tomar conta do ambiente, principalmente os espaços próximos do fogão. O ideal é deixar as janelas da cozinha sempre abertas durante os processos de cozimento.

Quando o bolor aparecer nas paredes ou azulejos, siga os mesmos procedimentos usados no banheiro – de preferência, uma esponja com água e sabão neutro. Tinta antimofo pode ser usada na casa toda e é uma boa indicação.

Ventilação e iluminação:

Esse é o lema contra a umidade. Abra as janelas da casa e deixe o ar e o sol circular pelas peças pelo menos duas vezes por semana. Assim, há menos chances da umidade se acumular e de aparecerem bolhas, mofos e manchas em sua casa. Não deixe tudo fechado por estar frio.

Para auxiliar no processo, a dica é usar um ventilador nas peças úmidas. Outra boa opção é ligar o ar-condicionado como desumidificador. Com relação as estufas, não é indicado utilizá-las no banheiro, pois a umidade pode levar a curtos-circuitos e gerar acidentes.

Roupas:

Os guarda-roupas fechados em ambientes úmidos podem ocasionar mofo nas peças. Pelo menos duas vezes por semana, é indicado abrir todas as portas do armário por algumas horas para ventilar. Mexa nas roupas e mude os cabides de lugar para ajudar a circulação de ar. Cuidado para o sol não bater diretamente, pois pode desbotar as peças. Dentro do guarda-roupa, deixe um recipiente desumidificador de ambientes (disponível em supermercados).

Se o mofo aparecer, use um pano com vinagre ou álcool para retirar a mancha. Depois, lave normalmente.

Em casacos de couro, a dica é passar uma camada fina de cremes hidratantes ou produtos que dão brilhos em móveis. Assim, há menos chance do mofo conseguir se acumular. Outro cuidado importante é com os perfumes. Não guarde roupas com a fragrância no armário, pois podem estar levemente úmidas e amarelar. Já para secar as roupas no inverno, não há mágica. Estenda no lugar da casa com mais luminosidade possível, geralmente próximo a janelas.

Paredes:

A umidade não ocorre somente nos locais tradicionalmente úmidos, como banheiro e cozinha. Muitas residências sofrem com bolhas e mofo nas paredes das salas e dos quartos. Isso pode ocorrer devido à má impermeabilização no momento da construção, à pouca iluminação ou à falta de ventilação. Se as primeiras bolhas aparecerem, é possível estourá-las e pintar novamente a parede para manter mais um tempo em boas condições – um modo paliativo. Da mesma maneira, o mofo pode ser limpo com esponja, água e sabão neutro em primeira instância – não utilize produtos químicos porque pode-se manchar ainda mais o espaço. Caso o bolor fique impregnado ou as bolhas se multipliquem, é necessária uma intervenção mais drástica.

Uma boa dica é usar texturas na parede, pois demoram mais a deixar a umidade tomar conta e, às vezes, duram por anos.

Tapetes e cortinas:

Se em sua casa bate pouco sol e não há muita ventilação, remova os tapetes. Esses acessórios podem ficar molhados e ajudar no acúmulo de fungos e bactérias. Para não sofrer com a umidade, fuja das cortinas de tecido e opte por persianas.

Fique atento:

O inverno é um período chuvoso e, em função disso, as casas ficam mais suscetíveis a vazamentos. Fique atento a telhas e calhas quebradas em casa e faça uma revisão mensalmente. Muitas vezes, o problema está relacionado com água acumulada em tetos e paredes, e não somente com a umidade do ambiente.

Dicas caseiras que podem funcionar:

– Um saquinho de cravos dentro do armário ajuda a evitar o mofo

– Giz de quadro-negro também pode ajudar a eliminar a umidade do guarda-roupa

– Suco de limão reduz o mofo no rejunte dos azulejos

– Vinagre ajuda a eliminar o bolor das roupas

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2015/06/saiba-como-amenizar-os-problemas-causados-pela-umidade-em-casa-4787528.html

Para que serve o fiador.

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O fiador faz parte do contrato de locação como garantia de pagamento ao locador, caso o inquilino (locatário) não cumpra suas responsabilidades. Para ser fiador, a pessoa deve ter imóvel quitado em seu nome, escriturado, possibilitando adição no contrato de locação. Na falta de pagamento do locatário, o fiador tem de honrar esse compromisso e quitar a dívida pendente. A forma mais usual é pagando em dinheiro eventuais débitos. Caso isso não seja possível, inicia-se um processo para penhorar o imóvel do fiador como forma de pagamento. Em alguns casos, se realizada a venda do objeto, é subtraído o valor que o locatário deve e o restante é devolvido ao fiador, dependendo do montante pendente. Por garantir o pagamento, imobiliárias e proprietários de imóveis põem como pré-requisito para o aluguel a existência de um fiador, que evitará que tanto a empresa como o dono do bem locado saia no prejuízo.
Para ser fiador, além de ter um imóvel em seu nome, é preciso que esse bem esteja quitado, e comprovar renda de duas ou três vezes o aluguel para poder arcar com tal despesa caso seja necessário.
O fiador possui direitos que são estabelecidos pela Lei do Inquilinato, garantindo-lhe proteção jurídica. Caso o locador pretenda modificar cláusulas contratuais do aluguel, por exemplo, o fiador tem o direito de abrir mão do compromisso, sem receber penalidade jurídica. Além disso, o fiador pode declarar falência ou total incapacidade de quitar eventuais débitos do locatário, o que lhe garantirá a posse de seu imóvel. Neste caso, o locador precisa substituir o atual fiador ou a forma de garantia oferecida. Algumas imobiliárias e proprietários de imóveis aceitam como garantia a relação do seguro fiança, que é realizado junto a corretoras de seguro.
Se você tem interesse em saber mais sobre fiadores e seguro fiança, venha até a Imobiliária Jaeger, que conta com uma equipe capacitada para lhe prestar assessoria.
#VemPraJaeger

 

Como regularizar um imóvel sem matrícula?

Dicas para regularizar seu imóvel- (1) Continuar lendo Como regularizar um imóvel sem matrícula?

Muros na divisa: Opiniões divididas.

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Ao adquirirmos um imóvel, uma das principais preocupações é com a segurança. E então, entram em cena as grades, cercas, portões, sistemas de vigilância, muros, etc.

O muro serve para delimitar a área do que está dentro e o que está fora de seu terreno, além de proporcionar maior privacidade, segurança e também impedir a entrada de animais.

Mas como fazer na hora de construir um muro? Este muro deve ficar bem na divisa dos dois terrenos ou ser construído totalmente no seu lado do terreno?

Não são poucas as histórias de problemas entre vizinhos envolvendo esta questão, portanto vamos citar algumas situações e dicas de como administrá-las.

Quando o muro for construído margeando a divisa, porém totalmente dentro do terreno de seu vizinho, este muro pertence a ele e pode ser erguido com a extensão e altura que bem lhe convier.  Neste caso, para toda e qualquer obra, projeto ou intenção de construção de maneira que você utilize este muro como parede, apoio ou parte da obra, deve-se pedir autorização ao vizinho que o construiu, e ressarci-lo da metade do valor gasto por ele na construção daquela determinada parte do muro, adquirindo assim o direito de utilizá-lo.

Porém, tome muito cuidado! Observe sempre as características da construção do muro, como seu alicerce, pilares, cintas de amarração e altura, sabendo assim se ele vai comportar e resistir a obra pretendida. Portanto, cuide ao apoiar uma nova construção nos muros já existentes, pois provavelmente eles não foram calculados para resistir a cargas maiores e possivelmente entrarão em colapso.

Se há um acordo prévio entre os vizinhos, o muro pode ser erguido sobre a linha de divisa dos dois terrenos, ficando a metade para cada lado e pertencendo a ambos os vizinhos, devendo ambos arcarem com as despesas de construção igualmente. Dessa maneira ambos os vizinhos tem direito de uso do referido muro podendo usá-lo como parte de uma parede ou apoiar alguma estrutura nele.

Para esse tipo de construção, cada lado do muro pode ser personalizado como o proprietário quiser, podendo o mesmo aplicar revestimentos, texturas, pintura e motivos decorativos a seu gosto. Observar sempre para que ambos os lados sejam rebocados (ou pelo menos salpicados) evitando assim infiltrações.

Caso o vizinho tenha construído o muro no terreno dele e tenha deixado o seu lado sem reboco, e você tiver interesse em rebocar e pintar para melhorar a estética e visual no seu lado, você pode fazer este investimento, pois agregará valor e benefícios para o proprietário e, se por ventura ele não concordar, cabe uma ação judicial que lhe garanta esse direito.

Se o muro for seu, e o vizinho em obras, aterro ou terraplanagem cause dano, cabe a ele o devido reparo ou construção de novo muro com iguais características ao danificado ou destruído.

Em casos extremos, para evitar atritos e divergências com os vizinhos, há também a possibilidade de construção de um outro muro do seu lado do pátio, paralelo ao muro já existente e, caso esta seja sua escolha, tome cuidado para que não fiquem frestas que permitam a entrada de água da chuva entre os muros causando infiltrações.

Dentre todas as dicas, a principal ainda é uma boa conversa com seu vizinho para chegarem a um acordo sensato e coerente para ambas as partes, pois provavelmente irão conviver por muito tempo, e uma boa convivência torna tudo mais agradável.

Valorize seu espaço com a iluminação correta

Selecionamos para você algumas dicas para acertar no projeto luminotécnico de cada cômodo do seu sonho.

A iluminação correta transforma qualquer ambiente. Ela é responsável pela nossa primeira impressão, trazendo a sensação de conforto visual. Para definir um projeto de iluminação , o primeiro passo é escolher qual será a proposta para o ambiente. Apenas com luzes diferentes, a mesma sala pode ganhar ar romântico, intimista, alegre ou aconchegante. No entanto, erros de iluminação podem ser fatais. Um local mal iluminado, que não tem suas características valorizadas, pode se tornar frio, impessoal e sem charme.

A luz certa para cada cômodo 


Hall de entrada
Devem ser iluminadas de forma que causem uma boa primeira impressão. A atmosfera deve ser convidativa e aconchegante. Pontos de luz difusos podem exercer um bom papel nesse caso. 

Sala de Estar 
Como é o cômodo onde as pessoas passam a maior parte do tempo, a luz deve ser confortável aos olhos e, ao mesmo tempo, possibilitar uma conversa entre amigos ou o entretenimento com a televisão, caso haja uma no cômodo. A luz pode ser focalizada nas áreas de leitura ou lazer, como jogos e outros hobbies. Spots instalados estrategicamente dão charme a obras de arte e objetos de decoração.

Sala de Jantar 
Pode ser um ambiente bem diversificado, dependendo da atmosfera que o morador quiser criar. Com luzes baixas, ganha um ar romântico, enquanto se bem iluminada e com pontos de luz focalizando objetos interessantes, se torna um local ideal para uma reunião de amigos. Lembre-se sempre que o foco principal da iluminação de uma sala jantar está na mesa. No entanto, o projeto de iluminação deve contemplar a sala inteira. 

Cozinha 
Como se trata de um ambiente de intensa atividade deve ser claro e muito bem iluminado, para facilitar o trabalho e evitar acidentes. O ideal é instalar pontos de luz difusos, com luminárias de no mínimo 60W. 

Escritório e área de serviço 
Vale a mesma regra da cozinha. Como são áreas de trabalho intenso, devem ser bem iluminadas. Deve-se ter cerca de três vezes mais luz nas superfícies de trabalho do que no resto do cômodo. Para abajures de piso ou mesa de leitura, existem lâmpadas que proporcionam uma boa quantidade de luz sobre as áreas de trabalho. Superfícies de trabalho para passatempos e artes ficam ideais com lâmpadas fluorescentes com elevado índice de reprodução de cor. 

Quarto 
É o local da casa onde a iluminação deve ser mais confortável. Para a iluminação geral, existem lâmpadas que iluminam totalmente o quarto quando aplicadas nas luminárias do teto. A iluminação indireta, feita por luminárias de parede ou teto, pode ser usada para produzir uma luz suave para leitura na cama, por exemplo. 

Banheiro 
A iluminação do banheiro deve ser suave e agradável, mas luminosa o suficiente para facilitar a maquiagem, barbear, depilação ou pentear os cabelos. Do contemporâneo ao tradicional, a iluminação deve destacar o visual do banheiro e o seu visual pessoal. 

Área externa 
Segurança e destaque são as funções de uma iluminação externa. Para destacar a paisagem, distribua a luz através dos caminhos e passagens. Para maior segurança, é possível iluminar todos os lados da casa e arbustos que possam esconder assaltantes.

Tipos de pontos de luz

Difuso: luz que não incide em um único foco direto. Essa técnica utiliza materiais e cores de boa reflexão para tornar a luz mais abrangente e menos ofuscante, o que suaviza as sombras. Para obter esse efeito, é preciso usar lâmpadas não aparentes. 

Indireto: luz difusa mais restrita, que pode compor o ambiente com pequenos focos de luz, como arandelas e abajures. Em geral, são usadas luminárias não conflitantes com pessoas ou objetos. As arandelas podem ser usadas em espaços menores, como banheiros, lavabos e corredores.

Dirigido: luz proveniente de uma direção única e tem foco dirigido. Essa técnica se utiliza de refletores para dirigir o foco de luz. Luzes diretas devem ser direcionadas para objetos específicos, especialmente decorativos, como quadros, flores ou esculturas. Dessa forma, a luz não causa desconforto e valoriza as peças. 

Wall washing: pontos de luz fixos dirigidos com spots ou embutidos no teto. Podem ser usadas ainda luminárias de chão embutidas ou projetores de pequeno porte fixados em pontos a distâncias iguais e que foquem a extensão da parede. O efeito se assemelha a um banho de luz na parede, daí o nome wall washing (em inglês). Esse efeito destaca a textura da parede e valoriza a arquitetura. 

Downlight: luz oculta, que evita o ofuscamento e aumenta o rendimento luminoso. As luminárias utilizadas nessa técnica são específicas para embutir em forros (como drywall, por exemplo) e possuem vários formatos. 

Up light: luzes instaladas no chão e voltadas para objetos diretamente. É um artifício muito utilizado para iluminar elementos de um ambiente de forma vertical (árvores, arbustos, estátuas ou colunas). 

Cuidados que você deve ter 
Para economizar energia e tornar o ambiente mais harmonioso, o ideal é pintá-lo com cores claras. Evite pintar paredes e tetos com cores escuras, pois isso exige mais luz para compensar, podendo ocasionar aumento do consumo de energia e acúmulo de calor. Por isso, também é importante manter as luminárias limpas para que não haja perdas de luminosidade.

A iluminação incorreta também pode causar o ofuscamento, que é quando há desconforto e redução da capacidade de distinguir detalhes ou objetos. Isso ocorre quando a luz é mal distribuída no ambiente e apresenta contrastes excessivos. O ofuscamento pode ser direto, através de luz direcionada ao campo visual, ou reflexivo, por meio do reflexo em superfícies claras ou transparentes. 

Lâmpadas fluorescentes ou econômicas podem ser usadas em cozinhas, áreas de serviço e escritórios. Embora algumas pessoas evitem seu uso por pensarem que não existem modelos que se adaptem a luminárias, existem algumas que podem ser usados em lustres sem problemas.

Esperamos ter contribuído com algumas dicas para deixar o seu espaço mais aconchegante e mais particular aos seus gostos e toques pessoais. Se quiser mais informações, venha até a Imobiliária Jaeger e converse com um dos nossos consultores.

#vemprajaeger

Fonte:http://delas.ig.com.br/casa/servicos/valorize-a-casa-com-a-iluminacao-correta/n1237508138467.html

 

 

Dicas para economizar energia no verão.

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O ar condicionado é um dos aparelhos que mais consome energia elétrica e, durante o verão, é um dos principais responsáveis pelo aumento na conta de energia. Para compensar este gasto, é preciso adotar algumas medidas de economia. Confira:

 Ar condicionado

Enquanto o ar condicionado estiver em uso, mantenha janelas e portas fechadas para evitar sobrecarga do aparelho. Um truque para evitar uma noite inteira de ar-condicionado é deixá-lo ligado por cerca de meia-hora antes de ir dormir, de modo a resfriar o quarto. Na hora de se deitar, desligue-o e acione um ventilador. Lembre-se, ainda, de manter os filtros do aparelho sempre limpos. A sujeira impede a circulação do ar e aumenta o consumo de energia.

 Economizando no chuveiro

Às vezes o calor é tão intenso que é possível desligar o aquecimento do chuveiro elétrico e ainda assim tomar um banho morno durante o verão, especialmente no fim do dia, quando a água passou horas esquentando em canos e reservatórios. Se o aquecimento da água ainda for necessário, feche o chuveiro quando estiver se ensaboando e não ultrapasse seis minutos de banho. Use somente a resistência original de seu chuveiro elétrico – gambiarras podem danificar o aparelho, sem contar que exigem mais energia elétrica para fazê-lo funcionar.

 Selo Procel

Ao comprar um novo eletrodoméstico, verifique sempre a classificação do selo Procel e busque pelos aparelhos com tarja A.

 Geladeira e Freezer

Fique atento aos aparelhos de refrigeração, como geladeira e freezer. Evite abrir e fechar a porta da geladeira o tempo todo, mantenha o congelador limpo e livre de gelo na superfície, verifique a aderência das borrachas de vedação das portas e procure instalá-los em ambientes com boa circulação de ar.

 Cores Claras

Pintar as paredes com cores claras ajuda na climatização do ambiente, deixando-o mais fresco.

 LED

Opte por iluminação LED, além de serem mais eficientes que as lâmpadas incandescentes, elas não propagam calor.

 Stand by

Não deixe os equipamentos eletrônicos em stand by, tire-os da tomada após o uso.

 Energia Solar

Instalar um sistema fotovoltaico conectado à rede pode garantir 95% de desconto na conta de energia. Embora seja um investimento mais alto que as demais dicas, o retorno se dá em 5 anos e pode durar até 25 anos, que é, aproximadamente, o tempo de vida útil das placas solares.

Muitas pessoas já conhecem essas dicas, mas não acreditam que implementá-las trará algum retorno significativo. Tente você e veja os benefícios que uma boa gestão da sua energia pode trazer!

 #VemPraJaeger!